Questões de Concurso Sobre história

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Q2766759 História

A partir de 1830, há um segundo momento na luta operária: o movimento “cartista”. Os operários ingleses haviam criado a Associação dos Operários, considerada ilegal pelo governo. Dessa associação partiu, em 1837, a publicação da Carta do Povo. Nesta Carta,

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Q2766758 História

Considere o quadro abaixo:



1

2

3

Estado

Manutenção do Estado

Manutenção do Estado, porém sob o controle dos operários e só durante certo tempo

Abolição do Estado

Propriedade

Superação do capitalismo através de reforma

Extinção da propriedade privada dos meios de produção e criação de formas coletivas de propriedade

Abolição da propriedade privada

Capitalismo

Crítica científica do sistema capitalista para sua extinção

Extinção da sociedade capitalista

Organização e/ou ação dos trabalhadores

Trabalhadores organizados em cooperativas autogeridas

Revolução proletária

Pequenas comunidades autônomas


As colunas 1, 2 e 3 do quadro referem-se às principais características das correntes ideológicas que surgiram na Europa, no século XIX, e identificam, respectivamente, as teorias do

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Q2766757 História

Considere o texto:


[...] Em primeiro lugar, os comerciantes precisavam controlar e comercializar toda a produção dos artesãos, com o intuito de reduzir ao mínimo as práticas de desvios dessa produção. Além disso, era do interesse desses comerciantes a maximização da produção através do aumento do número de horas de trabalho e o aumento da velocidade e do ritmo de trabalho. Um terceiro ponto importante era o controle da inovação tecnológica para que ela só pudesse ser aplicada no sentido de acumulação capitalista; e, por último, a fábrica criava uma organização da produção que tornava imprescindível a figura do empresário capitalista.


(DECCA, Edgar. O nascimento das fábricas. São Paulo: Brasiliense, 1982, p. 24. (Coleção Tudo é história))


O autor analisa um momento crucial no estabelecimento do sistema de fábrica, no desenrolar da Revolução Industrial inglesa: a transformação do artesão em operário.


Sobre o assunto, é correto afirmar que

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Q2766755 História

Considere as figuras abaixo.


Figura 1

Imagem associada para resolução da questão

Escultura de Policleto conhecida como Doríforo (ou homem que carrega a lança, século V a.C.) Os artistas gregos do período clássico procuravam transmitir em suas esculturas valores como ordem, equilíbrio, harmonia, simplicidade.


Figura 2

Imagem associada para resolução da questão

Além da beleza única de suas proporções, David, esculpido em mármore por Michelangelo, é portador de um importante significado para a compreensão do Renascimento. Michelangelo o idealizou tendo em mente o personagem bíblico que venceu o gigante Golias em um combate entre a inteligência e a força bruta. Desta maneira, o artista expressa o humanismo renascentista como uma vitória da razão sobre as forças cegas da natureza.


(In: AZEVEDO, Gislene e SERIACOPI, Reinaldo. História. São Paulo: Ática, 2005, p. 56 e 135)


Uma comparação entre as figuras acima permite afirmar que

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Q2766743 História

Considere o texto:


...A Igreja era a maior detentora de terras naquela sociedade essencialmente agrária. Portanto, destacava-se no jogo de concessão e recepção de feudos. Ela controlava as manifestações mais íntimas da vida dos indivíduos: sua consciência através da confissão, sua vida sexual através do casamento, seu tempo através do calendário litúrgico, seu conhecimento através do controle sobre as artes, as festas, o pensamento, seu domínio sobre a própria vida e a própria morte através dos sacramentos (...)


(FRANCO JR, Hilário. A Idade Média e o nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986, p. 71)


Segundo o texto acima, a Igreja, na Idade Média,

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Q2762036 História

No decorrer da história, o Município de São Sebastião da Boa Vista – PA foi caracterizado como a “Veneza do Marajo”.


Qual a alternativa correta que confirma essa característica?

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Q2758513 História

A área ocupada pela comunidade Kalunga foi reconhecida pelo Governo do Estado de Goiás, desde 1991, como Sítio Histórico e Patrimônio Cultural. Esse reconhecimento é importante porque

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Q2758512 História

Leia o fragmento a seguir.

Os livros didáticos produzem a mágica de fazer aparecer e desaparecer os índios na história do Brasil. O que parece mais grave neste procedimento é que, ao jogar os índios no passado, os livros didáticos não preparam os alunos para entenderem a presença dos índios no presente e futuro. E isto acontece, muito embora as crianças sejam cotidianamente bombardeadas pelos meios de comunicação com informações sobre os índios hoje. Deste modo, elas não são preparadas para enfrentar uma sociedade pluriétnica, onde os índios, parte de nosso presente e também de nosso futuro, enfrentam problemas que são vivenciados por outras parcelas da sociedade brasileira.

GRUPIONI, L. D. Imagens contraditórias e fragmentadas: sobre o lugar dos índios nos

livros didáticos. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.77, p.422-37,

1996. p.425.


O texto apresentado critica o ensino que cristaliza a história e as culturas indígenas no passado e reforça a importância de se trabalhar essa temática também na história recente e do tempo presente. Buscando superar essa lacuna em sala de aula, um professor pode analisar com seus alunos, entre as diversas questões envolvendo povos indígenas atualmente no Brasil,

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Q2758511 História

Leia os fragmentos a seguir.

Chefes altamente qualificados do Movimento de Março de 64 preferem chamá-lo contrarrevolução. Com efeito, houve uma reação ao rumo desordenado e ameaçador que a Nação tomava sob João Goulart. […] O “esquerdismo” teria sido, ao contrário de outras supostas causas, o cimento que unificou as diversas correntes de pensamento brasileiro, refletidas nas Forças Armadas, desde o liberalismo clássico, ao neoconservadorismo e ao reformismo. Março de 64 é, pois, uma resposta e não um projeto autônomo. Por isso, foi feito em nome do Anti: anticomunismo, antipeleguismo, anticorrupção.

FOLHA DE S. PAULO. Jarbas Passarinho, Dezoito anos depois. Opinião, p. 3,

31/03/1982. Disponível em: < http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/1982/03/31/2/ >.

Acesso em: 3 maio de 2016. [Adaptado].


Com efeito, o governo de Jango não caiu por seus defeitos, ele foi derrubado por suas virtudes. Essencialmente porque representava uma ameaça inadmissível para as classes dominantes. Quem viveu aqueles últimos meses de tensão recordará tanto a animosidade e o ódio que se alastraram por toda a casta de privilegiados contra o governo nacionalista e sindicalista, como o entusiástico apoio popular ao governo trabalhista e reformista.

FOLHA DE S. PAULO. Darcy Ribeiro, 1964: um testemunho. Opinião, p. 3,

30/03/1982). Disponível em:< http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/1982/03/30/2/>.

Acesso em: 3 maio 2016. [Adaptado].


Os dois fragmentos foram extraídos de textos publicados no jornal Folha de S. Paulo quando se completavam dezoito anos do Golpe Militar de 1964. Embora apresentem perspectivas diferentes, ambos os autores dos textos compreendem que a motivação do Golpe se relacionava a uma reação

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Q2758510 História

Leia o fragmento a seguir.

Em 1937, houve o golpe que implantou o Estado Novo; ele fora cuidadosamente preparado, pois Vargas fizera aprovar previamente, pelo Congresso Nacional, inúmeras medidas repressivas. A ditadura, de forte coloração fascista, inspirava-se nas doutrinas direitistas que grassavam pelo mundo, como em Portugal, Espanha, Itália e Polônia. Partidos dissolvidos, outorga de uma Constituição de molde fascista, censura, repressão policial, tortura e os demais ingredientes típicos das ditaduras.

FICO, Carlos. O Brasil no contexto da Guerra Fria: democracia, subdesenvolvimento e ideologia do planejamento 1946-1964. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Viagem incompleta: a grande transação. São Paulo: Senac, 2000. p. 167. [Adaptado] .


O período referido no fragmento do texto de Carlos Fico caracterizou-se pela

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Q2758509 História

Leia o fragmento.

Nós, que sobrevivemos aos Campos, não somos verdadeiras testemunhas. Esta é uma ideia incômoda que passei aos poucos a aceitar, ao ler o que outros sobreviventes escreveram – inclusive eu mesmo, quando releio meus textos após alguns anos. Nós, sobreviventes, somos uma minoria não só minúscula, como também anômala. Somos aqueles que, por prevaricação, habilidade ou sorte, jamais tocaram o fundo. Os que tocaram, e que viram a face das Górgonas, não voltaram, ou voltaram sem palavras.

LEVI, Primo. Apud HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 11.


O texto de Primo Levi (1919/1987), sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz, levanta importante questão para a escrita da história:

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Q2758508 História

Leia o fragmento a seguir.

Justamente agora que a nação alemã está em colapso, espezinhada por todo mundo, é que mais se faz necessária aquela confiança em si mesma. Essa confiança deve ser cultivada na juventude, desde a meninice. Toda a sua educação, todo o seu treinamento devem ser dirigidos no sentido de dar-lhe a convicção da sua superioridade. Certa da sua força e da sua habilidade, a mocidade deve readquirir a fé na invencibilidade da sua nação.

HITLER, Adolf. Minha luta. 8a. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1962. p. 253-260.


Em 2016, o livro Minha luta, escrito por Adolf Hitler, entrou em domínio público, o que tem gerado preocupação em relação à propagação de seu conteúdo por grupos neofascistas. Contudo, a leitura contextualizada e crítica da obra permite ao historiador analisar aspectos do discurso nazista. Dentro desta perspectiva, o trecho destacado indica a ideologia que orientou a

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Q2758507 História

Analise as imagens a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

PICASSO, P. Autorretrato (1905),. Disponível em: <http://noticias.universia.com.br/destaque/ noticia/2014/01/20/1076200/cubismo-autorretrato-pablo-picasso.html#>. Acesso em: 4 maio de 2016.

Imagem associada para resolução da questão

MÁSCARA FANG. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/influenciaafro- a-arte-africana-e-o-cubismo.htm>. Acesso em: 4 maio de 2016.


Ao comparar as duas imagens, percebe-se que a arte tradicional africana, mais precisamente as máscaras ritualísticas de Fang, entre máscaras de outras etnias, inspirou Pablo Picasso e o advento de sua obra cubista. O pintor modernista europeu aproximou-se da arte tradicional africana ao

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Q2758506 História

Leia o fragmento a seguir.

Pedro Ludovico Teixeira começou a inscrever seu nome na história do Estado com a Revolução de 1930, quando ele e outros importantes líderes da oposição goiana uniram-se ao grupo de Getúlio Vargas e assumiram o poder em Goiás. Os chamados outubristas difundiram os ideais de progresso e desenvolvimento como contraponto ao período anterior a 1930, classificado como de atraso político, econômico e social de Goiás.

CUNHA, C. A. A herança modernizadora de Pedro Ludovico e a memória de seu grupo político. In: CHAUL, N. F.; DUARTE, L. S. História política de Goiás. Goiânia: UFG, 2009. p. 7. [Adaptado].

No contexto referido no fragmento, o processo de modernização em Goiás esteve diretamente vinculado à

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Q2758505 História

Leia o fragmento a seguir.

Tudo o que foi possível saber de M.J., 29 anos, branca, brasileira, casada, provém de sucintas observações anotadas em sua ficha de observação. Internada na Casa de Saúde Dr. Eiras em 27 de maio de 1896, foi submetida a observação do Dr. Vicente Maia. Os principais sintomas de sua doença foram buscados pelo psiquiatra nos “antecedentes pessoais” da paciente. Revelando uma “vivacidade precoce”, durante a infância, apresentou sensíveis melhoras do estado psicopático depois de ter se casado, revelando “extrema dedicação ao marido”, ao qual, contudo, repudiaria mais tarde, abandonando o “lar doméstico” e entregando-se “sucessivamente a três homens de baixa classe”.

ENGEL, Magali. Psiquiatria e feminilidade. In: DEL PRIORE, Mary (Org.) & BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto/Ed. UNESP, 1997. p. 323. [Adaptado].


No final do século XIX, o discurso médico direciona-se para a mulher, inclusive no Brasil. O caso destacado, a partir das observações médicas e do diagnóstico clínico, indica a

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Q2758504 História

Analise as imagens a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

MELO, F. A. de F. e Martírio de Tiradentes (1893). Óleo sobre tela. Disponível em:<http://www.museuhistoriconacional.com.br/images/galeria26/g26a005g.jpg>.

Imagem associada para resolução da questão

WASTH J. A. Alferes Joaquim José da Silva Xavier (1940), o Tiradentes. Óleo sobre tela Rodrigues.

Disponível em: <http://www.museuhistoriconacional.com.br/images/e330n-04g.jpg>. Acesso em: 4 maio 2016.


Ao analisar a construção da representação heroica de Tiradentes, um professor realiza em sala a comparação didática dos dois documentos visuais. Tal comparação revela uma relação de:

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Q2758503 História

Leia o fragmento a seguir.

Razão tinham os antigos quando estabeleceram os juízos dos mortos; porque necessário é que desapareçam o homem da superfície da terra para que se lhe faça justiça, para que com imparcialidade se julgue os seus atos. Pairam ainda por algum tempo em derredor dos túmulos o espectro das paixões e releva que se haja ele ausentado para que sua final sentença profira a história.

OLIVEIRA, M. da G., Brasileiros ilustres no tribunal da posteridade. Varia Historia, v. 26, n. 43, jan./jun. 2010, p. 295.


O texto, que se refere ao projeto historiográfico do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil no século XIX, apresenta uma concepção em que a escrita da história é foro de

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Q2758502 História

Leia o fragmento a seguir.

As duas raças, latina e saxônia, neste país, hão de produzir alguma coisa melhor [...] quero ir gradualmente, isto é, trazendo o estrangeiro precipitadamente para a província de São Paulo, porque eu, primeiro que tudo, sou paulista. Venha, pois, o estrangeiro, sr. presidente, façamos tudo quanto estiver ao nosso alcance para chamá-lo, e mais tarde teremos a restauração de nossos foros.

AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites do século XIX. São Paulo: Annablume, 2004. p. 121.


Com este discurso, o deputado Aguiar Witaker saudou a chegada de imigrantes ao seu estado, em 1869. Da fala do deputado depreende-se a

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Q2758501 História

Leia o fragmento.

Vovó Claudina era paulista, vovô Torquato estudou direito em São Paulo. Ela tinha 12 anos, ele começou a namorar. Ele tinha que vir embora, foi atrás do pai dela e falou assim: “Eu gosto muito de Claudina e quero casar com ela, mas vou para Goiás e para voltar aqui é difícil, de maneira que eu quero casar e levar ela comigo. Eu prometo que ela será uma irmã para mim até os 18 anos. Eu vou até contratar uma aia, uma dama de companhia”. E ela ficou na casa do pai dele. O pai dele tratava ela como uma menina. Comprava boneca, levava pra passear, ela só foi pra casa do marido com 18 anos.

BIANCA, M. Família e poder em Goiás. Goiânia: Alternativa, 2003. p.55.


O texto, que apresenta um caso de casamento comum no Brasil do período imperial, coloca em evidência a

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Q2758500 História

Leia os fragmentos a seguir.

50$000 DE GRATIFICAÇÃO

Fugio huma escrava de nome Benedita altura baixa, cor de formiga com dois dentes tirados na frente, com nica cicatriz debaixo do queixo e com um dedo da mão direita aleijado por ter soffrido de um panarisço, quem della der noticia pegalla, metella na cadeia, ou entregala nesta cidade ao Sr. Antonio Francisco Ribeiro, será gratificado com a quantia acima.

ATTENÇÃO

Vende-se para o mato uma preta da costa de idade de quarenta e tantos annos, muito sadia e bastante robusta, sebe bem lavar e cozinhar o diário de uma casa, vende-se em conta por haver precisão, NO BECO lARGO, N. 2.

FREYRE, Gilberto. O escravo nos anúncios de jornais brasileiros do século XIX. São Paulo: Global, 2010. p. 85 e 91.


Os anúncios de jornais apresentados podem ser trabalhados como documentos históricos em sala de aula. No entanto, o professor deve ser cauteloso ao proceder a análise documental, buscando não usar as fontes como mera descrição do real. Um exemplo dessa precaução é:

Alternativas
Respostas
16881: A
16882: D
16883: A
16884: E
16885: C
16886: B
16887: B
16888: A
16889: B
16890: A
16891: C
16892: D
16893: C
16894: D
16895: D
16896: C
16897: A
16898: B
16899: B
16900: A