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(1) Ressecção segmentar. (2) Esofagectomia. (3) Lobectomia pulmonar. (4) Prostatectomia radical.
( ) Câncer de próstata. ( ) Câncer de pulmão. ( ) Câncer de esôfago. ( ) Câncer de fígado.
( ) A lobectomia pulmonar por videotoracoscopia é uma técnica minimamente invasiva e tem se tornado o padrão de ouro no tratamento de carcinoma de pulmão em estágio inicial.
( ) A toracotomia aberta é preferida à videotoracoscopia para o tratamento de pneumotórax espontâneo primário, devido à maior visibilidade e acesso.
( ) A esofagectomia é um procedimento comum na cirurgia torácica, frequentemente realizada para tratar carcinoma esofágico avançado.
( ) Na ressecção de tumores do mediastino, a esternotomia mediana é a abordagem cirúrgica mais utilizada, independentemente da localização do tumor.
( ) A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE) é frequentemente utilizada para diagnóstico e manejo de coledocolitíase, sendo capaz de remover cálculos biliares sem a necessidade de cirurgia aberta.
( ) Durante a CPRE, é contraindicado o uso de contrastes radiopacos para visualização das vias biliares e pancreáticas, devido ao risco aumentado de pancreatite aguda.
( ) A esfincterotomia endoscópica é uma técnica comum em CPRE, utilizada para facilitar o acesso às vias biliares e pancreáticas, especialmente em casos de estenoses ou cálculos.
( ) A colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM) tem substituído completamente a CPRE nas avaliações diagnósticas das vias biliares e pancreáticas.
1. Realizar insuflação para melhor visualização das estruturas.
2. Introduzir o endoscópio pela cavidade oral do paciente.
3. Realizar biópsia se encontrar lesões suspeitas.
4. Posicionar o paciente em decúbito lateral esquerdo.
No manejo nutricional de pacientes pediátricos com doença hepática crônica avançada, é essencial garantir a ingestão adequada de _________________, que são cruciais para a regeneração hepática e prevenção de encefalopatia hepática.
( ) Em lactentes, a ocorrência de disfagia, regurgitação, cólica e dor abdominal são eventos frequentemente relatados como manifestações digestivas da APLV em lactentes. Além disso, também podem ocorrer diarreia com presença ou não de sangue nas fezes, constipação com eventual rash perineal, falência do crescimento e anemia ferropriva.
( ) Enteropatia induzida por proteína alimentar é uma reação não mediada por IgE na qual o paciente evolui como um quadro de má-absorção de início insidioso, que pode se apresentar com diarreia crônica, eritema perianal, distensão abdominal, vômitos, anemia, perda de peso e insuficiência no crescimento. Tal quadro pode eventualmente ser confundido com doença celíaca.
( ) Síndrome da alergia oral, anafilaxia, proctite e alergia gastrointestinal imediata são manifestações IgE mediadas da APLV. Em se tratando da última, pode-se observar eventos como dor abdominal, náuseas, vômitos e diarreia logo após a ingestão dos alérgenos.
( ) Para o manejo da APLV de criança sem aleitamento materno, pode ser utilizada fórmula de aminoácidos (FAA), sobretudo em se tratando de pacientes portadores de enterocolite com déficit de peso, reação anafilática, alergia à fórmula extensamente hidrolisada ou esofagite eosinofílica.