Questões de Concurso Comentadas para msconcursos

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Q4101711 Terapia Ocupacional
Paciente de 72 anos, pós-AVC há nove meses, apresenta fadiga, lentificação cognitiva e dificuldade de planejamento. Consegue realizar atividades, mas com grande esforço, evitando 9 tarefas como cozinhar. A família relata redução da participação ocupacional. Determine a resposta certa.
Alternativas
Q4101710 Terapia Ocupacional
Leia o texto para assinalar a alternativa verdadeira.
Paciente de 58 anos, pós-AVC em hemisfério esquerdo, apresenta apraxia ideomotora e hemiparesia leve. Durante vestir-se e preparar alimentos, compreende comandos, mas erra o uso de objetos e a sequência dos gestos. Refere “sei o que fazer, mas não consigo executar”. 
Alternativas
Q4101709 Terapia Ocupacional
Paciente de 65 anos, pós-AVC isquêmico em hemisfério direito, apresenta negligência espacial unilateral à esquerda, baixa consciência de déficit e risco durante banho e preparo de alimentos. No domicílio, colide com objetos à esquerda e deixa tarefas incompletas. Sobre isso, assinale a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q4101708 Terapia Ocupacional
Paciente com Doença de Parkinson apresenta freezing ao atravessar portas e mudar de direção. Em casa, há corredores estreitos, móveis no trajeto, iluminação irregular, tapetes soltos e ausência de referências visuais. Considerando-se o raciocínio clínico da TO, indique alternativa mais adequada. 
Alternativas
Q4101707 Terapia Ocupacional
Uma mulher de 72 anos, com Doença de Parkinson, refere dificuldade para preparar refeições. Inicia a tarefa, mas se perde em etapas simultâneas, apresenta redução da amplitude dos movimentos finos e piora quando precisa alternar rapidamente entre ações. Seu desempenho melhora quando realiza uma etapa por vez. No tocante a isso, qual é o procedimento mais adequado?
Alternativas
Q4101706 Terapia Ocupacional
Um homem de 68 anos, com Doença de Parkinson há sete anos, apresenta períodos de boa fluidez motora alternados com lentificação importante. Relata dificuldade para levantar-se, iniciar o banho e atravessar portas, com episódios de freezing. Em ambientes com muitos estímulos, interrompe tarefas com frequência, embora saiba descrever a sequência das atividades. À luz da Terapia Ocupacional, assinale a alternativa devida. 
Alternativas
Q4101705 Terapia Ocupacional
Em crianças com Paralisia Cerebral, a prevenção de complicações secundárias é eixo importante da intervenção terapêutico-ocupacional. Referente a isso, indique a alternativa certa.
Alternativas
Q4101704 Terapia Ocupacional
 Na Doença de Parkinson, alterações nos circuitos dos gânglios da base repercutem no desempenho ocupacional. Considerando-se essa relação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4101703 Terapia Ocupacional
Ao analisar a evolução dos fundamentos da Terapia Ocupacional no Brasil, observa-se diálogo entre referenciais internacionais e demandas locais. Tendo em vista essa dinâmica, 7 assinale a alternativa mais adequada
Alternativas
Q4101702 Terapia Ocupacional
A obra de Nise da Silveira é, frequentemente, relacionada à História da Terapia Ocupacional no Brasil. Tendo em vista essa relação, marque a alternativa mais precisa.
Alternativas
Q4101701 Terapia Ocupacional
. No processo histórico de constituição da Terapia Ocupacional no Brasil, especialmente em sua interface com a saúde mental, o uso de atividades tensionou práticas psiquiátricas tradicionais. Considerando-se esse cenário, assinale a alternativa mais adequada.
Alternativas
Q4101695 Literatura
.Em Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Virgília. B- Quincas Borba. C- Marcela. D- Lobo Neves.
Coluna II.
1- Era boa moça, lépida sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes.
2- A beleza de...tinha agora um tom grandioso, que não possuía antes de casar. Era dessas figuras talhadas em pentélico, de um lavor nobre, rasgado e puro, tranquilamente bela, como as estátuas, mas não apática nem fria. Ao contrário, tinha o aspecto das naturezas cálidas e podia- 5 se dizer que, na realidade, resumia todo o amor.
3- Referiu-lhe que o decreto trazia a data de 13 e que esse número significava para ele uma recordação fúnebre. O pai morreu num dia 13, treze dias depois de um jantar em que havia treze pessoas. A casa em que morrera a mãe tinha o n.º13.
4- Voltou quatro meses depois, (...) Vinha demente. Contou-me que, para o fim de aperfeiçoar o Humanismo, queimara o manuscrito todo e ia recomeçá-lo.
Alternativas
Q4101694 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Eufemismo. B- Antítese. C- Hipérbole. D- Metáfora. E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Esperei por esta notícia a vida inteira. 2- Ela riu primeiro, depois chorou. 3- Tal notícia foi um banho de água fria. 4- A água não para de chorar. 5- Sua namorada tem excesso de peso.
Alternativas
Q4101690 Português
Tratando-se de concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4101689 Português
 Em significação das palavras, os pares antigo/velho; aberto/fechado; apóstrofe/apóstrofo; afim/a fim, são respectivamente
Alternativas
Q4101688 Português

Leia o texto para responder à questão.


A perca. (Martha Medeiros).


Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”


A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.


Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “inusitada” significa: 
Alternativas
Q4101687 Português

Leia o texto para responder à questão.


A perca. (Martha Medeiros).


Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”


A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.


Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (surpreendente, simplória, vocabulário), são respectivamente: 
Alternativas
Q4100283 Patologia
Paciente de 63 anos chega à consulta com queixa de vermelhidão e prurido nas mamas. Refere que nunca realizou mamografia e outros exames de acompanhamento e que sua mãe faleceu, precocemente, por causa de câncer de mama. Ao exame físico, observa-se o espessamento da região papilar e mamilar, com forte eritema local e um nódulo de aproximadamente 2 cm palpável em mama esquerda. Foi realizada a biopsia e nela observada células grandes, claras, com citoplasma abundante, núcleos grandes e nucléolos proeminentes. Qual é o provável resultado do anatomopatológico?
Alternativas
Q4100282 Medicina
O parto vaginal operatório, quando bem indicado e executado, apresenta menor índice de complicações maternas e neonatais do que cesarianas em período expulsivo. Quanto à técnica do fórcipe, quais são os tempos operatórios de sua aplicação? 
Alternativas
Q4100281 Medicina
Paciente vem em consulta referindo secreção vaginal amarelo-esverdeada, associada a ardência vaginal e disúria. Ao exame ginecológico, observa-se hiperemia das paredes vaginais e o colo edemaciado e com sufusões hemorrágicas, como uma “framboesa”. Qual é a principal hipótese diagnóstica e o tratamento? 
Alternativas
Respostas
401: B
402: D
403: C
404: D
405: D
406: C
407: C
408: A
409: C
410: B
411: C
412: B
413: A
414: A
415: B
416: B
417: C
418: B
419: B
420: A