Questões de Concurso
Sobre história
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Considerando-se a concepção de Le Goff, sobre patrimônio cultural e a identidade social, assinale a afirmação correta.
I - Inviolabilidade da propriedade privada e individualismo econômico, não existindo conflitos entre interesses particulares e interesses gerais da sociedade.
II - Obediência às leis naturais da economia, propondo que esta se autorregulasse e autogovernasse.
III- Liberdade de comércio e de produção, sendo o indivíduo um agente econômico por excelência e o Estado o árbitro fundamental desse processo.
IV- Liberdade de contrato, oportunizando negociações diretas entre empregadores e empregados, sendo que cada indivíduo tinha a liberdade de negociar seus contratos.
Quais integram os preceitos preconizados pelo liberalismo econômico?
Considere as características abaixo.
I - Ateísmo: negação da existência de uma figura divina que influencie na conduta humana.
II - Racionalismo: convicção de que tudo possa ser explicado a partir da razão.
III - Antropocentrismo: reconhecimento do homem como centro e medida do universo.
IV - Geocentrismo: concepção de que a Terra girava em torno do sol.
Quais estão de acordo com os ideais humanistas?
A década de 80 do século XX, marcada pela dedicação das superpotências ao manejo dos conflitos existentes na periferia do sistema internacional, iniciou-se, diferentemente da anterior, sob o signo da estabilidade, resultante da superação da corrida armamentista e da eliminação dos riscos da disseminação nuclear.
O Plano Salt, acrônimo de Strategic Arms Limitation Talks, representou o marco inicial das negociações entre soviéticos, de um lado, e norte-americanos e britânicos, de outro.
O Tratado de Não Proliferação Nuclear, cujo objetivo era evitar que os países não signatários desenvolvessem armas nucleares, foi um dos acordos decorrentes do avanço das negociações entabuladas no contexto do Plano Salt.
As negociações entre os EUA e a União Soviética na década de 70 do século XX resultaram no estabelecimento de determinados limites para a produção de armas estratégicas.

Tendo o texto como referência inicial e considerando o quadro da economia mundial nas duas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, assinale a opção correta.
A assinatura de tratados como o de Roma e o de Maastricht resultou de um longo processo de integração europeia, iniciado no pós-Segunda Guerra, tendo o fim da Guerra Fria possibilitado, dada a remoção dos obstáculos geopolíticos que impunham limites à expansão do espaço comunitário, um novo ciclo de ampliação do número de países integrantes da União Europeia.
Com o indispensável apoio do governo francês, representado por Raymond Poincaré e Aristide Briand, o britânico Lloyd George propôs, alguns anos depois de terminada a Primeira Guerra, um plano para a estabilização política e a reconstrução da Europa, no qual não se admitia a moratória do pagamento das reparações ditadas pelo Tratado de Versalhes.
Ao lançar o Comecon (Conselho de Ajuda Mútua), o governo de Moscou pretendia estabelecer um mercado comum que integrasse as economias da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e dos países do Leste Europeu, estando essa decisão inserida no contexto de confronto ideológico, que se seguiu ao fim da Segunda Guerra Mundial, e de reconstrução econômica da Europa Ocidental, capitaneada pelo Plano Marshall.
Exemplo de êxito daquilo que o texto identifica como “variedade de uniões alfandegárias”, o Zollverein foi o passo inicial e decisivo para o processo de unificação política alemã. Liderada pela burguesia austríaca, a crescente integração econômica dos Estados germânicos isolou a aristocracia junker e deu suporte à estratégia bismarckiana.
A Belle Époque, destruída pela guerra, é definida como o espírito que prevaleceu na Europa antes de 1914, compartilhado por todos os estratos sociais e assentado nos sonhos otimistas e grandiosos provocados pela prosperidade e pelos avanços tecnológicos da Segunda Revolução Industrial.
Entre os contextos de crise que impeliram as potências para a guerra, destacam-se a criação da Entente Cordiale anglo-francesa e a reação alemã à sua criação, manifestada nas pretensões de Berlim em relação ao Marrocos, em claro sinal de que a Alemanha desejava barrar a expansão francesa no norte da África.

