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Q3066818 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta acerca de como se constitui o Sistema Único de Saúde – SUS no âmbito da Lei Orgânica da Saúde (8080/90).
Alternativas
Q3066812 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.

GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Releia o fragmento do texto e responda: “O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio.” A palavra sublinhada está grafada com a letra L, mas pode também ser grafada com a letra U. As construções abaixo trazem as palavras MAL ou MAU, sendo que uma delas apresenta ERRO de grafia. Marque a alternativa em que isso acontece:
Alternativas
Q3066811 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.

GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Assinale a opção INCORRETA, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3066809 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.

GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Marque V para Verdadeiro e F para Falso e, em seguida, indique a sequência CORRETA:

( ) O personagem Décio não foge às contradições da condição humana, mergulha nelas e as enfrenta.
( ) Os dois homens bêbados, que se envolvem em incidentes distintos com Décio, são certamente a mesma pessoa.
( ) O contato com as contradições da condição humana causou implicações negativas para a formação poética e filosófica de Décio.
( ) A mãe de Décio o aconselhava, quando menino, a evitar a prática de atos de solidariedade que pudessem lhe causar prejuízos.
Alternativas
Q3066806 Matemática
Para estimular a atenção dos estudantes às expressões algébricas fracionárias, o professor Jorge propôs o seguinte desafio: Para salvar a jovem Bela do malfeitor, você terá uma única chance de apertar o botão correto.

Q40_1.png (355×233)

Ele consiste na solução da expressão a seguir:
Q40_2.png (162×47)

A jovem bela será salva se o botão acionado for o de número:
Alternativas
Q3066805 Matemática
Em uma escola municipal há 250 estudantes, dos quais 60% são do sexo feminino. Em uma enquete, a professora de matemática constatou que 20 estudantes do sexo masculino e 40 do sexo feminino nunca fizeram a prova da OBMEP. Um sorteio para estimular a participação na próxima OBMEP foi feito entre todos os estudantes da escola. Qual a probabilidade do estudante sorteado já ter feito a OBMEP?
Alternativas
Q3066804 Matemática
O telhado de uma escola deverá ser totalmente substituído. A empresa contratada garantia que a reforma seria muito rápida e que seus 8 funcionários, trabalhando 6 horas por dia, finalizariam a obra em apenas 4 dias. No entanto, ao iniciar a obra, a empresa escalou apenas 6 funcionários, disponíveis 4 horas por dia para esse serviço. Considerando-se que todos os funcionários dessa empresa têm a mesma eficiência no trabalho, em relação ao acordo inicialmente firmado, a conclusão da obra
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Q3066803 Matemática
A rampa de acessibilidade de uma escola tem sua elevação máxima de 2,10 metros de altura em relação ao piso de acesso. Um estudante percebeu, usando uma fita métrica e marcações com lápis, que os primeiros 3 metros percorridos na rampa o elevaram apenas 60 cm em relação ao piso de acesso.

Q37.png (437×133)

Ele calculou quantos metros ainda deverá percorrer sobre a rampa para atingir sua elevação máxima, chegando, corretamente, a:
Alternativas
Q3066802 Matemática
Alfredo deve cobrir uma parede retangular com porcelanato. Ele sabe que a parede tem a mesma área que o piso, no formato de triângulo isósceles, que há no jardim. Uma planta antiga indica que a parede tem lados medindo x + 3 por x, enquanto que o piso do jardim tem 28 metros de base por 5 metros de altura relativa à base, conforme ilustrado a seguir.

Q36_1.png (232×137) Q36_2.png (397×111)

As peças de porcelanato são quadrados de lado 50 cm. Cada caixa de porcelanato contém 7 peças. Nessas condições, desconsiderando possíveis desperdícios, qual a quantidade mínima de caixas de porcelanato necessárias para que Alfredo cubra toda a parede?
Alternativas
Q3066801 Matemática
A professora de matemática do 6º ano montou uma tabela, distribuindo as alturas dos 30 estudantes da turma A.

Q35.png (397×192)

De posse dos dados, a turma observou que a altura média é
Alternativas
Q3066800 Matemática
Joana produz alfajores em sua casa para vender no intervalo de suas aulas, oferecendo as delícias por R$ 2,50 cada. Uma receita, incluindo recheios e coberturas, equivale a um volume de 1440 π cm3 . Joana utiliza um molde padrão, no formato cilíndrico. Assim, seus alfajores saem todos muito parecidos, com 6 cm de diâmetro e 2 cm de altura, como ilustrado na figura.

Q34.png (248×172)

O custo médio de produção de cada alfajor é de R$ 1,40. Nessas condições, considerando não haver desperdício, a venda total dos alfajores produzidos em cada receita resultará em um lucro máximo de
Alternativas
Q3066799 Matemática
O maior número inteiro k que satisfaz a inequação 24–5.(k+3)>0 , é:
Alternativas
Q3066798 Matemática
Considere a circunferência representada na figura a seguir, com centro O e diâmetro 9,6 cm. Seja a medida do segmento Q32_2.png (28×22) igual a 3,2 cm e a reta suporte do segmento Q32_3.png (27×20) tangente à circunferência no ponto T.

Q32_1.png (198×245)

A área do triângulo ∆OTP mede, em cm2 ,
Alternativas
Q3066797 Matemática
Considere o trapézio isósceles ABCDEF em que AB = 25 cm, AF = 15 cm e BCEF é um quadrado de lado l.
Q31_1.png (322×167)

Seja MNPQ um retângulo com MN = PQ = FB = BC = CE = EF = l.
Q31_2.png (290×162)

Qual deverá ser a medida da base MQ = NP = m1, desse retângulo, para que sua área seja igual à área do trapézio?
Alternativas
Q3066796 Matemática
Um triângulo pitagórico é famoso por sua simplicidade nas proporções. Considere o triângulo ∆ ABC abaixo como sendo pitagórico e retângulo em A. As projeções dos catetos AB = 4 e AC = b sobre a hipotenusa BC = a são, respectivamente, m e 1,8.

Q30.png (317×175)

Dado que a simplicidade dos triângulos pitagóricos está em sua proporção 3, 4 e 5, com base nos dados da figura e nas relações métricas do triângulo retângulo, a altura h relativa à hipotenusa desse triângulo mede:
Alternativas
Q3066795 Matemática
Abraão, Beatriz e Cauã adoram competir em relação aos seus desempenhos no colégio. Em cada bimestre, disputam o melhor resultado no somatório das notas de quatro disciplinas. A competição, para esse bimestre, foi entre Matemática, Português, Ciências e Geografia. A tabela a seguir mostra alguns resultados.

Q29.png (402×103)

Abraão aguarda o resultado de matemática e Cauã o aguarda o resultado de português.
Com base na tabela, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3066794 Matemática
As figuras a seguir representam reta, semirreta e segmento de reta, não necessariamente nessa ordem.

Q28.png (251×130)

Com base na definição e notação adequadas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3066793 Matemática
O professor Euclides, de matemática, desenvolveu com seus alunos do oitavo ano, uma groma egípcia, instrumento rudimentar usado para topografia cerca de 2300 anos atrás. Claro que, para facilitar o uso, ele adaptou o instrumento que ficou mais parecido com um teodolito. A groma tem h = 1,20 de altura e o desafio foi determinar a altura H de um coqueiro em frente ao colégio. O ângulo formado entre a visada do topo do coqueiro e a horizontal é θ= 30° , quando o pé da groma se encontra a D = 20 metros da base do coqueiro, conforme a figura a seguir.

Q27.png (437×187)

O professor Euclides apresenta uma tabela trigonométrica em que sen30°= 0,5, cos30°= 0,87 e tan30°= 0,58.

Nessas condições, a altura estimada desse coqueiro é mais próxima de
Alternativas
Q3066792 Matemática

Joana decidiu pela compra de um Tablet SAMSUNG anunciado na imagem a seguir.


Q26.png (443×312)



O valor à vista fica R$ 977,68 enquanto que o valor a prazo pode ser parcelado em até 10 vezes sem juros, com parcelas mínimas de R$ 111,10, caso ela opte por dividir em 10 prestações. O desconto sobre o valor original, para quem opta pelo pagamento à vista, é de

Alternativas
Q3066791 Matemática
Visando uma alimentação mais saudável na merenda escolar, desde 2020 que a nova resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) estipula que, no mínimo, 75% dos recursos do PNAE deverão ser destinados à compra de alimentos in natura ou minimamente processados. Alimentos processados e ultra processados estão limitados a 20% do orçamento e ingredientes culinários, no máximo, 5%. Considere que o repasse diário em certa escola da Paraíba é de R$ 0,85 por aluno para a merenda escolar. Se há 1000 alunos matriculados, o valor diário destinado à compra de alimentos ultra processados não poderá ultrapassar
Alternativas
Respostas
3381: A
3382: C
3383: D
3384: B
3385: E
3386: B
3387: A
3388: C
3389: D
3390: B
3391: C
3392: D
3393: E
3394: A
3395: B
3396: C
3397: D
3398: A
3399: E
3400: D