Questões de Concurso Comentadas para ms consultoria

Foram encontradas 1.233 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3899084 Geografia

Sobre o Município de Barra da Estiva, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - Os principais rebanhos do Município de Barra da Estiva são de: bovinos, caprinos, equinos, ovinos e suínos.


II - O Município de Barra da Estiva possui um clima tropical de altitude.


III - O Município de Barra da Estiva apresenta um verão úmido e fresco causado pelas chuvas de verão e frentes frias vindas do sul do Brasil e invernos relativamente frios e mais secos.

Alternativas
Q3899082 História e Geografia de Estados e Municípios

Sobre o Município de Barra da Estiva, localizado no Estado da-Bahia, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - A origem do Município de Barra da Estiva tem relação com o sertanista Sebastião da Rocha Pinto tomou posse de uma porção de terras, nas margens do rio das contas, denominando-as Brejo Grande e Fazenda Carneiro.


II - De acordo com o site oficial de Barra da Estiva-Bahia, o Município se estende por 1. 346,6 km².


III - Os habitantes são chamados pelo gentílico de barrestivenses.



Estão corretas:

Alternativas
Q3899071 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - No trecho: “a única leitura que jamais me cansa” - temos, respectivamente: um pronome relativo; e um pronome em posição de próclise.


II - Na frase: “O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos” - temos em destaque: o mesmo pronome possessivo usado em duas ocorrências antes de palavras que são antônimas; e um substantivo polissílabo proparoxítono.


III - A frase: “Recordo certa página em que ele esbanjou” - inicia com verbo no presente do modo indicativo e termina com verbo no pretérito perfeito do modo indicativo.


IV - Os pronomes: “tudo” e “outros” são indefinidos.

Alternativas
Q3899070 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

A palavra “Riqueza” termina com “ZA” diferentemente da última sílaba da palavra escrita na alternativa:
Alternativas
Q3899069 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q3899068 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque o parágrafo que inicia com verbo de primeira conjugação no modo imperativo afirmativo escrito com exemplo de pronome oblíquo exemplificando uma ênclise.
Alternativas
Q3899067 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com o parágrafo que inicia com verbo de segunda conjugação, usado de forma impessoal no presente do modo indicativo.
Alternativas
Q3899066 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa que identifica corretamente o tempo em que está conjugado o verbo: “Orgulhávamo-nos”.
Alternativas
Q3899065 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com a série formada, respectivamente, por: um monossílabo tônico e um monossílabo átono; um dissílabo oxítono; um dissílabo paroxítono e um trissílabo proparoxítono. 
Alternativas
Q3899064 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com uma palavra escrita com um encontro consonantal e um hiato; e uma palavra escrita com ditongo nasal, respectivamente.
Alternativas
Q3899063 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com um exemplo de dífono e um exemplo de dígrafo, respectivamente.
Alternativas
Q3899062 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque o que não se comprova na frase nominal que dá título ao texto, escrita a seguir:


“Dicionários e a riqueza do léxico”

Alternativas
Q3893161 Psicologia
De fato, Freud não estava inteiramente livre do preconceito do homo rationalis. Prova disso é que adscreveu a uma ‘outra lógica’, que não a lógica racional e consciente, os mecanismos que descobriu na formação dos sonhos: o deslocamento, a condensação e a transformação em imagens.
(FREUD, S. (1901/1972). Sobre os sonhos. Ed. Standard Brasileira, vol. V. Rio de Janeiro - Imago. (1925/1976) As resistências à psicanálise. Ed. Standard, vol.XIX. Rio:Imago.) - Texto adaptado.

Sobre Freud, é incorreto afirmar.
Alternativas
Q3893159 Pedagogia
Para Vygotsky (1994), o prazer não pode ser considerado a característica definidora do brinquedo, como muitos pensam. Na verdade, o brinquedo preenche necessidades, entendendo-se estas necessidades como motivos que impelem a criança à ação, pois essas necessidades são exatamente as que fazem a criança avançar em seu desenvolvimento. Para Vygotsky, a “Zona de desenvolvimento proximal” é a distância entre nível real e proximal (o que hoje o sujeito realiza com ajuda e logo realizará sozinho). E Aprendizagem representa a conquista social que impulsiona o desenvolvimento.

Há muitos conceitos que podem ser relacionados ao trabalho científico de Vygotsky, entre eles analise:

I - Internalização – as formas de comportamento interpessoais (entre as pessoas) se tornam intrapessoais (de cada uma), abrindo espaço para a criação singular a partir dos referenciais coletivos.
II - Mediação simbólica – é na relação com o outro que a criança (o sujeito humano) internaliza as formas culturais de sua sociedade (linguagem, símbolos, gestos etc.).
III - Nível de desenvolvimento real – o que o sujeito realiza sozinho, sem ajuda.
IV - Nível de desenvolvimento potencial – o que o sujeito é capaz de realizar com auxílio de alguém mais experiente.

Marque a série correta.
Alternativas
Q3893154 Pedagogia
Na óptica de Vygotsky, o acesso aos signos (no caso, os signos linguísticos) transforma completamente a atividade prática da criança, dando origem às formas humanas de atividade, tanto prática (técnica) quanto abstrata (científica). O interesse de Vygotsky pelas questões da linguagem levaram-no a tratar a questão semiótica a partir do signo linguístico. Entretanto, se as outras formas semióticas ocupam um espaço reduzido nas suas obras, isso não quer dizer que ele as ignore ou que lhes atribua uma função marginal; basta lembrar o interessante estudo que ele faz do "jogo simbólico" e o belo exemplo da constituição do "gesto" de apontar que ele apresenta ao discutir a questão da internalização das funções superiores. Na obra de Vygotsky, fica claro que a linguagem não esgota os processos de produção de significação, ou seja, do campo da semiótica. Todavia, ela aparece como o mais preeminente desses processos.
(Por: Angel L.B. Pino. Temas em Psicologia. Vol.1. nº 1. Ribeirão Preto abril de 1993. Versão ISSN 1413- 389X. Universidade Estadual de Campinas.)

Um dos grandes méritos da obra de Vygotsky é ele ter feito a análise detalhada do signo linguístico, a palavra, desmontando-o nos seus elementos:_____________________.

Marque a alternativa com os dados que completam corretamente o enunciado.
Alternativas
Q3893081 Português
Há uma visão de autonomia que pode ser definida assim: ser autônomo é fazer o que quer, do jeito que quer, na hora em que quer. Ser autônomo é ser livre dos outros. Não concordo com essa noção de autonomia: nem o pior dos ditadores faz o que quer, do jeito que quer, na hora em que quer. Ele pensa que faz. Para mim, o conceito construtivo de autonomia é: ser autônomo é ser parte e todo, ao mesmo tempo.

Nessa dimensão, ressalta-se que a ideia de “Educação inclusiva” precisa ser entendida como:
Marque a expressão que completa coerentemente a visão do enunciado da mensagem textual. 
Alternativas
Q3893079 Pedagogia
Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.

I - Em sentido restrito, o currículo escolar é definido como: “O conjunto de matérias a serem ministradas em determinado curso ou grau de ensino”.
II - A diversidade na educação é um conceito que propõe a inclusão de todos os indivíduos e o respeito às suas diferenças.
III - Numa sala de aula, entre os alunos é possível identificar muitas diferenças, desde crenças até cores de pele, portanto, valorizar essa diversidade em sala de aula é fundamental para trabalhar a autoestima dos estudantes. 
IV - O ato de avaliar a aprendizagem na escola se expressa como uma investigação da qualidade dos resultados obtidos, portanto, resulta num conhecimento do desempenho do educando individual, assim como de sua turma, coletivamente. 
Alternativas
Q3893078 Pedagogia
“Planejamento escolar” é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino.
(LIBÂNEO, José Carlos. O Planejamento Escolar)

Na dimensão apresentada por Libâneo, analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta. 

I - O planejamento é um meio para programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação; há três modalidades de planejamento, articulados entre si o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aulas.
II - O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social
III - A escola, os professores e alunos são integrantes da dinâmica das relações sociais; tudo o que acontece no meio escolar está atravessado por influências econômicas, políticas e culturais que caracterizam a sociedade de classe.
IV - Os elementos do planejamento escolar - objetivos, conteúdos-métodos – estão recheados de implicações sociais, têm um significado genuinamente político. Por essa razão o planejamento, é uma atividade de reflexão acerca das nossas opções e ações; se não pensarmos didaticamente sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficaremos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes da sociedade.
Alternativas
Q3893076 Pedagogia
A “Eficácia do processo de ensinoaprendizagem” está na resposta em que este dá:

I - À apropriação do conhecimento.
II - Ao desenvolvimento intelectual e físico do estudante.
III - À formação de sentimentos, qualidades e valores, que alcancem os objetivos gerais e específicos propostos em cada nível de ensino de diferentes instituições, conduzindo a uma posição transformadora, que promova as ações coletivas, a solidariedade e o viver em comunidade.
IV - À garantia do ingresso do educando ao mercado de trabalho.

Marque a alternativa com a série coerente com a “Eficácia do processo de ensinoaprendizagem”
Alternativas
Q3893074 Pedagogia
A qualidade social da educação escolar não se ajusta aos limites, tabelas, estatísticas e fórmulas numéricas que possam medir um resultado de processos tão complexos e subjetivos, como advogam alguns setores empresariais, que esperam da escola a mera formação de trabalhadores e de consumidores para os seus produtos.
A “Escola de qualidade social” é aquela que atenta para:

I - Um conjunto de elementos e dimensões socioeconômicas e culturais que circundam o modo de viver e as expectativas das famílias e de estudantes em relação à educação.
II - Compreender as políticas governamentais, os projetos sociais e ambientais em seu sentido político, voltados para o bem comum.
III - A luta por financiamento adequado, pelo reconhecimento social e valorização dos trabalhadores em educação
IV - A transformação de todos os espaços físicos em lugar de aprendizagens significativas e de vivências efetivamente democráticas.

Marque a alternativa com a série adequada para o conteúdo enunciado.
Alternativas
Respostas
901: D
902: A
903: A
904: B
905: A
906: C
907: E
908: B
909: E
910: C
911: A
912: D
913: A
914: A
915: D
916: D
917: A
918: C
919: B
920: A