Questões de Concurso
Sobre história
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Francisco Campos, um dos principais ideólogos do Estado Novo, defendia que esse novo Estado promovesse uma “consciência nacional” capaz de unificar uma nação dividida, por meio de transformações estimuladas pela mentalidade das multidões e de seus líderes.
"Considerei a existência de Deus e decidi que há uma boa chance de que ele exista. Se ele realmente existir, deve estar trabalhando em um plano. Portanto, se devo servir a Deus, preciso descobrir o plano e fazer o melhor possível para ajudá-lo em sua execução. Como descobrir o plano? Primeiramente, procurar a raça que Deus escolheu para ser o instrumento divino da futura evolução. Inquestionavelmente, é a raça brancal Devotarei o restante de minha vida ao propósito de Deus e a ajudá-lo a tornar o mundo inglês."
Cecil Rhodes. Relatório da Diretoria da Companhia Britânica da África do Sul, 1897-1898. Acessado no site http://pt.wikipedia.org/wiki/Cecil_Rhodes. Acessado em 11-03-2014.
Para ingleses como Rhodes, a política imperialista inglesa na África justificava-se pela
I. As disputas imperialistas sobre o norte da África resultaram na Convenção de Madri que definiu uma “política de porta aberta” para o Marrocos, regulando os direitos de exploração da região para os franceses, alemães e britânicos. Entretanto, as ambições francesas e alemãs sobre o território acabaram gerando uma acirrada disputa, tornando mais intensas as rivalidades entre os dois países iniciadas com a Guerra Franco-Prussiana.
II. Pretendendo dominar a região do Mar Negro ao Mar Egeu, passando pelos Bálcãs, a Rússia defendia o pan-eslavismo e a independência das minorias nacionais. Sua intenção era unificar os povos eslavos balcânicos. Os russos, entretanto, encontraram resistência do Império Austro- Húngaro e da Alemanha, que projetava construir a estrada de ferro Berlim-Bagdá, para ter acesso às terras petrolíferas do Golfo Pérsico.
III. A conjuntura europeia que antecedeu ao conflito foi marcada pelo nacionalismo. A intensa exaltação do sentimento nacional assumiu formas particularmente perigosas, como o revanchismo francês, e projetos, como o pan-eslavismo, o pan-germanismo e a Grande Sérvia. O plano da Grande Sérvia era estender a jurisdição sérvia sobre os povos da mesma etnia que habitavam as regiões da Bósnia e da Herzegovina.
Quais estão corretas?
Com a Independência do Brasil, as capitanias transformaram-se em:
1. No Brasil, a emergência de um modelo econômico urbano, do tipo urbano industrial, impulsionou profundas transformações nas estruturas produtivas, resultando em intensa modernização econômica e produzindo uma divisão regional do trabalho. 2. A efetiva ocupação do território foi feita a partir de grandes empreendimentos agrícolas: as plantations, caracterizadas pela policultura em grandes extensões de terra. 3. A intensa exploração de pau-brasil para ser levado à metrópole ocasionou a destruição da Mata Atlântica e provocou a escassez dessa madeira, tornando a sua extração antieconômica.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A América Portuguesa era marcada por uma fragmentação administrativa e política.
Analise as afirmativas abaixo em relação à estrutura política e administrativa do Brasil na época de sua formação territorial:
1. A fundação da Vila de São Vicente no litoral do Rio de Janeiro, em 1532, assinalou o início da colonização dos domínios portugueses na América, com a distribuição das primeiras sesmarias.
2. No território colonial, os sesmeiros eram homens da pequena nobreza, militares ou navegantes, que recebiam as suas glebas como recompensa por serviços prestados à Coroa. Ao tomarem posse das terras, ficavam obrigados apenas a fazê-las produzir em alguns anos e pagar o dízimo à Ordem de Cristo.
3. Entre 1534-1536, a Coroa portuguesa implantou o sistema político administrativo das capitanias hereditárias.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Os dois países aceitaram o princípio do uti possidetis, do Direito romano, segundo o qual é considerado:
Analise as afirmativas abaixo em relação à economia urbana industrial:
1. A construção de vias e meios de transporte (ferrovias, bondes, portos) e a produção de eletricidade foram dois fatores importantes no desenvolvimento da industrialização brasileira.
2. A população urbana cresceu, fruto da melhoria das condições de vida nas cidades e do êxodo rural provocado pelas crises do café.
3. Com os países europeus envolvidos na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), algumas indústrias brasileiras puderam exportar seus produtos, principalmente alimentos e matérias-primas, fato que estimulou uma industrialização embrionária.
4. Foi somente após os anos 1980 que diversas empresas estrangeiras se instalaram no Brasil. Foram as chamadas transnacionais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas .
Nos últimos 29 anos, o país foi às ruas em três momentos decisivos: na campanha das diretas, no “Fora Collor” e nas revoltas de junho. Essas manifestações tiveram origem no desencontro entre os políticos e os cidadãos, na surdez da política em relação à estridente voz da população.
(Revista Veja. Edição especial 2340. Setembro de 2013, p. 74.)
Em junho de 2013, as ruas do Brasil foram tomadas por milhões de brasileiros, em sua maioria jovens, que expressaram um grande descontentamento com os rumos do país. Sobre este histórico momento, analise.
I. As manifestações tiveram como estopim o movimento pela redução das tarifas de transporte público, que foi violentamente reprimido em São Paulo pela polícia militar.
II. Depois de se espalharem por todo o país, os atos foram além das reivindicações originais (transportes), dando vazão a inúmeras questões que inquietavam a população.
III. Vários partidos políticos, principalmente os de oposição, aderiram às manifestações, transformando-se em apoiadores e liderando os atos em vários estados.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Nos últimos 29 anos, o país foi às ruas em três momentos decisivos: na campanha das diretas, no “Fora Collor” e nas revoltas de junho. Essas manifestações tiveram origem no desencontro entre os políticos e os cidadãos, na surdez da política em relação à estridente voz da população.
(Revista Veja. Edição especial 2340. Setembro de 2013, p. 74.)
Nos últimos 29 anos, o país foi às ruas em três momentos decisivos: na campanha das diretas, no “Fora Collor” e nas revoltas de junho. Essas manifestações tiveram origem no desencontro entre os políticos e os cidadãos, na surdez da política em relação à estridente voz da população.
(Revista Veja. Edição especial 2340. Setembro de 2013, p. 74.)
Cinquenta anos após o Golpe Militar que instaurou uma ditadura no Brasil, hoje é possível saber melhor como funcionou o aparelho repressivo do regime e os abusos cometidos graças às investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e de dezenas de instituições parceiras, como comissões estaduais e municipais criadas nos últimos dois anos. Desde 2012, quando a CNV foi criada, foram ouvidas cerca de 600 pessoas – em sua maioria vítimas do regime, mas, também, agentes da repressão. O relatório final com as conclusões dos trabalhos será apresentado em dezembro.
(BBC Brasil. Disponível em: www.bbc.co.br/portuguese. Acesso em: 31/03/2014.)
Cinquenta anos após o Golpe Militar que instaurou uma ditadura no Brasil, hoje é possível saber melhor como funcionou o aparelho repressivo do regime e os abusos cometidos graças às investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e de dezenas de instituições parceiras, como comissões estaduais e municipais criadas nos últimos dois anos. Desde 2012, quando a CNV foi criada, foram ouvidas cerca de 600 pessoas – em sua maioria vítimas do regime, mas, também, agentes da repressão. O relatório final com as conclusões dos trabalhos será apresentado em dezembro.
(BBC Brasil. Disponível em: www.bbc.co.br/portuguese. Acesso em: 31/03/2014.)
Os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade já alcançaram grandes conquistas e revelações significativas na elucidação de um dos períodos mais dramáticos da história recente do Brasil, tais como:
I. Algumas pessoas que participaram da estrutura repressiva do regime militar admitiram à Comissão que torturaram ou viram outros agentes torturando presos, em audiências realizadas pelas comissões, com depoimentos relevantes, pois contrariam o discurso oficial dos militares, que ora negam que houvesse tortura, ora afirmam que eram casos isolados.
II. Após solicitação da Comissão Nacional da Verdade, a Justiça de São Paulo determinou a mudança dos atestados de óbito do jornalista Vladimir Herzog e do estudante Alexandre Vannucchi Leme, oficializando que ambos foram mortos pelo regime militar depois de sofrerem tortura, o que pode abrir precedentes para que outras famílias solicitem a mudança de atestado de óbito de seus parentes mortos pela ditadura.
III. Em parceria com outros órgãos e comissões, a Comissão Nacional da Verdade vem solicitando exumações e revendo laudos para investigar a morte de pessoas durante o regime militar no Brasil, como, por exemplo, o caso do ex-presidente João Goulart, deposto em 1964 pelos militares, que teve seu corpo retirado do cemitério de São Borja (RS) e levado para Brasília, a fim de serem coletadas amostras para esclarecer o real motivo de sua morte.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Cinquenta anos após o Golpe Militar que instaurou uma ditadura no Brasil, hoje é possível saber melhor como funcionou o aparelho repressivo do regime e os abusos cometidos graças às investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e de dezenas de instituições parceiras, como comissões estaduais e municipais criadas nos últimos dois anos. Desde 2012, quando a CNV foi criada, foram ouvidas cerca de 600 pessoas – em sua maioria vítimas do regime, mas, também, agentes da repressão. O relatório final com as conclusões dos trabalhos será apresentado em dezembro.
(BBC Brasil. Disponível em: www.bbc.co.br/portuguese. Acesso em: 31/03/2014.)