Questões de Concurso
Para ufsc
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I. São instrumentos de implementação e operacionalização da logística reversa: Acordos Setoriais; Regulamentos expedidos pelo Poder Público; e Termos de compromisso.
II. O acordo setorial para implantação do sistema de logística reversa de embalagens em geral já vigora no Brasil há alguns anos. Por meio desse instrumento, fabricantes, importadores, comerciantes e distribuidores de embalagens e de produtos comercializados em embalagens se comprometem a trabalhar de forma conjunta para garantir a destinação final ambientalmente das embalagens que colocam no mercado. As embalagens, objeto do acordo setorial, podem ser compostas de papel e papelão, plástico, alumínio, aço, vidro, ou ainda pela combinação desses materiais, como as embalagens cartonadas longa vida, por exemplo.
III. A Logística Reversa é diferente de um plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS). A Logística Reversa é um processo de recuperação de resíduos após o consumo do produto e descarte dos materiais pelo cliente final, e o PGRS é um programa de gerenciamento de resíduos durante o processo produtivo.
IV. A Política de implementação de um processo de Logística Reversa se baseia em dois aspectos dos produtos para indicar a sua prioridade e obrigatoriedade: o volume de resíduos gerados pelo seu consumo e a sua periculosidade para o meio ambiente e as pessoas.
V. A política nacional de resíduos sólidos (PNRS) apresenta diferentes instrumentos para colaborar com o desenvolvimento sustentável, sendo que a Logística Reversa aparece na implementação da responsabilidade compartilhada dos resíduos. Outros exemplos de instrumentos da PNRS são o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) e o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos.
I. Responsabilizar-se pela retirada das embalagens do local de entrega e comprometer-se com a destinação ambientalmente adequada delas. Somente quando solicitado pela Contratante, os resíduos deverão ser deixados no local.
II. A empresa deverá apresentar Declaração de que está ciente de que terá́ que fazer a logística reversa da mesma quantidade de produto que for adquirida no prazo de até 60 dias após a entrega desse material.
III. Luz interna em LED, pois é a opção mais vantajosa nas questões de sustentabilidade, economia e durabilidade.
IV. A empresa deverá apresentar o Documento de Origem Florestal (DOF), instituído pela Portaria no 253, de 18/08/2006, do Ministério do Meio Ambiente, e pela Instrução Normativa IBAMA n° 112, de 21/08/2006, válido por todo o tempo e percurso do transporte e armazenamento, quando se tratar de produtos ou subprodutos florestais de origem nativa, que exijam tal licença obrigatória.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de ações e documentos que corresponde a exemplos de Etapas de Especificação; Habilitação; Aceitação; e Obrigações da Contratada respectivamente.
• O consumo médio do veículo elétrico é 20 kWh/100 km
• A emissão do veículo à combustão é de 180g CO2e/km
A produção de eletricidade de um país é uma composição de fontes energéticas conectadas (conforme exemplo hipotético abaixo), resultando em uma emissão média de 60g CO2e/kWh.
Considere as emissões de CO2e de diferentes fontes de produção de eletricidade, em que CO2e = CO2 equivalente.
• 1 kWh hidráulica: 4 g de CO2e
• 1 kWh nuclear: 6 g de CO2e
• 1 kWh eólica: 3 a 22 g de CO2e
• 1 kWh fotovoltaica: 60 a150 g de CO2e
• 1 kWh ciclo combinado: 427 g de CO2e
• 1 kWh gás natural: 883 g de CO2e
• 1 kWh óleo: 891 g de CO2e
• 1 kWh carvão: 978 g de CO2e
Nessas condições, a relação de emissões de CO2e do automóvel à combustão e do automóvel elétrico para percorrer uma mesma distância, considerando a fase de uso, será da ordem de 15.
Caso a produção de energia elétrica do país fosse exclusivamente à base de gás natural, qual seria a nova relação de emissão de CO2e entre o automóvel à combustão e o automóvel elétrico para percorrer 10.000 km (considerar a fração inteira)?
O poder público oferecerá o serviço à empresa que realize a atividade (segundo critérios definidos) ao menor preço (R$/tonelada) para uma determinada quantidade de resíduos sólidos anual.
A questão que a direção da empresa interessada se coloca é saber qual o valor a cobrar pelo serviço unitário (R$/tonelada).
Para tanto, fez um estudo considerando receitas (a tarifa cobrada por tonelada de resíduo recebida) e demais valores envolvidos (despesas operacionais, juros, amortização, depreciação, impostos, capital próprio investido, Taxa Mínima de Atratividade – TMA, período do contrato etc.).
O cálculo da tarifa referencial está relacionado ao equilíbrio do fluxo de caixa. Nesse contexto, é correto afirmar que o equilíbrio será alcançado quando:
I. Minimização de perdas de água de abastecimento.
II. Minimização do faturamento por necessidade de modicidade tarifária.
III. Minimização do consumo de energia e de produtos químicos.
IV. Minimização da ação do Estado quanto à regulação dos serviços.
V. Minimização de emissão de gases de efeito estufa.
Assinale a alternativa correta.
I. Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos sólidos urbanos.
II. Há quatro classes de resíduos da construção civil: Classe A, Classe B, Classe C e Classe D.
III. Na contratação dessa obra de construção, o Plano de Gerenciamento de Resíduo de Construção Civil – PGRCC, conforme determinado pelo CONAMA, deverá ser estruturado em conformidade com o modelo especificado pelos órgãos competentes.
IV. Os Planos de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil – PGRCC consideram as etapas de Caracterização; Triagem; Acondicionamento; Transporte; e Destinação.
V. Resíduos perigosos, oriundos do processo de construção da obra, tais como tintas, solventes e óleos, são denominados de “Classe A”.
I. Presença de matéria orgânica associada à cor verdadeira.
II. Presença de compostos inorgânicos, como ferro e manganês.
III. A temperatura da água e o pH.
I. Presença de compostos de ferro e compostos de manganês.
II. Presença de gases dissolvidos e variações na temperatura das águas subterrâneas.
III. Expansão do cone de rebaixamento, atingindo zonas com água de composição físico-química diferentes.
IV. Presença de ácido sulfâmico e fosfatos cristalinos.
I. As restingas fixadoras de dunas e os manguezais (considerados áreas de preservação permanente – APP em todo território nacional) fazem parte do Bioma Mata Atlântica em Santa Catarina.
II. Reserva Biológica e Estação Ecológica são categorias de APP de proteção integral.
III. Nas Unidades de Conservação (UC) de proteção integral, não é permitida a posse de propriedades privadas ou moradias.
IV. Ao redor da UFSC (campus no bairro Trindade), temos três Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Municipal do Manguezal do Itacorubi, APA da Baleia Franca e Parque Municipal do Maciço da costeira.
V. Todos os campi da UFSC em Santa Catarina estão inseridos no domínio da Mata Atlântica, Bioma protegido pela Lei n° 11.428/2006.
I. A avaliação de impacto ambiental é um estudo feito por técnicos competentes (peritos) para avaliar os efeitos de um dano ambiental.
II. A avaliação de risco ambiental é feita para prever impactos ambientais decorrentes da instalação e operação normal de um empreendimento.
III. A avaliação de impacto ambiental é um instrumento da PNMA que busca prever e ponderar impactos que ainda não ocorreram.
IV. Todas as atividades potencialmente poluidoras devem ser licenciadas pelo órgão do SISNAMA competente, necessitando de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), o qual deve ser apresentado no pedido da Licença Ambiental Prévia.
V. As atividades sujeitas ao licenciamento ambiental no Estado de Santa Catarina estão listadas na Resolução n° 98/2017 do CONSEMA, documento em que o tipo de estudo ambiental é indicado de acordo com o porte do empreendimento.