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Q4222096 Matemática
Um dado pedagógico possui suas seis faces numeradas de 1 a 6, em que cada número é representado pela quantidade correspondente de figuras de corações (da face com 1 coração até a face com 6 corações). Um participante lança dois desses dados simultaneamente, (Figura) e calcula o total acumulado de corações somando os valores das duas faces voltadas para cima. Figura.
18.jpg (185×149)
(Fonte: https://www.redbubble.com/i/photographic-print/Aesthetic-red-heart-dice-by-Holly-berry-art/1095 10470/zltf).
Dentre todas as possibilidades possíveis para essa soma, a probabilidade de o participante obter um total de exatamente 8 corações é:
Alternativas
Q4222095 Raciocínio Lógico
Tendo em vista que no lançamento dos três dados saíram os números 5, 3 e 4, de quantas formas diferentes podemos preencher a expressão E=___+___×___? 
Alternativas
Q4222094 Matemática
Considerando-se que cada dado do jogo descrito no texto possui valores de 1 a 6 (que podem se repetir), qual é a diferença entre o maior e o menor valor possível de se obter na expressão E=___+___×___ em uma rodada?
Alternativas
Q4222093 Matemática

Sabe-se que, para todo número natural n não nulo, a soma dos números naturais de 1 a n é dada pela igualdade:


15.jpg (230×44)


Com base nessa informação, qual é o resultado da seguinte soma de oito parcelas?


(1) + (1 + 2) + (1 + 2 + 3) + ... + (1 + 2 + 3 + ... + 8)

Alternativas
Q4222092 Matemática
Use o texto , para responder à questão.

Um número natural maior que 1 é primo quando é divisível apenas por 1 e por ele mesmo. Por exemplo, 7 é primo, pois os únicos divisores de 7 são 1 e 7. Já o número 12 não é primo, pois possui mais divisores, como por exemplo o 2. Quando um número não é primo, ele é chamado de composto. Os primeiros números primos estão listados a seguir:

2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, ...

Pela própria definição de número composto, vemos que um número composto é o produto de dois números naturais diferentes de 1. Por exemplo, vimos que 12 é composto, pois 2 é um divisor de 12 e isto significa que 12=2·6.

CADAR, Luciana; SANTOS, Ronaldo Alves dos. Encontros de Aritmética. Rio de Janeiro: IMPA/OBMEP, 2015. 121 p. Disponível em: https://www.obmep.org.br/docs/aritmetica.pdf. Acesso em: 8 jul. 2026.
A Conjectura de Goldbach afirma que todo número par maior que 2 pode ser escrito como a soma de dois números primos. De quantas formas diferentes é possível escrever o número 42 como a soma de dois números primos?
Considere que a ordem das parcelas na soma não altera a forma descrita.
Alternativas
Q4222091 Matemática
Use o texto , para responder à questão.

Um número natural maior que 1 é primo quando é divisível apenas por 1 e por ele mesmo. Por exemplo, 7 é primo, pois os únicos divisores de 7 são 1 e 7. Já o número 12 não é primo, pois possui mais divisores, como por exemplo o 2. Quando um número não é primo, ele é chamado de composto. Os primeiros números primos estão listados a seguir:

2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, ...

Pela própria definição de número composto, vemos que um número composto é o produto de dois números naturais diferentes de 1. Por exemplo, vimos que 12 é composto, pois 2 é um divisor de 12 e isto significa que 12=2·6.

CADAR, Luciana; SANTOS, Ronaldo Alves dos. Encontros de Aritmética. Rio de Janeiro: IMPA/OBMEP, 2015. 121 p. Disponível em: https://www.obmep.org.br/docs/aritmetica.pdf. Acesso em: 8 jul. 2026.
Se um número n é composto, ele tem pelo menos um divisor que não é o 1 e nem ele mesmo. Logo, qualquer número composto n pode ser escrito como o produto de dois naturais (a e b) que são estritamente maiores que 1 e estritamente menores que n. n=a×b, com 1 < a < n e, 1 < b < n.
Desse modo, de quantas formas é possível escrever o número composto 36 como o produto de dois números naturais, (sem incluir o 1 e o 36)? 
Alternativas
Q4222090 Matemática
Sabe-se que em qualquer sequência de três números inteiros consecutivos, exatamente um deles é múltiplo de 3 e pelo menos um deles é par.
Considere três números inteiros consecutivos, x, y e z, nessa ordem. Julgue as afirmações e assinale a alternativa verdadeira.
I- A soma de três números inteiros consecutivos é sempre par. 5 II. A soma de três números inteiros consecutivos é sempre um múltiplo de 3. III- O produto de três números inteiros consecutivos é sempre um múltiplo de 6. IV- A média aritmética desses três números sempre será o número do meio (y). 
Alternativas
Q4222089 Raciocínio Lógico
No livro “Incríveis passatempos matemáticos”, Ian Stewart, apresenta a seguinte curiosidade matemática: 
(8 × 8) + 13 = 77. (8 × 88) + 13 = 717. (8 × 888) + 13 = 7117. (8 × 8888) + 13 = 71117. (8 × 88888) + 13 = 711117.
... Adaptado de: STEWART, Ian. Incríveis passatempos matemáticos. Tradução: Diego Alfaro. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
Observando-se o padrão dessa curiosidade matemática, o nono valor obtido tem como soma dos seus algarismos:
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Q4222088 Literatura
Leia as afirmações sobre o romance Quincas Borba, de Machado de Assis, indique se são (F) falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa correta.
( ) Sofia age abertamente, aceitando a corte de Rubião. Pode-se denominar isto de adultério consciente. Sofia, entretanto, tem uma real atração por Carlos Maria, jovem bonito e rico. É possível dizer que Sofia, ao mesmo tempo em que incentiva a paixão platônica de Rubião, pretende conquistar Carlos Maria.
( ) Cristiano Palha tem consciência de que a esposa aceita a corte de Rubião, mas desconhece a simpatia crescente entre Sofia e Carlos Maria.
( ) Quem sente realmente o ciúme de Sofia é Rubião. Pode-se dizer que a posição de Palha é bastante cômoda no que se refere a Rubião. Quanto à Sofia, o que se pode dizer de seu relacionamento com Rubião não é fácil, pois seu papel é duplo: o de atrair e depois repudiar.
( ) A diferença básica entre Rubião e Carlos Maria é que o último, não ama Sofia e Rubião sim. 
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Q4222087 Português
Em significação das palavras, os pares correto/certo; sim/não; auto/alto; celeiro/seleiro, são respectivamente:
Alternativas
Q4222086 Português
Aludindo-se ao uso ou não do sinal grave indicativo de crase, identifique a alternativa indevida.
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Q4222085 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
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Q4222083 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “dilacerante” significa: 
Alternativas
Q4222082 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (primeira, rejeição, ausência). 
Alternativas
Q4222081 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Ainda no texto, o período “mas já é outra”, a oração é: 
Alternativas
Q4222080 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (saudade, história, concordância), são respectivamente:
Alternativas
Q4222079 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Analise o texto e marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4221977 História e Geografia de Estados e Municípios
Indique a alternativa incorreta sobre o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32. 
Alternativas
Q4221976 Conhecimentos Gerais
Referente ao Projeto Crescer, marque a alternativa errada. 
Alternativas
Q4221975 Conhecimentos Gerais
Leia o fragmento da seguinte notícia e marque a alternativa que compete a lacuna. Cidade é premiada por projeto que amplia cobertura vacinal na infância.
Santana de Parnaíba conquistou reconhecimento nacional ao ser premiada na edição de 2026 do Prêmio InovaCidade, realizado durante o Smart City Business Brazil Congress & Expo, uma das principais iniciativas voltadas à valorização de projetos inovadores na gestão pública. O município foi destaque com o projeto_______________________________________________, desenvolvido pela própria administração municipal.
A iniciativa utiliza uma estratégia de comunicação ativa por meio de WhatsApp e e-mail para convocar a população às campanhas de vacinação. Implantada no final de 2025, a solução foi inicialmente inspirada no sistema já adotado pela prefeitura para confirmação de consultas médicas, que havia contribuído para a redução significativa de ausência na rede municipal de saúde.
Fonte: https://prefeitura.santanadeparnaiba.sp.gov.br/ – texto adaptado.
Alternativas
Respostas
981: B
982: D
983: D
984: B
985: B
986: A
987: C
988: C
989: B
990: C
991: A
992: A
993: B
994: D
995: B
996: A
997: C
998: B
999: D
1000: A