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Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515719 Direito Administrativo
Leia o excerto abaixo.

“Corresponde ao poder que a Administração Pública tem de controlar seus próprios atos, revogando-os quando necessário.”

O trecho acima diz respeito ao princípio da: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515718 Direito Administrativo
Leia as afirmativas abaixo acerca do princípio da moralidade.


I – É previsto expressamente no caput do artigo 37 da Constituição Federal.

II – Impõe que o administrador público não dispense os preceitos éticos que devem estar presentes em sua conduta.

III – Estabelece que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

IV – Tem a finalidade de mostrar que o Poder Público deve agir com maior transparência possível, para que a população tenha conhecimento de todos os seus atos.


Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515717 Raciocínio Lógico
Se Maria não é professora, Pedro é dançarino. Se Maria é professora, Luzia não é coordenadora. Sabendo que Luzia é coordenadora, então é possível concluir que:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515712 Redação Oficial
Qual dos vocábulos abaixo NÃO está adequadamente escrito, caso ele precise ser empregado em redações oficiais? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515710 Redação Oficial
“Os documentos oficiais podem ser identificados de acordo com algumas possíveis variações.”
Manual de Redação da Presidência da República, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada. p. 37.
Associe as colunas a seguir, combinando corretamente a identificação do documento oficial à sua descrição. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de tal associação. 


1. [NOME DO EXPEDIENTE] + CIRCULAR 2. [NOME DO EXPEDIENTE] + CONJUNTO 3. [NOME DO EXPEDIENTE] + CONJUNTO CIRCULAR


( ) Quando mais de um órgão envia, conjuntamente, o mesmo expediente para um único órgão receptor. As siglas dos órgãos remetentes constarão na epígrafe.

( ) Quando um órgão envia o mesmo expediente para mais de um órgão receptor. A sigla na epígrafe será apenas do órgão remetente.

( ) Quando mais de um órgão envia, conjuntamente, o mesmo expediente para mais de um órgão receptor. As siglas dos órgãos remetentes constarão na epígrafe.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515709 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

No trecho “Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital.” (8º parágrafo), as estruturas destacadas recebem a classificação sintática de: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515708 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

Como se classifica a oração grifada no trecho abaixo?


“A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo [...]” (1º parágrafo) 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515707 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

Qual é o sentido veiculado pelo trecho grifado no excerto apresentado abaixo?

“Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque.” (7º parágrafo) 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515706 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

Qual dos verbos sinalizados com números sobrescritos no texto se encontra INDEVIDAMENTE conjugado, segundo a concordância padrão da língua portuguesa? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515705 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

Ao mencionarem que a Polícia Federal tem um “trabalho imprescindível de investigação” (5º parágrafo), os autores quiseram afirmar que o trabalho investigativo dessa polícia é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515704 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

Dentre os oito vocábulos destacados no segundo parágrafo do texto, quantos são substantivos no contexto apresentado? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Faceli Prova: IBADE - 2024 - Faceli - Secretário Acadêmico |
Q2515703 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos
» Luana Tavares e Fábio Diniz, Fundadores do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime.
29/04/24




          Nos últimos anos, o Brasil e o mundo TÊM1 enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam ter partido do roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.


          Essa [política] não deve apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais, mas também garantir a construção de uma cultura [nacional] de proteção no [ciberespaço] e rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças [emergentes]. A resiliência cibernética do Brasil no cenário [digital] depende da capacidade do país de proteger suas infraestruturas [críticas] e dados [sensíveis], como os que foram utilizados nessa violação, contra [invasores] mal-intencionados.


          Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância e DEVE2 colaborar estreitamente com o Estado nas principais demandas e preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). 


       Essa é uma prática que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já IMPLEMENTARAM3 e visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico, bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques TEM4 influência direta sobre os cidadãos.


        Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, na capacitação e nas ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam efetivamente educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

 
        A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que HAJA5 um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.


          Ao se considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptem rapidamente às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 



TAVARES, Luana; DINIZ, Fábio. A urgente necessidade de aumentar a
resiliência cibernética do Brasil. Correio Braziliense, 29 de abril de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6846936-artigoa-urgente-necessidade-de-aumentar-a-resiliencia-cibernetica-dobrasil.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

Quanto à segurança cibernética no Brasil, os articulistas ponderam que: 
Alternativas
Q2508778 Psicologia
O principal objetivo da avaliação psicoeducacional é: 
Alternativas
Q2508777 Gestão de Pessoas
Acerca da avaliação e gestão de desempenho, julgue as frases abaixo.

I. A avaliação de desempenho deve ser um processo contínuo que inclua feedback regular e oportunidades de desenvolvimento profissional. 
II. A gestão de desempenho é eficaz quando aplicada de forma punitiva. 
III. Metas claras e mensuráveis são essenciais para o processo de avaliação de desempenho. 

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões). 
Alternativas
Q2508776 Gestão de Pessoas
Sobre as práticas grupais em contextos organizacionais, avalie as afirmações abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.  

1.(  )Práticas grupais em contextos organizacionais referem-se a uma ampla gama de atividades e processos que têm como objetivo, melhorar a colaboração, comunicação, produtividade e bem-estar dos membros da equipe dentro de uma empresa ou organização;
2.(  ) O estabelecimento de normas claras e a promoção de um objetivo comum são fundamentais para o sucesso de práticas grupais; para
3.(  ) Práticas grupais não necessitam de uma liderança efetiva serem bem-sucedidas, mas apenas, esporadicamente, de algum mediador voluntário; 

A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Q2508775 Psicologia
Uma avaliação psicoeducacional é considerada multidisciplinar porque: 
Alternativas
Q2508774 Psicologia
Considere a seguinte situação: 

Durante uma reestruturação organizacional em uma grande empresa, a equipe de psicólogos organizacionais identifica uma resistência significativa à mudança por parte dos colaboradores. A percepção de incerteza quanto ao futuro e a perda potencial de estabilidade são apontadas como causas principais. 

Considerando a situação descrita, assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q2508773 Psicologia
Sobre o papel da Psicologia da Educação Inclusiva na integração de alunos com necessidades especiais no ambiente escolar regular, marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q2508772 Administração Geral
Sobre ferramentas e metodologias de gestão e estilos de liderança, avalie as afirmações abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.  

1.(  ) A liderança situacional propõe que não existe um único estilo de liderança eficaz para todas as situações. 
2.(  ) O Six Sigma é uma metodologia que se concentra exclusivamente no desenvolvimento de novos produtos. 
3.(  ) O coaching é uma ferramenta de gestão que visa desenvolver habilidades individuais e melhorar o desempenho. 

A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Q2508771 Gestão de Pessoas
Acerca da gestão de pessoas nas organizações, julgue as frases abaixo. 

I. A gestão de talentos é uma ação secundária para o alcance dos objetivos organizacionais. 
II. O desenvolvimento de lideranças é essencial para a promoção de um ambiente de trabalho inovador e produtivo. 
III. A avaliação de desempenho deve ser utilizada apenas como ferramenta de punição para baixo desempenho. 

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões). 
Alternativas
Respostas
6501: B
6502: A
6503: C
6504: E
6505: A
6506: C
6507: E
6508: B
6509: D
6510: D
6511: A
6512: A
6513: D
6514: B
6515: B
6516: D
6517: B
6518: D
6519: A
6520: D