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Sobre história
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Desde o início do período regencial, a burocracia governamental do Rio de Janeiro, respaldada nos interesses das elites dessa província, de São Paulo e de Minas Gerais, buscou implantar um modelo centralizador de Estado. Houve resistência armada das oligarquias regionais, sendo a mais longa e grave a da Farroupilha, no Rio Grande do Sul [...]. Em 1840, porém, consolidou-se no Brasil o bloco de poder que tinha como núcleo a oligarquia enriquecida com a produção de café nas províncias de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Esse setor oligárquico hegemônico aliou-se à burocracia governamental na defesa do Estado centralizado, para o qual obteve legitimidade ao colocar à frente do seu governo, antecipadamente, D. Pedro II.
DORATIOTO, Francisco. O Império do Brasil e a Argentina (1822-1889). Textos de História, vol. 16, n. 2, p. 217-247, 2008, p. 223. Adaptado.
Além da Farroupilha, diversas outras revoltas eclodiram no Brasil, principalmente entre 1835 e 1848, em oposição à centralização política que as elites do Centro-Sul do Império tentavam promover.
Qual foi a mais importante rebelião iniciada nesse período que NÃO se enquadra na caracterização apresentada no texto acima?
CARVALHO, José Murilo de. Metamorfoses do coronel. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6 maio 2001. Adaptado.
De acordo com o texto acima, ainda há clientelismo e coronéis no Brasil, mas o coronelismo, como sistema político nacional, já deixou de existir há décadas. Ele surgiu na Primeira República e não sobreviveu à Era Vargas.
Com base na definição apresentada no texto acima, que mecanismo político, presente na “federação de 1891” e extinto em 1937, era responsável por articular os três níveis de governo do país num sistema coronelista?
Qual das associações abaixo apresenta a relação entre o evento e a sua causa direta?
As mudanças que se processaram nas estruturas feudais a partir da segunda metade do século XII permitiram a retomada do crescimento urbano e estimularam as atividades mercantis e manufatureiras.
A existência de monarquias centralizadas restringiu o poder da nobreza laica e eclesiástica, sobretudo da primeira, ao inibir o estabelecimento de laços de solidariedade e fidelidade entre os nobres.
Nesse longo período medieval, a mentalidade e a sensibilidade dos homens orientavam-se ao simbólico, às metáforas, à crença em revelações, ao repúdio aos prazeres materiais e à busca da salvação da alma.
Desde a reforma gregoriana, a igreja católica manteve-se afastada de questões de poder e restringiu sua atuação à missão evangélica das ordens religiosas, reconhecendo que à igreja cabiam unicamente as lidas espirituais.
No século XIV, as contradições do sistema feudal resultaram em profundas crises em todo o ocidente europeu, contribuindo para incrementar os processos de expansão mercantil e a centralização do poder nas mãos dos reis.
Dessa forma, outro fator desencadeou a crise de hegemonia do atual sistema de poder: a ascensão dos BRICS. Marque a alternativa que indica os países designados pela sigla BRICS.
O texto acima se refere:
I A opção pelas capitanias foi determinada por vários fatores, entre eles o fato de Portugal já ter experiência com esse sistema, pois já havia utilizado anteriormente nas suas ilhas do Atlântico.
II Como Portugal não tinha condições financeiras para implantar um sistema administrativo em sua colônia, resolveu transferir o ônus da colonização para particulares, através do sistema de capitanias.
III A relação jurídico-política entre o rei de Portugal e os capitães (donatários) ficou estabelecida em dois documentos básicos: Carta de Doação e Carta Foral.
IV Entre as causas que levaram ao fracasso da maioria das capitanias, podem ser citados: os ataques indígenas, a falta de recursos de alguns donatários, as dificuldades de comunicação entre as Capitanias e Portugal.
Assinale a alternativa correta:
Os termos em destaque significam, respectivamente:
Este Ato Institucional permitia ao presidente da República, entre outras medidas:
I - Decretar o recesso do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas e das Câmaras de Vereadores.
II - Decretar a intervenção nos Estados e Municípios, sem as limitações previstas na Constituição.
III - Poderá, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.
IV - Em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo.