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Q2034642 Português
Texto III
O ACESSO AO ENSINO PÚBLICO E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO POLÍTICA

     A educação se constitui como direito fundamental e essencial ao ser humano e diversos são os documentos que corroboram com tal afirmação. A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, afirma que “é direito de todo ser humano o acesso à educação básica”, assim como a Declaração Universal dos Direitos Humanos que estabelece que “toda pessoa tem direito à educação”.
     Apesar de estarmos em pleno século XXI, deparando-nos com inúmeras inovações tecnológicas, em que diversos ramos são modernizados, seja economicamente ou culturalmente, ainda convivemos com um grande problema que impede o pleno desenvolvimento do nosso país: a falta de investimento na área educacional, gerando a má qualidade desse serviço tão essencial para a plena cidadania.
   De acordo com pesquisas realizadas pela Unesco, constatou-se que milhões de pessoas ainda não têm acesso à educação, dentre as quais “ (..) mais de 100 milhões de crianças, entre elas 60 milhões são meninas, não têm acesso ao ensino primário e (..) o analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento”. (UNESCO, 1998). É importante sabermos que uma nação que investe na educação contribui ativamente para o crescimento econômico e o desenvolvimento social e cultural da sociedade e do país.
     Ainda tomando por base pesquisas da Unesco, verifica-se que a educação é um fator diferencial, uma vez que através dela os indivíduos têm maiores chances de conseguir trabalhos qualificados, além de participação ativa na vida democrática podendo, desta forma, ter pleno conhecimento dos seus direitos e deveres e usufruir dos mesmos.
   Infelizmente vivemos numa profunda crise no âmbito educacional, em que ainda grande parte da população não tem acesso ao ensino público de qualidade e os que o têm não adquirem conhecimentos considerados essenciais, por este apresentar insuficiências com relação a investimentos, má remuneração aos docentes que nele atuam e inexistência de comprometimento dos governantes com relação a esta causa.

Por Flávia Sales
Colunista Brasil Escola
Disponível em https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/oacesso-ao-ensino-publico-importancia-educacao.htm. Acesso em 18/05/2019
“...inexistência de comprometimento dos governantes com relação a esta causa”. A palavra “inexistência” recebe acento porque
Alternativas
Q2034641 Português
Texto III
O ACESSO AO ENSINO PÚBLICO E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO POLÍTICA

     A educação se constitui como direito fundamental e essencial ao ser humano e diversos são os documentos que corroboram com tal afirmação. A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, afirma que “é direito de todo ser humano o acesso à educação básica”, assim como a Declaração Universal dos Direitos Humanos que estabelece que “toda pessoa tem direito à educação”.
     Apesar de estarmos em pleno século XXI, deparando-nos com inúmeras inovações tecnológicas, em que diversos ramos são modernizados, seja economicamente ou culturalmente, ainda convivemos com um grande problema que impede o pleno desenvolvimento do nosso país: a falta de investimento na área educacional, gerando a má qualidade desse serviço tão essencial para a plena cidadania.
   De acordo com pesquisas realizadas pela Unesco, constatou-se que milhões de pessoas ainda não têm acesso à educação, dentre as quais “ (..) mais de 100 milhões de crianças, entre elas 60 milhões são meninas, não têm acesso ao ensino primário e (..) o analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento”. (UNESCO, 1998). É importante sabermos que uma nação que investe na educação contribui ativamente para o crescimento econômico e o desenvolvimento social e cultural da sociedade e do país.
     Ainda tomando por base pesquisas da Unesco, verifica-se que a educação é um fator diferencial, uma vez que através dela os indivíduos têm maiores chances de conseguir trabalhos qualificados, além de participação ativa na vida democrática podendo, desta forma, ter pleno conhecimento dos seus direitos e deveres e usufruir dos mesmos.
   Infelizmente vivemos numa profunda crise no âmbito educacional, em que ainda grande parte da população não tem acesso ao ensino público de qualidade e os que o têm não adquirem conhecimentos considerados essenciais, por este apresentar insuficiências com relação a investimentos, má remuneração aos docentes que nele atuam e inexistência de comprometimento dos governantes com relação a esta causa.

Por Flávia Sales
Colunista Brasil Escola
Disponível em https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/oacesso-ao-ensino-publico-importancia-educacao.htm. Acesso em 18/05/2019
Ao analisar o texto produzido por Flávia Sales, colunista Brasil Escola, percebe-se que é um texto de opinião porque
Alternativas
Q2034640 Português
Texto III
O ACESSO AO ENSINO PÚBLICO E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO POLÍTICA

     A educação se constitui como direito fundamental e essencial ao ser humano e diversos são os documentos que corroboram com tal afirmação. A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, afirma que “é direito de todo ser humano o acesso à educação básica”, assim como a Declaração Universal dos Direitos Humanos que estabelece que “toda pessoa tem direito à educação”.
     Apesar de estarmos em pleno século XXI, deparando-nos com inúmeras inovações tecnológicas, em que diversos ramos são modernizados, seja economicamente ou culturalmente, ainda convivemos com um grande problema que impede o pleno desenvolvimento do nosso país: a falta de investimento na área educacional, gerando a má qualidade desse serviço tão essencial para a plena cidadania.
   De acordo com pesquisas realizadas pela Unesco, constatou-se que milhões de pessoas ainda não têm acesso à educação, dentre as quais “ (..) mais de 100 milhões de crianças, entre elas 60 milhões são meninas, não têm acesso ao ensino primário e (..) o analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento”. (UNESCO, 1998). É importante sabermos que uma nação que investe na educação contribui ativamente para o crescimento econômico e o desenvolvimento social e cultural da sociedade e do país.
     Ainda tomando por base pesquisas da Unesco, verifica-se que a educação é um fator diferencial, uma vez que através dela os indivíduos têm maiores chances de conseguir trabalhos qualificados, além de participação ativa na vida democrática podendo, desta forma, ter pleno conhecimento dos seus direitos e deveres e usufruir dos mesmos.
   Infelizmente vivemos numa profunda crise no âmbito educacional, em que ainda grande parte da população não tem acesso ao ensino público de qualidade e os que o têm não adquirem conhecimentos considerados essenciais, por este apresentar insuficiências com relação a investimentos, má remuneração aos docentes que nele atuam e inexistência de comprometimento dos governantes com relação a esta causa.

Por Flávia Sales
Colunista Brasil Escola
Disponível em https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/oacesso-ao-ensino-publico-importancia-educacao.htm. Acesso em 18/05/2019
“Apesar de estarmos em pleno século XXI, deparando-nos com inúmeras inovações tecnológicas...”. De acordo com as regras de colocação pronominal, o pronome oblíquo “nos” está ocupando a posição denominada
Alternativas
Q2034639 Português
Com relação ao uso do sinal indicativo da crase na placa de trânsito acima, pode-se afirmar que

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em http://redebonja.cbj.g12.br/ielusc/revi_2005/revi_mod_reg.php?id=7094. Acesso em 06/05/2019.
Alternativas
Q2034638 Português
Texto II

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O EMPREGO

   Um dos debates mais intrigantes do momento é sobre o futuro do emprego. O uso intensivo da tecnologia da informação, da inteligência artificial e das máquinas que aprendem vai implicar o fim do emprego formal? São sombrias as perspectivas? A maior parte das pessoas vai precisar de transferências governamentais para sobreviver?
     É uma questão em aberto e que vai necessitar um considerável esforço da sociedade e dos governos para que o desfecho seja positivo. Deixar ao sabor das forças de mercado, sem nenhuma intervenção governamental, não parece definitivamente o melhor caminho. É que as empresas buscam maximizar o lucro e para tanto vão dar preferência a modelos que reduzam os custos, sem maiores preocupações com a perda dos postos de trabalho. Relevante, portanto, o papel do setor público: embora não deva obviamente impedir o progresso tecnológico, há de assegurar que esse progresso seja inclusivo, implicando a geração de empregos de alta qualidade, com bons salários.
    Em um excelente artigo (Where do good jobs come from? Project Syndicate, 26/04/19), Daron Acemoglu defende que o governo invista em educação e em tecnologias de base, a exemplo do ocorreu com a internet, cuja criação e desenvolvimento deveram-se majoritariamente a esforços governamentais. Além disso, deve criar um sistema de proteção para os trabalhadores e um sistema tributário que, entre outras funções, observe o seu papel redistributivo. O autor exemplifica com as ações governamentais do pós-guerra, em que diversos países implementaram medidas nessa direção com muito sucesso.
      Pensar de forma ideológica costuma atrapalhar a adoção de boas políticas públicas. Muitos liberais vão argumentar com a resposta pronta de que o governo deve interferir o mínimo possível no atual cenário econômico. Em vez de ideologia, observar o que funciona e o que não funciona costuma ser muito mais útil. Gerar empregos de qualidade no mundo da inteligência artificial e da robótica é um grande desafio, exigindo respostas pragmáticas e efetivas.

EDILBERTO CARLOS PONTES LIMA
Disponível em https://www.opovo.com.br/jornal/opiniao/2019/05/02/inteligenciaartificial-e-o-emprego.html. Acesso em 03/05/2019.
“O uso intensivo da tecnologia da informação, da inteligência artificial e das máquinas que aprendem vai implicar o fim do emprego formal?”. No período em evidência, é correto afirmar sobre a concordância do verbo “vai” que
Alternativas
Q2034637 Português
Texto II

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O EMPREGO

   Um dos debates mais intrigantes do momento é sobre o futuro do emprego. O uso intensivo da tecnologia da informação, da inteligência artificial e das máquinas que aprendem vai implicar o fim do emprego formal? São sombrias as perspectivas? A maior parte das pessoas vai precisar de transferências governamentais para sobreviver?
     É uma questão em aberto e que vai necessitar um considerável esforço da sociedade e dos governos para que o desfecho seja positivo. Deixar ao sabor das forças de mercado, sem nenhuma intervenção governamental, não parece definitivamente o melhor caminho. É que as empresas buscam maximizar o lucro e para tanto vão dar preferência a modelos que reduzam os custos, sem maiores preocupações com a perda dos postos de trabalho. Relevante, portanto, o papel do setor público: embora não deva obviamente impedir o progresso tecnológico, há de assegurar que esse progresso seja inclusivo, implicando a geração de empregos de alta qualidade, com bons salários.
    Em um excelente artigo (Where do good jobs come from? Project Syndicate, 26/04/19), Daron Acemoglu defende que o governo invista em educação e em tecnologias de base, a exemplo do ocorreu com a internet, cuja criação e desenvolvimento deveram-se majoritariamente a esforços governamentais. Além disso, deve criar um sistema de proteção para os trabalhadores e um sistema tributário que, entre outras funções, observe o seu papel redistributivo. O autor exemplifica com as ações governamentais do pós-guerra, em que diversos países implementaram medidas nessa direção com muito sucesso.
      Pensar de forma ideológica costuma atrapalhar a adoção de boas políticas públicas. Muitos liberais vão argumentar com a resposta pronta de que o governo deve interferir o mínimo possível no atual cenário econômico. Em vez de ideologia, observar o que funciona e o que não funciona costuma ser muito mais útil. Gerar empregos de qualidade no mundo da inteligência artificial e da robótica é um grande desafio, exigindo respostas pragmáticas e efetivas.

EDILBERTO CARLOS PONTES LIMA
Disponível em https://www.opovo.com.br/jornal/opiniao/2019/05/02/inteligenciaartificial-e-o-emprego.html. Acesso em 03/05/2019.
No trecho, “...cuja criação e desenvolvimento deveram-se majoritariamente a esforços governamentais”, a colocação do pronome oblíquo destacado pode ser justificada pela ocorrência
Alternativas
Q2034636 Português
Texto II

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O EMPREGO

   Um dos debates mais intrigantes do momento é sobre o futuro do emprego. O uso intensivo da tecnologia da informação, da inteligência artificial e das máquinas que aprendem vai implicar o fim do emprego formal? São sombrias as perspectivas? A maior parte das pessoas vai precisar de transferências governamentais para sobreviver?
     É uma questão em aberto e que vai necessitar um considerável esforço da sociedade e dos governos para que o desfecho seja positivo. Deixar ao sabor das forças de mercado, sem nenhuma intervenção governamental, não parece definitivamente o melhor caminho. É que as empresas buscam maximizar o lucro e para tanto vão dar preferência a modelos que reduzam os custos, sem maiores preocupações com a perda dos postos de trabalho. Relevante, portanto, o papel do setor público: embora não deva obviamente impedir o progresso tecnológico, há de assegurar que esse progresso seja inclusivo, implicando a geração de empregos de alta qualidade, com bons salários.
    Em um excelente artigo (Where do good jobs come from? Project Syndicate, 26/04/19), Daron Acemoglu defende que o governo invista em educação e em tecnologias de base, a exemplo do ocorreu com a internet, cuja criação e desenvolvimento deveram-se majoritariamente a esforços governamentais. Além disso, deve criar um sistema de proteção para os trabalhadores e um sistema tributário que, entre outras funções, observe o seu papel redistributivo. O autor exemplifica com as ações governamentais do pós-guerra, em que diversos países implementaram medidas nessa direção com muito sucesso.
      Pensar de forma ideológica costuma atrapalhar a adoção de boas políticas públicas. Muitos liberais vão argumentar com a resposta pronta de que o governo deve interferir o mínimo possível no atual cenário econômico. Em vez de ideologia, observar o que funciona e o que não funciona costuma ser muito mais útil. Gerar empregos de qualidade no mundo da inteligência artificial e da robótica é um grande desafio, exigindo respostas pragmáticas e efetivas.

EDILBERTO CARLOS PONTES LIMA
Disponível em https://www.opovo.com.br/jornal/opiniao/2019/05/02/inteligenciaartificial-e-o-emprego.html. Acesso em 03/05/2019.
Segundo as opiniões de Edilberto Carlos sobre a inteligência artificial e o emprego, pode-se afirmar que 
Alternativas
Q2034634 Português
TEXTO I

“AS POSSIBILIDADES PERDIDAS”

Janeiro 25, 2016

     Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: “Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
      Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
     Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
     Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
     Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
     Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Texto original de Martha Medeiros
Disponível em https://www.revistapazes.com/perdidasmarthamedeiros/. Acesso em 30/04/2019.
“Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida”. A preposição “por” inicia um complemento que foi exigido:
Alternativas
Q2034631 Português
TEXTO I

“AS POSSIBILIDADES PERDIDAS”

Janeiro 25, 2016

     Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: “Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
      Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
     Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
     Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
     Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
     Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Texto original de Martha Medeiros
Disponível em https://www.revistapazes.com/perdidasmarthamedeiros/. Acesso em 30/04/2019.
“Sofremos por quê?”. O ponto de interrogação utilizado na frase em destaque apresenta a função de: 
Alternativas
Q2034630 Português
TEXTO I

“AS POSSIBILIDADES PERDIDAS”

Janeiro 25, 2016

     Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: “Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
      Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
     Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
     Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
     Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
     Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Texto original de Martha Medeiros
Disponível em https://www.revistapazes.com/perdidasmarthamedeiros/. Acesso em 30/04/2019.
Em “...por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos...”, o verbo grifado indica:
Alternativas
Q2034629 Português
TEXTO I

“AS POSSIBILIDADES PERDIDAS”

Janeiro 25, 2016

     Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: “Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
      Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
     Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
     Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
     Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
     Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Texto original de Martha Medeiros
Disponível em https://www.revistapazes.com/perdidasmarthamedeiros/. Acesso em 30/04/2019.
“O que dói é a vida que não se vive”. Assim como no verso de Emílio Moura, o texto da Martha Medeiros é construído com base em
Alternativas
Q2029647 Conhecimentos Gerais
Frente parlamentar para monitorar energia elétrica no Norte é
aprovada na CDR

     A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta quarta-feira (24) a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Consumidor de Energia Elétrica da Região Norte. O autor do Projeto de Resolução do Senado (PRS 24/2019), senador Zequinha Marinho (PSC-PA), justifica a proposta pela baixa qualidade dos serviços prestados pelas concessionárias de energia elétrica, bem como pelos últimos reajustes na tarifa. O projeto segue para análise da Comissão Diretora do Senado.
     Entre os objetivos da frente parlamentar está o acompanhamento das políticas e ações que envolvam o fornecimento de energia elétrica para a população da Região Norte, promover debates seminários e eventos pertinentes ao tema, divulgando resultados e defender os temas de interesse do consumidor de energia elétrica, sejam relacionados à falta de infraestrutura para o fornecimento do serviço, ou à qualidade da energia já oferecida em determinadas regiões.
     O relator da medida na CDR, senador Lucas Barreto (PSDAP), defendeu a instalação da frente, que deverá ser presidida por um senador.
     — Nos últimos anos, foram privatizadas diversas empresas de distribuição de energia elétrica, como é o caso da Eletrobras Distribuição Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Portanto, a presença do Poder Público, ainda que por via da atuação de frentes parlamentares, é importante e necessária para a manutenção das condições de prestação dos serviços públicos de energia elétrica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Senado Notícias.
Disponível em:
<https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/04/24/frenteparlamentar-para-monitorar-energia-eletrica-no-norte-e-aprovada-nacdr>.
Acesso em: 23/04/2019.  
A preocupação do senador Lucas Barreto sobre a distribuição de energia elétrica pelas empresas recém-privatizadas pode ser considerada:  
Alternativas
Q2029645 Conhecimentos Gerais
Sobre a escravidão brasileira, atribua “V” se verdadeiro ou “F” se falso para as sentenças a seguir:
( ) A escravidão brasileira durou entre o período colonial e do Brasil Império e acabou no período da regência, quando se instalou uma série de conflitos no país.
( ) A escravidão indígena foi abolida por Portugal por meio da Carta Régia emitida em 1570.
( ) A Lei Visconde de Rio Branco, promulgada em 28 de setembro de 1871, considerava livres todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir da data da lei.
( ) Em outubro de 2016 o Brasil foi o primeiro país da América a ser condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por tolerar a prática de trabalho escravo moderno e o tráfico de pessoas.
A sequência correta, no sentido de cima para baixo, é:  
Alternativas
Q2029644 Conhecimentos Gerais
A gestão dos resíduos sólidos (lixo) é um dos maiores problemas ambientais do mundo. Assinale abaixo a alternativa incorreta em relação ao manuseio adequado dos resíduos sólidos: 
Alternativas
Q2029643 Conhecimentos Gerais
A ideia de desenvolvimento sustentável tem sido cada vez mais discutida junto às questões que se referem ao crescimento econômico. De acordo com este conceito, considera-se que: 
Alternativas
Q2029642 Biologia
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2029641 Conhecimentos Gerais
No dia 17 de abril de 2019, Alan García tirou sua própria vida, com um tiro na cabeça, quando policiais foram a sua casa para prendê-lo, sobre a acusação de fazer parte da Lava-Jato peruana, no caso Odebrecht. Assinale a alternativa que indica corretamente o cargo ocupado por Alan García: 
Alternativas
Q2029640 Conhecimentos Gerais
“Um compromisso internacional discutido entre 195 países com o objetivo de minimizar as consequências do aquecimento global foi adotado durante a Conferência das Partes - COP 21, no ano de 2015. Tem como objetivo fortalecer a resposta global à ameaça das mudanças climáticas. Resumidamente consiste em manter a temperatura média da Terra abaixo de 2°C acima dos níveis pré-industriais, além de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura até 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. No que diz respeito ao financiamento climático, determina que os países desenvolvidos deverão investir 100 bilhões de dólares por ano em medidas de combate à mudança do clima e adaptação, em países em desenvolvimento. Uma novidade no âmbito do apoio financeiro é a possibilidade de financiamento entre países em desenvolvimento, chamada “cooperação Sul-Sul”, o que amplia a base de financiadores dos projetos.”
Texto adaptado. Fonte: http://www.mma.gov.br/clima/
O texto acima refere-se a qual tratado internacional?  
Alternativas
Q2029639 Conhecimentos Gerais
“Seus programas de armas nucleares e mísseis balísticos permanecem intactos, e a capital do país usa aeroportos e outras instalações para proteger suas armas contra possíveis ataques”, disse um painel da ONU em relatório enviado ao Conselho de Segurança. O país adquiriu remessas ilegais de produtos petrolíferos, vendeu carvão, apesar da proibição imposta pela ONU, e violou um embargo de armas. "Seu programa nuclear e de mísseis balísticos continua intacto", informou o relatório. "O painel descobriu que estão usando instalações civis, incluindo aeroportos, para montar mísseis balísticos e testá-los com o objetivo de efetivamente evitar atentados à 'decapitação' ".
Texto adaptado. Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/02/05/
O governo dos Estados Unidos promoveu severas sanções econômicas em retaliação aos testes nucleares e vários lançamentos de mísseis balísticos realizados por qual país? 
Alternativas
Q2029638 Conhecimentos Gerais
O desastre ambiental em Brumadinho ocorreu em razão do rompimento de uma barragem da Vale, o que causou a liberação de vários litros de lama e a morte de várias pessoas. Quanto ao tema, analise os itens a seguir:
I. A barragem em Brumadinho rompeu-se no início da tarde de uma sexta-feira (25 de janeiro de 2019). Apesar do sinal de alerta emitido, muitas pessoas não conseguiram deixar o local a tempo.
II. A grande quantidade de rejeitos e a velocidade em que foram liberados fez com que a lama destruísse grande parte da vegetação local, causando a morte de diversas espécies de animais. A região abrigava uma grande área remanescente da Mata Atlântica, um bioma com grande biodiversidade.
III. Impacto ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população.
IV. O Instituto Inhotim, considerado o maior museu a céu aberto do mundo e sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil, foi destruído, assim como a Igreja de São Bento, padroeiro do lugarejo, que foi arrasada pela lama.
Analisados os itens, pode-se afirmar corretamente que: 
Alternativas
Respostas
6201: A
6202: C
6203: A
6204: D
6205: B
6206: C
6207: D
6208: C
6209: D
6210: C
6211: A
6212: C
6213: A
6214: B
6215: D
6216: C
6217: A
6218: B
6219: C
6220: D