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I. Se o adulto for pego atravessando a fronteira sem um visto, ele é levado a um centro de detenção de imigrantes, apresentado a um juiz para que o seu caso seja avaliado; II. As detenções são por tempo definido em dois anos; III. Como as crianças não podem ser mantidas nas instalações com adultos, elas são separadas dos pais e levadas a abrigos, enquanto o processo corre na Justiça; IV. Crianças correm o risco de deportação imediata ou de meses em detenção.
Estão corretas:
Analise a sequência numérica a seguir:
70, 71, 700, 701, 7000, 7001, ...
Sabendo que a sequência cresce infinitamente qual o valor do 10º termo menos o 7º termo?
Eu te darei um presente ou comprarei uma viagem.
Sobre a proposição acima marque a alternativa que torna a preposição disjuntiva falsa.
I. Uma proposição sempre será somente verdadeira. (Princípio da Identidade); II.Uma proposição ou será falsa ou será verdadeira não existe outra possibilidade. (Princípio do Terceiro Excluído); III. Uma proposição não pode ser verdadeira ou falsa ao mesmo tempo. (Princípio da não contradição).
Estão corretas:
Vozes de um túmulo
Morri! E a Terra — a mãe comum — o brilho
Destes meus olhos apagou!… Assim
Tântalo, aos reais convivas, num festim,
Serviu as carnes do seu próprio filho!
Por que para este cemitério vim?!
Por quê?! Antes da vida o angusto trilho
Palmilhasse, do que este que palmilho
E que me assombra, porque não tem fim!
No ardor do sonho que o fronema exalta
Construí de orgulho ênea pirâmide alta,
Hoje, porém, que se desmoronou
A pirâmide real do meu orgulho,
Hoje que apenas sou matéria e entulho
Tenho consciência de que nada sou!
Vozes de um túmulo
Morri! E a Terra — a mãe comum — o brilho
Destes meus olhos apagou!… Assim
Tântalo, aos reais convivas, num festim,
Serviu as carnes do seu próprio filho!
Por que para este cemitério vim?!
Por quê?! Antes da vida o angusto trilho
Palmilhasse, do que este que palmilho
E que me assombra, porque não tem fim!
No ardor do sonho que o fronema exalta
Construí de orgulho ênea pirâmide alta,
Hoje, porém, que se desmoronou
A pirâmide real do meu orgulho,
Hoje que apenas sou matéria e entulho
Tenho consciência de que nada sou!
Vozes de um túmulo
Morri! E a Terra — a mãe comum — o brilho
Destes meus olhos apagou!… Assim
Tântalo, aos reais convivas, num festim,
Serviu as carnes do seu próprio filho!
Por que para este cemitério vim?!
Por quê?! Antes da vida o angusto trilho
Palmilhasse, do que este que palmilho
E que me assombra, porque não tem fim!
No ardor do sonho que o fronema exalta
Construí de orgulho ênea pirâmide alta,
Hoje, porém, que se desmoronou
A pirâmide real do meu orgulho,
Hoje que apenas sou matéria e entulho
Tenho consciência de que nada sou!
