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Q3713325 Português
FUGA DO CÃO


Juliano Martinz


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?

    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.

    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.

     Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não lhe haviam ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

    Malditas laranjas suculentas, pensou! Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.

    Em certo momento, nem sentia as pernas eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.

    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.

    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.

     E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.

    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!


(Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/)
"Seus pais não lhe haviam ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

Em relação às palavras destacadas acima, no trecho transcrito do texto, assinale a alternativa que apresenta SINÔNIMOS para as mesmas, na mesma ordem em que aparecem. 
Alternativas
Q3713324 Português
FUGA DO CÃO


Juliano Martinz


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?

    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.

    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.

     Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não lhe haviam ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

    Malditas laranjas suculentas, pensou! Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.

    Em certo momento, nem sentia as pernas eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.

    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.

    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.

     E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.

    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!


(Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/)
Em relação ao texto acima, é CORRETO afirmar que ele apresenta 
Alternativas
Q3713321 Matemática
Considerando que A + B = 350, 5B = 250 e 2B = 100, qual é valor de A?
Alternativas
Q3713313 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)

"O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho."


A expressão "sacudir os ombros", que aparece na frase acima, é SINÔMIMA de:

Alternativas
Q3713312 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)

"Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata."


Pela descrição acima, é CORRETO afirmar que o personagem da história

Alternativas
Q3713311 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)
"Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora.
A frase acima foi reescrita de várias outras maneiras diferentes." Assinale a alternativa em que a forma reescrita apresenta o MESMO sentido da frase acima.
Alternativas
Q3713310 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)

"Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora."


A palavra destacada no trecho acima pode ser substituída CORRETAMENTE por

Alternativas
Q3713309 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)

Analise o emprego das palavras destacadas abaixo, nos dois trechos do texto: 

"Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai".

"Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira."

Em relação às palavras destacadas, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3713308 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)
Leia o trecho do texto abaixo:
    Depois gritou, com o espelho nas mãos:     - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?
Reescrevendo o trecho acima, fica CORRETA a seguinte alternativa:
Alternativas
Q3713307 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)
Leia atentamente as palavras abaixo:
homem - nada - longe - casinha - sapé - mata - cidade - loja - espelho
Assinale a alternativa que apresenta as mesmas palavras acima na ordem alfabética CORRETA. 
Alternativas
Q3713306 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)

"E aquele sorriso meio sem jeito?


A palavra destacada no trecho acima, retirado do texto, é SINÔNIMA de 

Alternativas
Q3713305 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)
Em relação ao espelho que o homem comprou, é CORRETO afirmar que ele 
Alternativas
Q3713304 Português
O CASO DO ESPELHO

Ricardo Azevedo

        Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:

        - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?

        - Isso é um espelho - explicou o dono da loja.

        - Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.

        Os olhos do homem ficaram molhados.

        - O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.

        O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.

        - É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?

        O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)

(Fonte: http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-comtextos-em-sala-de-aula.html)
O texto acima possui quantos personagens? 
Alternativas
Q3713286 Matemática
Considere um número inteiro com as seguintes características:
- É divisível somente por 1 e por ele mesmo; - Situa-se entre 50 e 100;  - A soma dos algarismos que o compõem é 8.

Existem quantos números que atendem a essas características?
Alternativas
Q3712695 Educação Física
Considerando os estudos complementares à cinesiologia, qual das alternativas abaixo descreve ADEQUADAMENTE a biomecânica?
Alternativas
Q3712694 Pedagogia
Qual é a compreensão da Educação Física enquanto componente curricular no contexto educacional brasileiro?
Alternativas
Q3712693 Educação Física
O esporte, historicamente, evoluiu como uma manifestação cultural ligada ao jogo, ao lazer e à competição. Suas regras e características foram sendo formalizadas ao longo do tempo. Quando inserido no contexto escolar através da Educação Física, o esporte adquire um caráter educativo, contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos.

Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.A Educação Física escolar busca apenas replicar as regras formais dos esportes.
PORQUE
II.A gênese do esporte está atrelada às regras institucionalizadas por organizações esportivas.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3712692 Educação Física
A respeito das abordagens da Educação Física escolar, avalie as afirmativas abaixo:

I.A abordagem desenvolvimentista centra-se exclusivamente na aquisição e aperfeiçoamento de habilidades motoras, desconsiderando aspectos sociopolíticos.
II.Na abordagem crítico-superadora, a cultura corporal de movimento é o principal eixo temático, abrangendo elementos como dança, ginástica e esporte.
III.A perspectiva construtivista-interacionista de ensino em Educação Física foca unicamente na competição esportiva, sem integrar outras formas de movimento.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3712691 Educação Física
A anatomia humana, juntamente com a biomecânica do movimento, desempenha um papel crucial na compreensão de como as estruturas corporais colaboram para gerar movimento. Esses estudos fornecem informações vitais para especialistas em saúde, profissionais de educação física, fisioterapeutas e outros. Dada essa introdução, avalie as afirmações a seguir e registre V para VERDADEIRA ou F para FALSA:

(__)No plano sagital, os movimentos opostos de flexão e extensão ocorrem em torno do eixo transverso.
(__)No movimento realizado no plano sagital, o eixo transverso é definido pela articulação do cotovelo.
(__)Em movimentos no plano sagital envolvendo o ombro, o eixo transverso é determinado pela articulação glenoumeral.

Assinale a alternativa que indica a VERACIDADE das afirmações:
Alternativas
Q3712690 Pedagogia
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os métodos de avaliação conforme as dimensões atitudinais, procedimentais e conceituais:

Coluna 1:
1.Avaliação atitudinal
2.Avaliação processual
3.Avaliação conceitual

Coluna 2:
(__)Analisa como os estudantes lidam com as situações das aulas e com os companheiros de sala.
(__)Percebe as habilidades dos estudantes nas tarefas e como realizam as atividades propostas.
(__)Está relacionada a como o conhecimento trabalhado em sala é compreendido e absorvido pelos estudantes.

Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA associação entre os elementos das colunas: 
Alternativas
Respostas
301: A
302: D
303: B
304: A
305: E
306: A
307: E
308: B
309: D
310: C
311: B
312: D
313: C
314: B
315: B
316: A
317: C
318: D
319: E
320: D