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Sobre história
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Assinale a opção que apresenta uma característica comum entre os dois fenômenos, que confere sentido e coerência à comparação.
Assinale a opção que identifica um desses mecanismos durante a vigência formal da Constituição de 1934.
As opções a seguir associam corretamente os grupos envolvidos na guerra de independência de Angola ao país que lhes fornecia suporte externo, à exceção de uma.
Assinale-a.
Assinale a opção que caracteriza corretamente uma dessas alterações.
(ENDERS, Armelle. A nova história do Brasil. Rio de Janeiro: Gryphus, 2012. p. 61.)
Assinale a opção que indica características da ocupação da região amazônica no período em que foi realizada a expedição mencionada.
(BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: História. Brasília: MEC/SEF, 1998, p. 19.)
Assinale a opção que associa corretamente um “grande momento” à sua respectiva iniciativa.
Com base no texto acima, assinale a opção correta.
“A democracia não é um começo: não foi ela quem derrubou o Antigo Regime. São raros os contatos diretos entre o Antigo Regime, que se acaba, e a democracia, que se inicia: entre os dois, interpõe-se de ordinário a idade liberal, que lança um traço de união, opera uma transição entre as duas sociedades. A democracia, portanto, nem sempre teve de se opor de forma direta ao Antigo Regime, nem teve de combatê-lo de frente (salvo na Europa Oriental). O liberalismo é que é seu adversário habitual; mas ela também é sua herdeira, com as instituições estabelecidas pela sociedade liberal (...).”
(RÉMOND, René. O século XIX: 1815-1914. São Paulo: Cultrix, 2004.)
O autor do texto acima ressalta a oposição entre liberalismo e democracia, que vigorou durante boa parte do século XIX.
Assinale a opção que apresenta a característica presente em muitos sistemas políticos liberais da primeira metade do século XIX, que era combatida pelos defensores da democracia.
De acordo com o enunciado acima, essa guerra é conhecida como
“É significativo que os dois principais centros dessa ideologia fossem também os da dupla revolução, a França e a Inglaterra; embora de fato as ideias iluministas ganhassem uma voz corrente internacional mais ampla em suas formulações francesas (até mesmo quando fossem simplesmente versões galicistas de formulações britânicas).”
(HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009.)
As formulações francesas do Iluminismo estão associadas às transformações políticas mais importantes da “Era das Revoluções”.
Assinale a opção que indica uma dessas transformações, ocorrida na França revolucionária, que já era realidade, na Inglaterra, em 1789.
“A ampliação de temas de estudo e de possibilidades teórico- metodológicas tem auxiliado o pesquisador a refletir cada vez mais sobre os fatores que interferem na construção do conhecimento histórico. (...) Tais reflexões têm fortalecido a consciência do historiador de que exerce um papel ativo na elaboração do conhecimento e de que as formas de estudar o passado são plurais.”
(BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: História.Brasília: MEC/SEF, 1998, p. 31.)
As alternativas a seguir indicam características do processo de construção do conhecimento histórico, à exceção de uma.
Assinale-a.
“Os escritos dos papiros são hoje conhecidos como ‘hieróglifos’, palavra de origem grega que define qualquer texto considerado sagrado pelas civilizações antigas. Mas os próprios egípcios chamavam sua escrita de Medu Neter, ‘palavras dos deuses’. Uma dica para os professores interessados é levar para a sala de aula a planta que gerou os papiros – facilmente encontrável no Brasil, usada como adorno em muitas casas. (...) O toque nas fibras unidas e entrelaçadas provoca o questionamento de como é possível termos herdado esse conhecimento de era tão remota. (...) Colocar a chamada História Antiga em contato com o cotidiano dos alunos é uma das melhores maneiras de torná-los mais receptivos ao tema e às possibilidades de analogias em relação ao papiro – o ancestral de nossos livros, revistas e jornais.”
(FERREIRA, Lucas dos Santos. “Milênios na palma da mão” in Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 9, n. 99, p. 80-83, dez. 2013.)
Nessa aula, o professor apresentou, além do papiro, alguns textos religiosos, tratados cirúrgicos, problemas matemáticos e histórias populares, como documentos da história egípcia, produzidos há alguns milhares de anos.
As opções a seguir apresentam possíveis objetivos desse trabalho com diferentes linguagens no ensino de História, à exceção de uma.
Assinale-a.
“O calendário gregoriano pode ser representado por uma linha contínua e infinita. Envolve a compreensão de que cada um dos pontos dessa linha é distinto dos outros e que cada ponto corresponde a uma datação. As datações são, assim, distintas umas das outras, especificando um dia, um mês e um ano.”
(BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: História. Brasília: MEC/SEF, 1998, p.99.)
Diferentes sociedades criaram concepções de tempo para representar suas temporalidades.
No exemplo do texto acima está presente a concepção de tempo
“(...) a educação escolar não se limita a fazer uma seleção entre o que há disponível da cultura num dado momento histórico, mas tem por função tornar os saberes selecionados efetivamente transmissíveis e assimiláveis. Para isso, exige-se um trabalho de reorganização (...)”.
(MONTEIRO, Ana Maria F. C. A história ensinada: algumas configurações do saber escolar. História & Ensino, Londrina, vol. 9, out. 2003, p. 13.)
No processo de construção do saber histórico escolar, a seleção e reorganização dos conteúdos históricos feitas pelos professores, devem levar em conta
Em relação ao saber histórico acadêmico, o saber histórico escolar é caracterizado principalmente pela
“O texto final da Constituição de 1891 considerou eleitores ‘os cidadãos maiores de 21 anos’, que se alistassem na forma da lei. João Barbalho julgou que o fato de não ter sido aprovada qualquer das emendas dando direito de voto às mulheres importava na exclusão destas, em definitivo, do eleitorado.”
(BARBALHO, João.Constituição Federal brasileira Rio de Janeiro: Lytho-Typographia, 1902. p. 291).
Sobre o sufrágio feminino no Brasil é correto afirmar:
“Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
Ainda guardo renitente
um velho cravo para mim.
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
n’algum canto de jardim.”
“Embora ocorressem esmagadoramente no Terceiro Mundo, as revoluções da década de 1970 formaram um conjunto geográfica e politicamente mal distribuído.
Começaram, muito surpreendentemente, na Europa, com a derrubada, em abril de 1974, do regime português, do mais longevo sistema direitista do continente.”
(HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos São Paulo: Companhia das Letras 2010, p. 436.)
A Música de Chico Buarque de Holanda e o texto de Hobsbawm estão relacionados ao fato histórico:
(VINCENT, Gérard. Guerras ditas, Guerras silenciadas e o enigma identitário in: História da Vida Privada São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p.187.)
O golpe de Munique, também conhecido como Putsch da Cervejaria, está inserido no contexto do período entre Guerras e das consequências da Primeira Guerra Mundial. O referido golpe está associado à:
As informações do gráfico acima são estruturadas por uma concepção de tempo