Questões de Concurso Sobre história

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Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800608 História

Abaixo, reproduzimos trechos de dois poemas que abordam o otimismo socialista diante da vitória do Exército Vermelho sobre os nazistas em Stalingrado (julho de 1942 - fevereiro de 1943).

Tua Pátria de louros e martírios,

o sangue no teu esplendor nevado,

o olhar de Stalin sobre a neve

tingida com teu sangue, Stalingrado.

(“Novo canto de amor a Stalingrado” – Pablo Neruda)

As cidades podem vencer, Stalingrado!

Penso na vitória das cidades, que por enquanto é apenas uma fumaça subindo do

Volga.

Penso no colar de cidades, que se amarão e se defenderão contra tudo.

Em teu chão calcinado onde apodrecem cadáveres,

a grande Cidade de amanhã erguerá a sua Ordem.

(“Stalingrado” – Carlos Drummond de Andrade)

A aliança capitalista-comunista contra o nazismo foi decisiva para a vitória contra o nazismo e para a sobrevivência da democracia. Contudo, podemos afirmar que esta encerra também uma contradição. Todas as opções abaixo apontam aspectos importantes dessa contradição, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800606 História
Sobre os mecanismos gerais de funcionamento da economia e da sociedade no Brasil escravista, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800605 História

“Pai taverneiro, filho barão, neto mendicante”.

O ditado popular acima mencionado já era conhecido nos tempos do Brasil escravista. Paradoxalmente, enquanto, por um lado, ilustrava a instabilidade financeira reinante durante a colônia e o império (o que dificultava que uma mesma família mantivesse por gerações o mesmo grau de posses), por outro lado, refletia também os mecanismos gerais de acumulação de capital e de diferenciação social naqueles contextos.

Sobre as características gerais da formação das elites do Brasil escravista, todas as afirmativas abaixo estão incorretas, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800604 História

Considerando as práticas legais pelas quais os escravos indígenas eram obtidos para o trabalho compulsório na América portuguesa, faça a correspondência entre as denominações dessas práticas e suas definições:

I) Resgates

II) Cativeiros

III) Descimentos

( ) Determinavam a posse dos cativos que fossem apresados por meio de “guerra justa”, consentida e determinada por autoridades régias. Aprisionados por esta modalidade, os índios se tornavam escravos por toda a vida.

( ) Referiam-se aos deslocamentos forçados dos índios dos sertões para os aldeamentos próximos a vilas, cidades e portos, onde os nativos eram misturados e enquadrados por autoridades civis e religiosas. A mão de obra obtida desta forma só podia ser utilizada mediante o pagamento de salário, conforme a lei.

( ) Previam a troca de mercadorias por nativos que fossem prisioneiros de outros nativos. Segundo a lei (alvará de 1574), só os indígenas já presos e prontos para serem mortos podiam ser objeto de troca e sua posse seria limitada a dez anos.

A alternativa que mostra a ordem CORRETA da numeração da correspondência é:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800603 História

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Ao longo dos anos que envolveram o processo de colonização da América portuguesa, os colonizadores submeteram as populações nativas a diversas formas de trabalho, que culminaram no declínio demográfico desses povos. Contudo, em relação à escravidão de origem africana, o mercado de escravos nativos permaneceu reduzido.

Assinale a alternativa CORRETA com relação às condições que dificultavam o trato regular de escravos nativos:

Alternativas
Q800481 História
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

Os livros didáticos são utilizados como instrumentos pedagógicos e como referência de leitura sobre o conhecimento histórico escolar. Ao mesmo tempo, professores e estudantes devem considerar esse material como documento histórico e mercadoria.

Alternativas
Q800466 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

O maior obstáculo para que docentes utilizem em suas aulas as temáticas africanas consiste na indisponibilidade e no difícil acesso ao material historiográfico sobre o passado africano, como destacado no texto 15A2DDD.

Alternativas
Q800465 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

Na abordagem da história da África em sala de aula deve-se evitar a idealização, a simplificação ou uma excessiva generalização das experiências históricas e contextos africanos.

Alternativas
Q800464 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

Apesar das conexões existentes entre a história africana e a história da diáspora africana, os estudos sobre a África, quando abordados em sala de aula, não devem ser utilizados como um instrumento na luta contra o racismo nas Américas ou na Europa, por ser este um assunto relacionado a outros contextos históricos.

Alternativas
Q800463 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África. Com a criação do Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África, ficou evidenciado o fato de que o saber histórico científico e o saber histórico escolar possuem características próprias, apesar de estabelecerem um diálogo necessário.
Alternativas
Q800462 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

Em sala de aula, a análise de obras literárias, diferentemente dos textos dos livros didáticos, não deve ser orientada pela sua construção enquanto documento, discurso ou representação da história, devendo seu uso limitar-se à ilustração daquilo que é exposto pelos docentes.

Alternativas
Q800460 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O feminismo negro produziu nas últimas décadas, no Brasil e nos Estados Unidos da América, uma importante crítica sobre o lugar duplamente subalterno das mulheres negras nessas sociedades. Apontando para uma combinação entre os recortes de desigualdade de gênero, social e de raça, intelectuais e ativistas como Angela Davis e Lélia Gonzalez se destacaram nessa crítica.

Alternativas
Q800459 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O movimento pelos direitos civis, principalmente nas décadas de 50 e 60 do século passado, protagonizado por ativistas negros, como Martin Luther King Jr., objetivava, entre outras reivindicações, a superação do sistema de opressão racial citado no texto.

Alternativas
Q800452 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Ao romper com as instituições da República Velha, a Era Vargas, a partir de 1930, dá início ao processo de modernização econômica do país e de consolidação da cidadania, com a prevalência dos direitos civis, políticos e sociais.

Alternativas
Q800451 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Embora claramente oligárquica, a Primeira República brasileira também se caracterizou pela expansão do sistema educacional público, pela significativa ampliação do número de eleitores e por uma avançada legislação de proteção ao mundo do trabalho.

Alternativas
Q800450 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Pobre em recursos naturais, como minérios e petróleo, a África do início do século XXI tem participação irrelevante no comércio global, ficando marginalizada dos fluxos econômicos e financeiros mundiais.

Alternativas
Q800449 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

A expansão comercial e marítima europeia dos séculos XV e XVI redundou na conquista de vastas regiões africanas, mas não em vantagens econômicas, devido às amarras das práticas mercantilistas vigentes à época.

Alternativas
Q800448 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

A ação dos mosteiros e dos intelectuais árabes foi fundamental para que, em meio à fragmentação feudal, a herança cultural greco-romana fosse preservada.

Alternativas
Q800447 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

No feudalismo medieval, a terra era o bem econômico fundamental, embora dela não emergissem a força política e a ascendência social de seus detentores, a nobreza.

Alternativas
Q800446 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

A Roma Antiga notabilizou-se pela capacidade de construir um gigantesco império a partir de sua unificação política, algo que os gregos jamais conseguiram produzir, ou seja, um Estado.

Alternativas
Respostas
17481: C
17482: E
17483: B
17484: E
17485: A
17486: C
17487: E
17488: C
17489: E
17490: C
17491: E
17492: C
17493: C
17494: E
17495: E
17496: E
17497: E
17498: C
17499: E
17500: C