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Em comemoração ao dia da Pátria, realizou-se na quadra da Fundação Banco do Brasil, uma partida de basquetebol feminino disputada por professoras e alunas de uma Escola Municipal de Recife. A professora Karla Patrícia acertou x arremessos de 2 pontos e y arremessos de 3 pontos. Ela acertou, no total, 25 arremessos e marcou 55 pontos. Então, o número de arremessos de 3 pontos que ela acertou foi igual a:
A caixa d'água que abastece somente o bebedouro da Creche Nossa Senhora de Boa Viagem, mede 50 centímetros por 50 centímetros de base e 50 centímetros de altura. Um Agente Operacional, interessado, perguntou ao professor Rodrigo Cristian, qual a massa de água que a enche completamente? O professor explicou a diferença entre volume e massa e respondeu:
A piscina da Creche Nossa Senhora de Boa Viagem tem a forma de um paralelepípedo reto, com 50 metros de comprimento, 25 metros de largura, e 2 metros de profundidade. Na construção da piscina, foram feitas duas perguntas ao engenheiro responsável pela obra: 1ª - Qual a área de sua superfície? 2ª - Supondo que ao invés de água tivéssemos leite, quantas mamadeiras, de 250 mililitros, poderíamos encher com todo esse leite? O engenheiro, então, sem muito pensar, respondeu:
Três funcionários A, B e C, da Sede da Prefeitura de Recife, formaram uma sociedade. A entrou com R$ 24.000,00, B com R$ 30.000,00 e C com R$ 36.000,00. Depois de três meses tiveram um lucro de R$ 60.000,00. Então o lucro de cada funcionário A, B, e C, respectivamente no período, foi, em reais:
Nos assuntos da Estatística, o desvio de cada “valor dado” é a diferença entre o “valor dado” e a média aritmética desses “valores dados”. A variância é a média aritmética dos quadrados dos desvios e a raiz quadrada positiva da variância é denominada desvio padrão. As idades dos 5 técnicos em Informática da Secretaria de Administração, são 32, 35, 41, 43 e 49. Então, calculando-se o desvio padrão das idades desses técnicos, obtém-se:
A Secretaria de Administração da Prefeitura de Recife firmou convênio com uma empresa comercial sediada no município, visando a compra de eletrodomésticos por seus servidores. Assim que possível, o Técnico Rodrigo Cristian comprou um televisor LCD, com tela de 42 polegadas, por R$ 3.680,00 dando como entrada 1/ 4 do preço e dividindo o restante em 4 parcelas mensais, cujos valores formaram uma progressão aritmética de razão igual a R$ 40,00. Então, a última prestação paga pelo Técnico Rodrigo foi de:
A professora Karla Patrícia, ao proferir uma palestra para professores de 1ª à 4ª séries no Auditório da Escola Municipal Vasco da Gama sobre o ensino de Matemática, nessas séries, mostrou-se muito preocupada quanto ao aprendizado da divisão Euclideana de números inteiros, e, isto, despertou o interesse dos presentes relativamente ao aprofundamento dessas questões. Tanto é, que no encerramento dos trabalhos, um debate acadêmico foi gerado em torno do seguinte problema: numa divisão de dois números inteiros, se acrescentarmos 57 ao dividendo e 6 ao divisor, o quociente permanece inalterado e o resto é acrescido de 3. Qual é o quociente? Após várias intervenções, a professora explicou, com muita clareza, todas as passagens da resolução da questão, e finalmente concluiu: o quociente é igual a:
A Prefeitura de Recife adotará, no futuro, uma política de reposição salarial para os seus servidores promovendo reajustes de três em três meses, como fazem algumas empresas multinacionais. Já em 2009, em caráter excepcional, a Prefeitura concederá aos seus professores reajustes trimestrais, sendo que no 1º trimestre o reajuste será de 20%; no segundo, de 30%; no terceiro, de 35% e no quarto de 40%. Então, o aumento anual concedido pela Prefeitura será de:
A professora Karla Patrícia, ao ministrar uma aula para a 5ª série da Escola Municipal de Iputinga, dissertou para seus alunos, que na seqüência 2, 7, 12, 17, 22,... os termos aumentam de cinco em cinco unidades, enquanto na seqüência 3, 10, 17, 24, 31, ... os elementos aumentam de sete em sete unidades. Observou, porém, que o número 17 aparece nas duas seqüências. Então, desafiou seus alunos a determinarem o próximo número que aparecerá nessas seqüências. A aluna Ilma, envolvida com a questão, respondeu: professora, o próximo número é:
A menor escola municipal de Recife consome, em cada semestre letivo com seus alunos, 600 litros de água mineral, distribuídas em garrafas de 750 mililitros. Então, o número dessas garrafas é igual a:
A Secretaria de Educação de Recife encomendou ao IPAD 500 tampas de bancas escolares com o menor custo possível. Os Marceneiros do IPAD concluíram que o custo mínimo só seria possível, se as dimensões de cada tampa fossem equivalentes aos termos da fração N abaixo, tomados em centímetros:
As 500 tampas foram entregues à Secretaria ao preço de R$ 20,00 por metro quadrado. Então, o custo total para a Secretaria de Educação do Município de Recife foi de:
Numa Escola Municipal de Recife, a professora Lúcia é a titular de uma turma de 5ª série, onde 3/5 são constituídos de meninas. Se aumentarmos em 5 o número de meninas e de meninos, segue-se que:
Texto 3
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comida,
a gente quer comida, diversão e arte.
a gente não quer só comida,
a gente quer saída para qualquer parte.
(...)
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.
Compare o conteúdo da frase de uso geral “dinheiro não traz felicidade” com os versos:
a gente não quer só dinheiro,/ a gente quer dinheiro e felicidade./ a gente não quer só dinheiro,/ a gente quer inteiro e não pela metade.
Sobre o processo de intertextualidade evidenciado no texto, pode-se afirmar que o poema
Texto 3
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comida,
a gente quer comida, diversão e arte.
a gente não quer só comida,
a gente quer saída para qualquer parte.
(...)
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.
Sobre os aspectos formais, aqueles relacionados ao modo como o texto está organizado, pode-se afirmar que
Texto 3
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comida,
a gente quer comida, diversão e arte.
a gente não quer só comida,
a gente quer saída para qualquer parte.
(...)
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.
Você leu um trecho de uma conhecida canção do grupo Titãs. Sobre o tema de que trata o texto, pode-se afirmar que
Texto 2
Questão da jornada
No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.
A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?
(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)
O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.
LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.
Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.
Entre as duas posições discursivas que se opõem, a autora surge com um argumento que tenta desqualificar o seu oponente. Esse argumento aparece em:
Texto 2
Questão da jornada
No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.
A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?
(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)
O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.
LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.
Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.
A escolha de certas palavras acentua a postura da autora, por seu conteúdo crítico. Um bom exemplo desse uso, no texto, é o termo
Texto 2
Questão da jornada
No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.
A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?
(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)
O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.
LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.
Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.
Para reforçar a sua linha argumentativa, a autora recorre