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Q2406294 Português
Texto III


Eu – Clarice Lispector
Autor: Clarice Lispector

Sou composta por urgências:
minhas alegrias são intensas;
minhas tristezas, absolutas.
Entupo-me de ausências,
Esvazio-me de excessos.
Eu não caibo no estreito,
eu só vivo nos extremos.

Pouco não me serve,
médio não me satisfaz,
metades nunca foram meu forte!

Todos os grandes e pequenos momentos,
feitos com amor e com carinho,
são pra mim recordações eternas.
Palavras até me conquistam temporariamente…
Mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre.

Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir,
de entrar em contato…
Ou toca, ou não toca.

Clarice Lispector


Disponível em: https://analisedeletras.com.br/poesia/eu-claricelispector/
No primeiro verso do poema, o eu-lírico afirma ser “composta por urgências”. Assinale a alternativa em que se explica quais são essas urgências:
Alternativas
Q2406293 Português

Texto II


Posto, logo existo, de Martha Medeiros

Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo.


Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu 'cogito, ergo sum', pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo. Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.


Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização.


Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!!


O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.


Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.



Disponível em: https://www.itatiaia.com.br/noticia/posto-logo-existode-martha-medeiros

No texto II, a autora faz uso do termo “Antropofagia”. Sobre seu significado é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2406292 Português

Texto II


Posto, logo existo, de Martha Medeiros

Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo.


Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu 'cogito, ergo sum', pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo. Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.


Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização.


Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!!


O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.


Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.



Disponível em: https://www.itatiaia.com.br/noticia/posto-logo-existode-martha-medeiros

Assinale a alternativa em que há um testemunho pessoal da autora, contendo uma situação vivida por ela:
Alternativas
Q2406291 Português

Texto II


Posto, logo existo, de Martha Medeiros

Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo.


Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu 'cogito, ergo sum', pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo. Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.


Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização.


Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!!


O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.


Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.



Disponível em: https://www.itatiaia.com.br/noticia/posto-logo-existode-martha-medeiros

Assinale a alternativa que indica o referente da expressão “tudo” da frase posterior: “Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra”.
Alternativas
Q2406290 Português

Texto II


Posto, logo existo, de Martha Medeiros

Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo.


Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu 'cogito, ergo sum', pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo. Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.


Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização.


Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!!


O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.


Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.



Disponível em: https://www.itatiaia.com.br/noticia/posto-logo-existode-martha-medeiros

De acordo com o texto II, o motivo pelo qual a crônica poderia ter se originado foi: 
Alternativas
Q2406289 Português

Texto II


Posto, logo existo, de Martha Medeiros

Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo.


Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu 'cogito, ergo sum', pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo. Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.


Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização.


Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!!


O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.


Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.



Disponível em: https://www.itatiaia.com.br/noticia/posto-logo-existode-martha-medeiros

A crônica tem como temática principal:
Alternativas
Q2395196 Geografia
Leia texto abaixo e complete com a definição correta as lacunas:

A _____________ ocupa uma área de cerca de 844.453 quilômetros quadrados, o equivalente a 11% do território nacional. Engloba os estados Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais. Rico em biodiversidade, o bioma abriga 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 abelhas. (...) A ____________ tem um imenso potencial para a conservação de serviços ambientais, uso sustentável e bioprospecção que, se bem explorado, será decisivo para o desenvolvimento da região e do país. A biodiversidade da ______________ ampara diversas atividades econômicas voltadas para fins agrosilvopastoris e industriais, especialmente nos ramos farmacêutico, de cosméticos, químico e de alimentos.
Apesar da sua importância, o bioma tem sido desmatado de forma acelerada, principalmente nos últimos anos, devido principalmente ao consumo de lenha nativa, explorada de forma ilegal e insustentável, para fins domésticos e indústrias, ao sobrepastoreio e a conversão para pastagens e agricultura. Frente ao avançado desmatamento que chega a 46% da área do bioma, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). (...)
(Ministério do Meio Ambiente, 2018)
Alternativas
Q2395195 História e Geografia de Estados e Municípios
Em relação a história da Paraíba, marque V para Verdadeiro e F para Falso:

( ) Não houve escravidão de negros na Paraíba, apenas os índios foram utilizados como força de trabalho escravo, tanto é que o índice de negros na Paraíba é bem reduzido quando se compara a Bahia e Rio de Janeiro.

( ) Em determinado momento da história, o interior da Paraíba teve a função de abastecer o litoral canavieiro de alimentos.

( ) As plantações de cana-de-açúcar foram realizadas principalmente no Sertão Nordestino. 
Alternativas
Q2395194 História e Geografia de Estados e Municípios
Veja notícia abaixo e complete a lacuna com as corretas Mesorregiões da Paraíba:

Dezesseis cidades da Paraíba não registraram chuvas este ano, diz Aesa

Pelo menos 16 cidades da Paraíba não registraram chuvas neste ano, segundo dados disponibilizados pela Agência Executiva das Águas do Estado (Aesa) até esta terça-feira (18). A maioria dos municípios está no ______________e _______________. De acordo com a Aesa, as cidades que ainda não tiveram chuvas foram Tenório, São José dos Ramos, São José da Lagoa Tapada, Santo André, Santa Cecília, Riachão do Poço, Riachão, Queimadas, Lucena, Gurjão, Gado Bravo, Caturité, Casserengue, Barra de São Miguel, Aroeiras e Caldas Brandão.
(G1, 2017)
Alternativas
Q2395193 Geografia
Os Estados do Pará, Goiás e Piauí, são respectivamente das regiões:
Alternativas
Q2395192 Geografia
São regiões geográficas do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), exceto:
Alternativas
Q2395191 Conhecimentos Gerais
A poluição atmosférica é um dos grandes problemas que enfrentamos nos dias de hoje. Existem cidades do país, como São Paulo, que a expectativa de vida se reduziu em 2 anos devido à enorme poluição causada pelos automóveis. Diante disso, um dos principais gases poluidores emitidos pelos automóveis é o: 
Alternativas
Q2395190 Conhecimentos Gerais
São plantas ou árvores típicas do Sertão Nordestino:
Alternativas
Q2395189 Atualidades
Na atualidade, o sistema televisivo de comunicação tem perdido cada vez mais audiência para a internet, principalmente para os canais conhecidos como “streaming”. São plataformas de vídeo de internet, exceto:
Alternativas
Q2395188 Português
Leia trecho de música abaixo interpretada em português por Simone e originalmente musicada por John Lennon:

Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez Então é Natal, a festa Cristã Do velho e do novo, do amor como um todo Então bom Natal, e um ano novo também Que seja feliz quem souber o que é o bem Então é Natal, pro enfermo e pro são Pro rico e pro pobre, num só coração Então bom Natal, pro branco e pro negro Amarelo e vermelho, pra paz afinal Então bom Natal, e um ano novo também Que seja feliz quem, souber o que é o bem Então é Natal, o que a gente fez? O ano termina, e começa outra vez Então é Natal, a festa Cristã Do velho e do novo, o amor como um todo Então bom Natal, e um ano novo também Que seja feliz quem, souber o que é o bem
(Então é Natal, Simone)

Em relação a esta música, julgue V para Verdadeiro e F para Falso:
( ) A música fala sobre amor e união das pessoas, propagando a paz.
( ) A música apesar de falar sobre a paz, dissemina a desigualdade entre ricos e pobres.
( ) A música é um deboche da festa Cristã, já que o autor original desta música é John Lennon, artista declaradamente ateu. 
Alternativas
Q2395187 Atualidades
Leia texto abaixo:
“Em uma década, as mortes por acidentes envolvendo _____________cresceram 339,5% na Paraíba. No ano de 2004, morreram 81 pessoas, enquanto no ano passado houve 356 mortes em colisões, capotamentos e atropelamentos com_____________. Os dados preliminares são do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) registrado pelo DATASUS”.
(G1, 2015).

A palavra que melhor completa as lacunas acima é:
Alternativas
Q2395183 Noções de Informática
Quando um programa é instalado em um computador, ele fica armazenado no disco rígido. O computador mede a armazenagem em kbytes, em que 1 kbyte = 1 024 bytes. Qual o número de bytes de um computador que tem 64 kbytes?
Alternativas
Q2395174 Português
Marque a alternativa que apresenta apenas palavras acentuadas corretamente:
Alternativas
Q2395173 Português
A alternativa que apresenta apenas palavras escritas corretamente de acordo com a norma culta da língua portuguesa é:
Alternativas
Q2395172 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
Algumas palavras podem ter diferentes significados de acordo com o contexto em que são usadas. No trecho “Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão”, a palavra direito pode ser compreendida como:
Alternativas
Respostas
4481: B
4482: D
4483: D
4484: A
4485: B
4486: C
4487: E
4488: C
4489: B
4490: C
4491: A
4492: A
4493: B
4494: E
4495: C
4496: D
4497: A
4498: D
4499: B
4500: D