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Q2917233 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

De acordo com o ponto de vista da autora, a redução da jornada de trabalho

Alternativas
Q2917231 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

O texto coloca em discussão, principalmente, o/a

Alternativas
Q2917217 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Em “Tudo isso é tão velho quanto Darwin”, está explicitada uma relação de:

Alternativas
Q2917214 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Em “Alemão tinha tudo isso”, o termo destacado resume:

Alternativas
Q2917211 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Constitui referência de tempo no texto:

Alternativas
Q2917209 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Sobre a organização narrativa do texto, identifique as afirmativas corretas:

1. A história é narrada por alguém que assistiu ao fato, como indica o trecho “desta história real”.

2. No texto, a autora acrescenta à história a sua própria visão dos fatos.

3. A frase “Por que fugiram?” constitui fala do narrador que, assim, reproduz discurso de personagem.

4. A partir de “Por que fugiram?”, temos apenas reflexões e comentários da autora. 5. O desfecho da narrativa é constituído pelo fragmento “Os humanos fugiram apavorados”.

Estão corretas, apenas:

Alternativas
Q2915667 Psicologia

A respeito do tratamento psicanalítico de pessoas vítimas de situações traumáticas, considere as seguintes afirmativas:

1. A análise de pessoas com neurose traumática exige um setting mais móvel e atento ás singularidades e necessidades de cada paciente.

2. A psicanálise nesses casos começa por um trabalho preliminar que permita a criação de uma representação psíquica e a reinscrição do trauma.

3. A dessensibilização sistemática é uma das técnicas mais empregadas no tratamento psicanalítico das neuroses traumáticas.

4. Busca-se mudar a posição subjetiva do paciente com relação ao trauma, recuperando ou criando um sentido para o dano sofrido.

5. O objetivo principal do tratamento é revelar as conexões entre o evento traumático e as fantasias sexuais infantis.

Estão corretas apenas:

Alternativas
Q2915666 Psicologia

A neurose traumática é definida como um quadro que surge depois de fortes comoções, notadamente quando há perigo real de morte. A respeito da neurose traumática, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2915665 Psicologia

O Transtorno de Stress Pós-traumático se constitui numa resposta freqüente a situações ameaçadoras ou catastróficas. A respeito deste transtorno, considere as seguintes afirmativas.

1- Consiste de uma resposta retardada ou protraída a uma situação ou evento estressante.

2- Os sintomas típicos incluem a revivescência repetida do evento traumático sob a forma de lembranças invasivas ("flashbacks"), de sonhos ou de pesadelos.

3- Entre os sintomas desta síndrome existe habitualmente uma hiperatividade neurovegetativa, com hipervigilância, estado de alerta e insônia.

4- A presença de depressão ou ideação suicida é rara no Transtorno de Stress Pós-traumático.

5- A personalidade prévia do indivíduo não tem relação com a ocorrência ou evolução da síndrome.

Estão corretas apenas:

Alternativas
Q2915664 Psicologia
Após algumas situações de stress assiste-se a uma modificação duradoura da personalidade. Assinale entre as alternativas abaixo aquela que não se adequa aos critérios para o diagnóstico F62.0 - Modificação duradoura da personalidade após uma experiência catastrófica.
Alternativas
Q2915662 Psicologia

Nas situações de desastres freqüentemente as pessoas envolvidas têm que lidar com a morte inesperada de pessoas queridas. Sobre o trabalho de luto nesses casos, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2915658 Psicologia

As situações de estresse podem desencadear de alguns transtornos. Assinale a alternativa que não corresponde a um sintoma encontrado na Reação aguda ao "stress".

Alternativas
Q2915639 Psicologia

O estresse é definido como o conjunto de reações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para adaptação. Assinale a alternativa correta em relação ao estresse.

Alternativas
Q2915638 Psicologia

A respeito do diagnóstico psicológico considere as seguintes afirmativas:

1. Um diagnóstico bem formulado leva em conta aquilo que é especifico do sujeito, os aspectos típicos do grupo sociocultural de que faz parte e os elementos característicos da categoria nosográfica em que possivelmente está inserido.

2. Emprego de testes psicológicos, desde que corretamente escolhidos, permite uma completa avaliação da estrutura e dinâmica da personalidade do sujeito diagnosticado.

3. Toda atividade diagnóstica exclui a subjetividade da pessoa em análise, reduzindo-a a uma classificação em entidades nosográficas. 4. A elaboração do psicodiagnóstico inclui descrições e classificações que devem ser referidas ao marco teórico que orientou a avaliação do sujeito. 5. A escolha do instrumental de avaliação psicológica é realizada em função dos aspectos considerados mais relevantes no caso analisado.

Estão corretas apenas:

Alternativas
Q2915637 Psicologia

Sobre os questionários enquanto técnica de coleta de dados é incorreto afirmar

Alternativas
Q2915636 Psicologia

Sobre as pesquisas de levantamento utilizadas nas intervenções comunitárias, é incorreto afirmar

Alternativas
Q2915633 Psicologia

Com relação às pesquisas psicossociais, é incorreto afirmar

Alternativas
Q2915631 Psicologia

Aprisionados a uma representação que propõe a família nuclear burguesa como modelo universal de socialização, muitos psicólogos ao analisarem as famílias dos menores infratores utilizam com freqüência a expressão “família desestruturada”. Este tipo de avaliação indica que tais profissionais:

1. preocupam-se em compreender as características específicas de cada classe social.

2. valorizam as diferenças resultantes da singularidade de cada cultura ou subcultura.

3. tendem a patologizar o cotidiano das classes populares, favorecendo a produção de estigmas.

4. qualificam apenas a família burguesa como espaço de formação ética.

Estão corretas apenas:

Alternativas
Q2915629 Psicologia

Trabalhar com famílias considerando-as numa perspectiva sistêmica conduz o profissional a:

1. compreendê-la como sendo apenas o resultado da soma das subjetividades dos seus membros.

2. enfatizar a interação dentro dos sistemas e entre eles, assim, observar a interação entre os membros da família e desta com o meio.

3. conceber os sistemas humanos como organismos ecológicos - isto significa que a família interage com o meio e muda a partir desta interação.

4. reconhecer a importância do sistema de crenças e dos valores ecológicos e éticos – qualquer atividade com a família necessita de um conhecimento das suas crenças e valores. Não é desafiando as crenças que podemos ajudar as famílias.

Estão corretas apenas:

Alternativas
Q2915601 Psicologia

Dentro de uma perspectiva sistêmica, a família é compreendida como:

1. Matriz identitária de seus membros, conferindo-lhes um sentido de pertencimento e possibilitando a vivência da individuação em um movimento dialético.

2. Um sistema que reconstrói a realidade objetiva a partir do seu próprio conjunto de crenças, regras e mitos.

3. Um sistema que cumpre de forma exclusiva uma função externa de acomodação a uma cultura e transmissão dessa cultura.

4. Um sistema que cumpre tanto uma função externa, de acomodação a uma cultura e transmissão dessa cultura, quanto interna, de proteção psicossocial de seus membros

Estão corretas apenas:

Alternativas
Respostas
1581: A
1582: C
1583: D
1584: C
1585: B
1586: E
1587: B
1588: A
1589: A
1590: B
1591: A
1592: D
1593: E
1594: C
1595: C
1596: A
1597: B
1598: E
1599: E
1600: C