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Sobre sgbd - sistema de gerenciamento de banco de dados em banco de dados
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Os sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBDs) evoluíram de sistemas de arquivos para novas estruturas de dados. O modelo em rede surgiu como extensão ao modelo hierárquico (estrutura de árvore), ambos orientados a registros; o modelo relacional não tem caminhos predefinidos para fazer acesso aos dados, mas implementa estruturas de dados organizadas em relações (tabelas); e o modelo orientado a objetos surgiu da necessidade de representar tipos complexos de dados utilizando semântica, em que o diagrama de classes UML serve como esquema para representação de dados orientado a objetos.
Existem várias categorias de linguagens de SGBD: a de definição de dados (DDL), usada para especificar esquemas (conceitual e externo); a de manipulação de dados (DML), que provê um conjunto de operações básicas para manipulação de dados; a de definição de visões (VDL), utilizada para especificar a visão do usuário (esquema externo) e seu mapeamento para o esquema conceitual e a de definição de armazenamento (SDL), usada para especificar o esquema interno de armazenamento dos dados no banco.
PostgreSQL, MariaDB, IIS e SQL Server são exemplos de sistemas gerenciadores de bancos de dados.
As triggers podem ser utilizadas para garantir integridade na relação entre duas tabelas, mesmo que não haja a criação de uma referência por meio de uma chave estrangeira entre essas tabelas.
Assim como no modelo conceitual, o modelo lógico de dados não possui atributos, uma vez que, no primeiro caso, o objetivo é descrever as informações sob o contexto do negócio, ao passo que no segundo caso o objetivo envolve a lógica dos relacionamentos dos dados sem a preocupação de conhecer as estruturas físicas e o SGBD específico que será utilizado.
Um sistema federado do DB2 é um tipo especial de sistema de gerenciamento de banco de dados distribuído. Com um sistema federado, é possível distribuir pedidos para várias fontes de dados em uma única instrução SQL.
permite que sejam descartadas, pelo SGBD relacional, todas as modificações feitas desde o último comando
As manipulações típicas de banco de dados são recuperação, inserção, remoção e modificação dos dados. Para essa finalidade, o SGBD fornece uma série de operações ou uma linguagem de manipulação de dados (data manipulation language – DML).
A linguagem de definição de dados (data definition language – DDL) é usada pelo administrador e pelos projetistas do banco de dados para definir os esquemas. O SGBD terá um compilador DDL, cuja função é processar os comandos DDL, a fim de identificar os construtores e armazenar a descrição do esquema no catálogo do SGBD.
O modelo hierárquico representa os dados como estruturas de árvores hierárquicas. Cada hierarquia representa um número de registros relacionados. Não há nenhuma linguagem padrão para esse modelo, embora a maioria dos sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBDs) hierárquicos possua linguagens um registro por vez.
Um SGBD garante que haja repetição de informação para que seja possível aplicar as regras de normalização.
O projeto físico é direcionado para um SGBD específico como, por exemplo, Oracle, Postgresql ou SQLServer. Decisões tomadas durante o projeto físico para melhorar o desempenho podem afetar a estrutura do esquema lógico.
Os modelos de dados semânticos, como o orientado a objetos e o relacional estendido, oferecem suporte a objetos complexos e a dados não estruturados.