Questões de Concurso
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1. CREATE TABLE Persons (P_Id int NOT NULL AUTO_INCREMENT);
2. CREATE TABLE Persons (P_Id int PRIMARY KEY IDENTITY);
3. CREATE SEQUENCE seq_person
MINVALUE 1
START WITH 1
INCREMENT BY 1
CACHE 10
As sequências apresentadas referem-se respectivamente aos banco de dados:

Deseja-se elaborar uma consulta SQL para gerar um resultado com todos os funcionários e, para cada funcionário, o seu nome, o nome do dependente (ou null se não houver dependente) e o parentesco do dependente (ou null se não houver dependente).
Essa consulta será:
I. Os SGBDs voltados para sistemas de Data Warehouse devem ser otimizados para o processamento de consultas complexas e ad-hoc.
II. Os SGBDs relacionais tradicionais são a melhor alternativa para a hospedagem de dados em sistemas de Data Warehouse. As melhorias dos SGBDs na área de suporte à decisão vêm atendendo às necessidades impostas pelo ambiente de Data Warehouse.
III. SGBDs multidimensionais (MOLAP) utilizam visões em vez de tabelas. São projetados com o objetivo de permitir uma eficiente e conveniente armazenagem e recuperação de dados que estão intimamente relacionados. Esses dados são armazenados, visualizados e analisados, segundo diferentes dimensões. A grande vantagem dos SGBDs multidimensinais é exatamente a sua grande capacidade de armazenamento.
Assinale a alternativa CORRETA.


CREATE TABLE Empregado (
Matricula char(5) PRIMARY KEY,
Nome varchar(30),
numDepto int
);
CREATE TABLE Departamento (
numDepto int UNIQUE,
nomeDepto varchar(30)
);
ALTER TABLE Empregado ADD CONSTRAINT fk_empregado_depto
FOREIGN KEY (numDepto) REFERENCES Departamento(numDepto);
INSERT INTO Departamento VALUES (1, ‘Vendas’);
INSERT INTO Departamento VALUES (2, ‘Engenharia’);
INSERT INTO Departamento VALUES (3, ‘Contabilidade’);
INSERT INTO Departamento VALUES (4, ‘RH’);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘11111’, ‘Juliana’, 1);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘22222’, ‘Gabriela’, 3);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘33333’, ‘Francisco’, 3);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘44444’, ‘Inácio’, 4);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘55555’, ‘João’, 4);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘66666’, ‘Vitor’, NULL);
SELECT *
FROM Empregado LEFT OUTER JOIN Departamento
ON Empregado.numDepto = Departamento.numDepto;
Qual a quantidade de registros retornados pela consulta mencionada?
CREATE TABLE Empregado (
Matricula char(5) PRIMARY KEY,
Nome varchar(30),
numDepto int
);
CREATE TABLE Departamento (
numDepto int UNIQUE,
nomeDepto varchar(30)
);
ALTER TABLE Empregado ADD CONSTRAINT fk_empregado_depto
FOREIGN KEY (numDepto) REFERENCES Departamento(numDepto);
INSERT INTO Departamento VALUES (1, ‘Vendas’);
INSERT INTO Departamento VALUES (2, ‘Engenharia’);
INSERT INTO Departamento VALUES (3, ‘Contabilidade’);
INSERT INTO Departamento VALUES (4, ‘RH’);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘11111’, ‘Juliana’, 1);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘22222’, ‘Gabriela’, 3);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘33333’, ‘Francisco’, 3);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘44444’, ‘Inácio’, 4);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘55555’, ‘João’, 4);
INSERT INTO Empregado VALUES (‘66666’, ‘Vitor’, NULL);
select nome from empregado where numDepto > 2 and not numDepto is null order by matricula;
Qual alternativa abaixo NÃO é atendida por essa consulta SQL?
I. Em alguns casos, é conveniente especificar um tipo de ação a ser tomada quando certos eventos ocorrem e quando certas condições são satisfeitas em um banco de dados. Podemos criar esses mecanismos através do comando CREATE TRIGGERS.
II. Triggers permitem a junção entre n tabelas em um banco.
III. Triggers são especialistas na conversão e adaptação de comandos SQL de um SGBD para outro.
IV. Um típico Triggers possui três componentes: evento(s), condição e ação.
I. Podemos embutir os comandos de bancos de dados em uma linguagem de programação de propósito geral: nessa abordagem, as declarações para o banco de dados ficam embutidas na linguagem de programação hospedeira, e elas são identificadas por um prefixo especial.
II. Uma outra abordagem é utilizar uma biblioteca de funções para o banco de dados: deixa-se uma biblioteca de funções disponível para que a linguagem de programação hospedeira possa fazer chamadas para o banco de dados.
III. Projetando uma nova linguagem: uma linguagem de programação de um banco de dados é projetada especialmente para ser compatível com o modelo do banco de dados e com a linguagem de consulta.
IV. Criando um novo compilador: cria-se um novo compilador capaz de interpretar e executar o código fonte, desta forma esse compilador deve ser responsável por identificar o que são processos comuns e o que são processos SQL.
I. O nome da SQL é derivado de Structured Query Language (Linguagem estruturada de consulta), foi chamada inicialmente de SEQUEL (Structured English QUEry Language – Linguagem de Pesquisa em Inglês Estruturado).
II. O núcleo da especificação SQL deve ser implementado por todos os vendedores de SGBDs relacionais, compatíveis com o padrão.
III. Essa linguagem tem funcionalidades, como definição de visões, no banco de dados.
IV. A SQL é uma linguagem de banco de dados abrangente: ela possui comandos para definição de dados, consulta e atualizações. Assim ela tem ambas as DDL e DML.
I. O agrupamento de tuplas em uma relação, a partir do valor de alguns de seus atributos não costuma ser uma necessidade frequente para aplicação de uma função de agregação.
II. O primeiro tipo de requisito que não pode ser expresso na álgebra relacional básica é para especificar as funções matemáticas agregadas em coleções de valores do banco de dados.
III. As funções mais comuns aplicadas em coleção de valores numéricos incluem SOMA, MÉDIA, MÁXIMO e MÍNIMO.
IV. Essas funções podem ser utilizadas em consultas de estatística simples, que resumem as informações das tuplas do banco de dados.
I. A operação de junção é utilizada para combinar as tuplas relacionadas em duas relações dentro de uma única.
II. Junções podem ser criadas através do aninhamento das operações, ou podemos aplicar uma operação por vez e criar relação dos resultados intermediários.
III. Junções são muito importantes em banco de dados relacionais com mais de uma relação, porque nos permite processar os relacionamentos entre as relações.
IV. Na Junção apenas as combinações de tuplas que satisfazerem a condição de junção aparecerão no resultado, enquanto, no produto Cartesiano, todas as combinações de tuplas serão incluídas no resultado.
I. A restrição de integridade de entidade estabelece que nenhum valor de chave primária pode ser null. Isso porque o valor da chave primária é usado para identificar as tuplas individuais em uma relação.
II. Todas as restrições de integridade deveriam ser especificadas no esquema do banco de dados relacional, caso queiramos impor essas restrições aos estados do banco de dados.
III. Ter valores null para chave primária implica não podermos identificar alguma tupla.
IV. A restrição de integridade referencial é classificada entre duas relações e é usada para manter a consistência entre as tuplas nas duas relações.