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Q3502094 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
Serão um dia as máquinas computacionais capazes de gerar uma linguagem na qual se manifeste a plena subjetividade humana?
A redação da frase acima permanecerá coerente e correta na seguinte reconstrução:
Alternativas
Q3502093 Português
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[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q3502092 Português
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[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
Máquinas computacionais logo terão desenvolvido sua plena capacidade de criação.
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante deverá ser
Alternativas
Q3502091 Português
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[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
Admite-se no texto a possibilidade de surgir uma máquina literária com características de fato subjetivas, tal como se depreende, por exemplo, do que está expresso no segmento 
Alternativas
Q3502090 Português
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[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
A pergunta específica referida no início do 3º parágrafo diz respeito 
Alternativas
Q3502089 Português
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[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
Considera-se que a linguagem é a mais complicada e imprevisível das máquinas criadas pelo homem
Alternativas
Q3502088 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3495987 Biblioteconomia
Um procurador de justiça dirige-se ao balcão de referência de uma biblioteca jurídica:

- Por favor. preciso de informações sobre a contribuição do jurista Miguel Reale ao direito brasileiro.

Este é um tipo de consulta conhecido 
Alternativas
Q3495986 Biblioteconomia
Último passo do processo de seleção, dá início ao processo de aquisição. Trata-se da 
Alternativas
Q3495985 Biblioteconomia
Na área de desenvolvimento de coleções, a aplicação dos critérios de seleção é feita por meio de indicadores. Por exemplo, ao critério conveniência correspondem os seguintes indicadores: 
Alternativas
Q3495984 Biblioteconomia
Considere as afirmativas a seguir sobre a taxonomia na organização do conhecimento.

I. Foi criada para organizar as coleções de bibliotecas.
II. Trata-se de uma coleção de termos de vocabulário controlado organizada em uma estrutura hierárquica.
III. Sua aplicação se dá no ambiente web e nas organizações corporativas.
IV. Uma de suas características é apresentar uma estrutura dinâmica. É usada para a indexação e a recuperação de documentos.
V. É usada para a indexação e a recuperação de documentos.

Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q3495983 Biblioteconomia
De acordo com as estratégias de preservação usadas em bibliotecas digitais e suas respectivas características, considere:

Estratégias de preservação

I. Migração.
II. Emulação.
III. Pedra de Rosetta Digital.
IV. Preservação da Tecnologia. 

Características

( ) Reproduz objetos digitais em suportes analógicos.
( ) Conserva hardware e software para garantir a fidedignidade dos objetos digitais.
( ) Desenvolve sistemas que funcionam da mesma forma que outros softwares já obsoletos.
( ) Transfere a informação para novos formatos, preservando o conteúdo intelectual.

A sequência correta, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3495982 Biblioteconomia
De acordo com os tipos de linguagem documentária e suas respectivas características, considere:

Tipos de Linguagem

I. Natural ou Livre.
II. Controlada ou de Indexação.

Características

( ) Menor flexibilidade.
( ) Maior precisão.
( ) Maior revocação.
( ) Maior especificidade.
( ) Menor atualidade.
( ) Maior redundância.

A sequência correta, de cima para baixo, é:  
Alternativas
Q3495981 Biblioteconomia
Entre as funções de um resumo documentário, encontram-se:

I. Atuar como substituto do documento original.
II. Facilitar a indexação.
III. Ajudar na busca retrospectiva e na recuperação da informação.

Ocorre que 
Alternativas
Q3495980 Biblioteconomia
Considere os dados a seguir:

Tributação e gênero / Lana Borges / Ed. Fórum - centrada no direito, esta obra interdisciplinar aborda as relações entre tributação extrafiscal e disparidade de gênero.

Ao classificar 0 item de acordo com a Classificação Decimal de Dewey (CDD), a bibliotecária

I. recorreu à regra de aplicação, considerando que o item discorre sobre dois assuntos diferentes e um deles influi no outro.
II. optou pela regra do tratamento mais completo, pois o item trata de assuntos do ponto de vista de disciplinas diferentes.
III. empregou a regra do primeiro de dois, visto que o item aborda os dois assuntos de maneira semelhante e um não influi no outro.

Ocorre que a bibliotecária 
Alternativas
Q3495979 Biblioteconomia
O tesauro apareceu em fins da década de 1950 e, por utilizar uma linguagem controlada mais próxima da linguagem natural, terminológica e não notacional ou simbólica, parecia mais próximo de satisfazer as necessidades crescentes de informação por permitir um tratamento dos conteúdos temáticos de um modo mais específico, ao nível do conceito, sem que se perdesse a rede de relações semânticas do termo correspondente ao conceito por ele representado.

A afirmativa está 
Alternativas
Q3495978 Biblioteconomia
Considere as afirmativas a seguir sobre a Classificação Decimal de Direito (CDDir), de Doris de Queiroz Carvalho.

I. A quarta edição revista e atualizada alterou extensivamente a estrutura da obra, O que acarretou uma complexa reorganização das bibliotecas usuárias do sistema.
II. A proposta para uma nova revisão e publicação da quinta edição é de iniciativa da Biblioteca do Senado Federal.
III. O esquema utiliza apenas cinco subdivisões para Direito: 341 - Direito Público; 342 - Direito Privado; 343 - Direito Canônico; 344 - Direito Romano; e 345 - Direito Internacional.
IV. A Rede Virtual de Bibliotecas - RVBI utiliza a CDDir como padrão de seu catálogo coletivo, assim como na Bibliografia Brasileira de Direito.
V. A Biblioteca do Congresso criou o código “cddir”" na lista de fontes de esquemas de classificação, de modo a permitir que os números de classificação deste esquema sejam identificados no campo 084 de um registro de metadados.

Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q3495977 Biblioteconomia
Um dos elementos-chave do RDA (Recursos: Descrição e Acesso) é o fato de estabelecer uma linha clara de separação entre O registro de dados e a apresentação de dados. O foco principal do RDA será fornecer diretrizes e instruções sobre o registro de dados de modo a refletir os atributos e os relacionamentos das entidades definidas pelos FRBR e ISBD.

A afirmativa está  
Alternativas
Q3495976 Biblioteconomia
De acordo com os tipos de classificação bibliográfica e suas respectivas características e exemplos, considere:

Tipos de Classificação Bibliográfica

I. Enumerativos.
II. Quase-enumerativos.
III. Quase facetados.
IV. Facetados.  

Características e exemplos

( ) Classificação dos Dois Pontos.
( ) Classificação Decimal de Dewey.
( ) Apresentam uma única tabela exaustiva de assuntos simples.
( ) Apresentam tabelas de assuntos simples, tabelas de subdivisões comuns e de subdivisões especiais.
( ) Apresentam uma tabela de assuntos simples e compostos complementada por tabelas de subdivisões comuns e de subdivisões especiais.
( ) Apresentam uma tabela de assuntos simples e compostos auxiliada por tabelas de subdivisões comuns.

A sequência correta, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3495975 Biblioteconomia
Considere os dados a seguir:

Repertório de jurisprudência: julgados relatados pelos magistrados integrantes das câmaras de Direito Privado e de Direito Empresarial do Superior Tribunal de Justiça / coordenação Grupo de Apoio ao Direito Privado. — Brasília : STJ, 2021.

Uma bibliotecária, corretamente, determinou como entrada principal e secundária do item, nessa ordem, o
Alternativas
Respostas
4221: C
4222: B
4223: E
4224: E
4225: A
4226: E
4227: D
4228: C
4229: D
4230: A
4231: B
4232: E
4233: D
4234: B
4235: C
4236: E
4237: D
4238: B
4239: A
4240: A