Questões de Concurso Comentadas para fcc

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Q1038081 Mecânica
Na instalação de tubulações é usual se empregar tubos curvados. Considere uma instalação com tubos de aço com diâmetro de 12” (doze polegadas). Nesse caso, para se curvar um trecho da tubulação deve-se empregar
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Q1038080 Mecânica
Uma rede de abastecimento de água doce com pH entre 5 e 9, com diâmetro de 3” (três polegadas), operando com pressão não superior a 10 kg/cm2 e temperatura de trabalho abaixo de 60 °C, foi concebida para empregar ferro fundido maleável galvanizado. Nesse caso, a união entre os vários segmentos de tubos deve ser feita com
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Q1038078 Mecânica
Em tubulações é usual se empregar cores segundo a NBR 6493 para identificar o tipo de fluido no seu interior e/ou aplicabilidade do fluido. As cores de tubulações vermelha, azul e laranja significam, respectivamente:
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Q1038077 Mecânica

Em tubulações industriais é comum ocorrerem falhas que podem ser rupturas, fissuras ou mesmo vazamentos. Estas falhas podem ser decorrentes de: deficiência no projeto; imperfeição do material; erros em processamento do material; erros de montagem; anormalidades em serviço; manutenção inadequada ou imprópria; fatores não intencionais ou inadvertidos. A partir dessas considerações, os tipos de falhas em tubulações industriais podem ser classificados em


I. Físicas.

II. Químicas.

III. Mecânicas.

IV. Congêneres.

V. Metalográficas.


Está correto o que consta APENAS de

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Q1038076 Mecânica
Dentre as opções abaixo, manutenção preventiva é a
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Q1038074 Mecânica
É importante distinguir bem os resultados da manutenção corretiva planejada em relação à da não planejada. Dentro desse contexto e adotando a nomenclatura 1 = manutenção corretiva não planejada e 2 = manutenção corretiva planejada,
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Q1038066 Mecânica
O profissional que executa manutenção e reparos em comandos hidráulicos deve, dentre os tantos conhecimentos, interpretar situações, conhecer dispositivos e procedimentos da área em questão. Dentro deste contexto,
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Q1038064 Mecânica

Sabe-se que a ocorrência da cavitação em bombas é prejudicial ao sistema hidráulico, pois tal fenômeno pode interferir na lubrificação e destruir as superfícies dos metais. Daí a importância do profissional conhecer o assunto, a fim de promover a correta manutenção. Considere:


I. durante a cavitação ocorre também uma diminuição na taxa de fluxo da bomba e a pressão do sistema pode se desequilibrar.

II. a tubulação de sucção da bomba não contribui com o aumento da cavitação.

III. óleo de alta viscosidade contribui para a ocorrência de cavitação.

IV. conexão de entrada da bomba muito alta em relação ao nível de óleo no reservatório não pode contribuir para a ocorrência de cavitação.


Está correto o que consta APENAS de

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Q1038062 Mecânica
Considerando que o fluido é um elemento muito importante nos sistemas de hidráulicos industriais, suas características específicas devem ser conhecidas e monitoradas, visando um melhor rendimento e evitando problemas ao sistema de controle. Dentro do contexto das características desses tipos de fluidos,
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Q1038060 Mecânica
Sendo as válvulas componentes de grande importância nos sistemas de abastecimento de água, dentre os principais tipos existentes, a válvula de pé com crivo destaca-se por normalmente ser
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Q1038058 Mecânica
O modo pelo qual é feita a transformação do trabalho em energia hidráulica e o recurso para cedê-la ao líquido, aumentando sua pressão e/ou sua velocidade, permitem classificar os tipos de bombas. Nesse sentido, é correto afirmar que,
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Q1038057 Mecânica

Sobre manutenção e substituição de rolamentos, considere:


I. A montagem de rolamentos pode ser realizada pelos métodos mecânico, hidráulico ou térmico.

II. Para montagem de um rolamento em um eixo com interferência, deve-se aquecer o rolamento acima de 500 °C para que o anel interno dilate.

III. Óleos minerais são adequados para lubrificar rolamentos que trabalhem a elevadas rotações ou temperaturas.


Está correto o que consta de

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Q1038056 Mecânica

Sobre lubrificação em mancais de deslizamento, considere:


I. O emprego de lubrificantes tem como objetivo reduzir o atrito e o desgaste do mancal.

II. A contribuição dos lubrificantes para reduzir o aquecimento das peças é desprezível.

III. São utilizados óleos minerais, óleos orgânicos e óleos sintéticos.


Está correto o que consta de

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Q1038054 Mecânica
No Sistema Internacional de Unidades (SI), o símbolo da força exercida por um cilindro pneumático é:
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Q1038053 Mecânica
Uma transmissão será construída com apenas um par engrenado (estágio único) e relação de transmissão igual a 30. O tipo de engrenagem indicada é
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Q1038049 Mecânica

Considere os quesitos abaixo:


I. Consistência.

II. Densidade.

III. Ponto de gota.

IV. Ponto de fulgor.

V. Ponto de névoa.

VI. Resistência à água.


São considerados quesitos para a escolha de um agente de lubrificação, APENAS:

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Q1038048 Mecânica
São componentes que convertem a energia pneumática em movimento:
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Q1038047 Mecânica

Sobre manutenção de compressores de êmbolo, considere:


I. Devem ser verificados periodicamente o nível de óleo lubrificante, as condições do filtro de ar e drenagem do condensado.

II. Óleo lubrificante com viscosidade acima do especificado pode provocar aquecimento anormal do compressor.

III. Deve ser realizado teste hidrostático no reservatório de ar de acordo com a NR 13.

IV. A tensão incorreta das correias e o desalinhamento das polias podem gerar vibrações e danos aos rolamentos e mancais.


Está correto o que consta de

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Q1038028 Português

      De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino.

      Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão.

      Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair.

      A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação.

      Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: − Ô, batuta*!

*batuta: amigo, camarada.

(Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143) 

Na frase A miséria não substituíra a pobreza (4º parágrafo), a forma verbal destacada equivale a
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Q1038025 Português

      De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino.

      Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão.

      Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair.

      A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação.

      Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: − Ô, batuta*!

*batuta: amigo, camarada.

(Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143) 

No texto, o autor lembra o seu tempo de menino, dando destaque
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Respostas
19801: C
19802: E
19803: D
19804: E
19805: A
19806: B
19807: C
19808: C
19809: D
19810: B
19811: A
19812: A
19813: E
19814: A
19815: D
19816: E
19817: B
19818: D
19819: D
19820: A