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• Quantidade de interfaces 2, 1 e 4 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de consultas 4, 6 e 3 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de saídas 2, 1 e 2 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de arquivos lógicos 8, 7 e 3 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de entradas 3, 4 e 2 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
Considere as seguintes métricas de complexidade por tipo de função:
As métricas da complexidade das consultas são iguais às das entradas.
EE 3, 4 e 6 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
SE 4, 5 e 7 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
ALI 7, 10 e 15 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
AIE 5, 7 e 10 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
O resultado do cálculo correto dos pontos de função brutos é
I. Corrigir as descobertas do teste de invasão.
II. Validar as Medidas de Segurança.
III. Realizar testes de invasão internos periódicos.
Para essas medidas (I, II e III) a função de segurança a ser aplicada, respectivamente, é:
• Controle 1: Centralizar e correlacionar logs de eventos de segurança de diferentes dispositivos para identificar possiveis incidentes.
• Controle 2: Proteger o aplicativo web contra ataques como SQL Injection e Cross-Site Scripting (XSS).
• Controle 3: Restringir o acesso a serviços internos com base em regras de enderecos |P e portas.
Os controles 1, 2 e 3 se referem, respectivamente, ao
• Modelo de serviço X: O TRF não gerencia nem controla a infraestrutura de nuvem subjacente, incluindo rede, servidores, sistemas operacionais, armazenamento ou mesmo capacidades individuais de aplicativos, com a possível exceção de configurações especificas limitadas do usuário em aplicativos.
• Modelo de implantação Y: A infraestrutura da nuvem é composta de duas infraestruturas de nuvem distintas, uma privada e uma pública, que permanecem como entidades únicas, mas são interligadas por tecnologia padronizada ou proprietária.
O modelo de serviço e o modelo de implementação descritos na documentação se referem, respectivamente, ao
function identidade(valor: T): T (
return valor; }
Trata-se de uma função
interface ServidorJudiciario (
void analisarProcesso();
void realizarAudiencia();
)
class AnalistaTI implements ServidorJudiciario ( )
Segundo o Princípio da Segregação de Interface (ISP), pertencente ao conjunto de princípios SOLID, esse código apresenta um problema de design, já que a classe AnalistaTI é obrigada a implementar o método realizarAudiencia(), mesmo que esse comportamento não se aplique a sua função, que é técnica e não jurisdicional. Para corrigir essa violação ao ISP, a abordagem mais adequada é