Questões de Concurso
Sobre história
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Acerca de diferentes abordagens historiográficas contemporâneas, julgue o item que se segue.
A micro-história define-se, em geral, pelo foco em
experiências e(ou) personagens do passado marcados por
características extraordinárias e, sobretudo, exóticas.
Acerca de diferentes abordagens historiográficas contemporâneas, julgue o item que se segue.
Os primeiros praticantes da micro-história tinham o
propósito metodológico de operacionalizar uma abordagem
qualitativa de culturas e experiências ligadas a classes sociais
subalternas.
Acerca de diferentes abordagens historiográficas contemporâneas, julgue o item que se segue.
A chamada história serial constitui uma abordagem cujas
aplicações atingiram especialmente estudos de história
econômica e demográfica dirigidos à compreensão de
tendências de longo prazo com base na análise de dados
relativamente homogêneos.
Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.
Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios sobre teoria da história. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à relação entre tempo e história.
O conceito de regimes de historicidade foi cunhado e
mobilizado pelo filósofo e historiador francês Michel
Foucault, para o estudo de formas modernas de interação
entre sociedade e tempo.
Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.
Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios sobre teoria da história. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à relação entre tempo e história.
A metáfora das camadas de tempo mostra-se útil à
compreensão de fenômenos que em um passado mais
distante haviam sido concebidos sob a ideia da
contemporaneidade do não contemporâneo.
Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.
Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios sobre teoria da história. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à relação entre tempo e história.
Nas suas investigações sobre conceitos sociopolíticos
modernos, o historiador alemão Reinhart Koselleck estudou
fontes relativas a um considerável número de espaços
linguísticos distintos, o que lhe permitiu empreender uma
história conceitual da temporalidade em perspectiva
comparada.
Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.
Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios sobre teoria da história. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à relação entre tempo e história.
Introduzida por Braudel, a categoria da longa duração
adaptou e temporalizou a noção de estrutura proveniente da
linguística e da antropologia e simbolizou uma defesa da
importância da história diante dos avanços cognitivos e
institucionais de outras ciências sociais na França de meados
do século XX.
Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.
Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios sobre teoria da história. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à relação entre tempo e história.
A noção tripartite do tempo histórico desenvolvida em
meados do século XX pelo historiador francês Fernand
Braudel está calcada na distinção entre evento, conjuntura e
longa duração.
Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.
Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios sobre teoria da história. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à relação entre tempo e história.
A ideia geral de tempo histórico que predomina na literatura
teórica expressa a relativa homogeneidade temática e
metodológica que caracteriza os diferentes ramos da
pesquisa histórica atual.
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
Uma das teses desenvolvidas no âmbito do narrativismo
historiográfico é a de que seriam pouco significativas as
diferenças entre as explicações do passado produzidas nos
campos da historiografia e da filosofia especulativa da
história.
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
A ênfase analítica no caráter construtivo e nos aspectos
ficcionais do conhecimento histórico raramente tem sido
combinada com apologias à tolerância de mentiras e
falsificações documentais.
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
O requisito da objetividade impõe ao historiador uma atitude
de distanciamento em relação ao seu próprio presente, do
contrário é impossível representar o passado tal como
realmente foi.
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
Admitida a decomposição do conhecimento histórico nas
atividades da pesquisa, de um lado, e, de outro, da
historiografia (ou escrita da história), infere-se que o
emprego do termo “facticidade” no texto não se relaciona
com a primeira atividade, mas apenas com a segunda.
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
As reflexões apresentadas no texto projetam o conhecimento
histórico como algo fortemente determinado pela imaginação
ficcional e subdeterminado pelos resultados de pesquisa.
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
Os aspectos estéticos, políticos, retóricos e(ou) morais que
frequentemente caracterizam a historiografia não
necessariamente comprometem o seu valor epistêmico.
Acerca de direitos humanos, direitos de minorias e movimentos sociais urbanos, julgue o item seguinte.
Os movimentos sociais urbanos brasileiros surgiram a partir
de 1985, com o fim do regime militar.
A produção gerada na colônia estava organizada de forma a atender as necessidades do mercado interno e estimular o desenvolvimento da colônia.
https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/avalone-lembra-dasdiretas-ja-em-25-de-abril-de-84/visualizar
A Campanha Pelas “Diretas Já”, que reuniu milhões de brasileiros nas praças públicas do país, em defesa do retorno das eleições diretas para a presidência da República, marcou o processo de redemocratização do país.
Sobre o período abordado, pode-se afirmar que: