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Q1042970 História
No estudo da História, considera-se, ainda, a dimensão do tempo predominante no ritmo de organização da vida coletiva, ordenando e sequenciando, cotidianamente, as ações individuais e sociais. (Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. História)
Nesse sentido, cabe
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Q1042969 História
Ao entrevistar a historiadora Natalie Zemon Davis, Maria Lucia Pallares-Burke pergunta:
Seu livro O Retorno de Martin Guerre, de 1983, gerou muitos debates e, ao lado de Montaillou, de Le Roy Ladurie, e O Queijo e os Vermes, de Ginzburg, tem sido elogiado como pertencente à tradição pós-modernista em historiografia. Concorda com essa visão? (Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas)
Essas três obras têm em comum a tendência historiográfica
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Q1042968 História

Observe a imagem e o texto. O excerto é de um livro didático publicado em 1945. A imagem, Leitura da sentença, de Eduardo de Sá, 1921, ilustra o livro didático.

 Imagem associada para resolução da questão


  Mas, dentre todos, destacava-se, nobre, impávido, admirável em seu generoso desprendimento, sacrificando-se pelos companheiros que desanimavam, o grande Tiradentes, que procurava atrair sobre si a maior culpa da malograda conjura. [...] A 19 de abril de 1792 foi lida a sentença aos conjurados. Eram condenados à morte os doze principais chefes e, os outros, a degredo perpétuo ou temporário. No dia seguinte, porém, nova sentença comutava em degredo a pena de morte, exceto para Tiradentes, que deveria sofrê-la... A lição, duríssima e monstruosa, devia, em sua crueldade, mostrar aos brasileiros do vice-reino o perigo da rebeldia. Não o conseguiu. Teve o infalível destino contraproducente de todas as injustiças e violências; serviu para que, na terra pátria, regada com o sangue do mártir, mais depressa vicejasse a árvore da liberdade.

(Joaquim da Silva. História do Brasil para o terceiro ginasial. Apud Thais N. de L. e Fonseca. “Ver para compreender”: arte, livro didático e a história da nação. Em: Lana M. de C. Simam e Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História)


O conjunto formado pelo texto didático e a imagem

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Q1042967 História
“Salve o navegante negro, que tem por monumento as pedras pisadas no cais”. Assim diz o trecho da canção Mestre-sala dos mares, de João Bosco e Aldir Blanc, que evoca à memória um dos movimentos populares encetados pelos marinheiros contra os maus-tratos a que eram submetidos pela Marinha e que passou à História como Revolta da Chibata, ocorrida em 1910. (Ricardo Oriá, Memória e ensino de História. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)
A partir do excerto, é correto afirmar que
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Q1042962 História
O repúdio à História Política tradicional deveu-se à sua concentração no estudo do Estado-nação, dos comportamentos individuais dos grandes personagens, dos eventos circunstanciais e das situações conjunturais efêmeras. Esses acontecimentos eram organizados sob um racionalismo redutor das descontinuidades e das contradições. Dessa forma, a História Política passou a ser vista como retrato da ideologia dominante e ocultadora da verdadeira realidade. Ante as antigas acusações de demasiada preocupação com o efêmero e o meramente cronológico, há uma proposta atual de História Política. (Maria de Lourdes Monaco Janotti, História, política e ensino. Em: Circe Bittencourt (org.).O saber histórico na sala de aula. Adaptado)
A “proposta atual de História Política”, segundo Janotti,
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Q1042959 História
A História como área escolar obrigatória surgiu com a criação do Colégio Pedro II, em 1837, dentro de um programa inspirado no modelo francês. Predominavam os estudos literários voltados para um ensino clássico e humanístico e destinados à formação de cidadãos proprietários e escravistas.
[...] O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), criado no mesmo ano do Colégio Pedro II, produziu uma série de trabalhos que gerou consequências para o ensino da História nacional. Seus membros lecionavam no colégio e foram responsáveis pela formulação dos programas, elaboração de manuais e orientação do conteúdo a ser ensinado nas escolas públicas. Nas escolas confessionais, mantinha-se o ensino da História Universal e da História Sagrada. (Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. História)
A primeira proposta de História do Brasil elaborada pelo IHGB
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Q1035081 História
João José Reis (In: Viagem Incompleta) identifica que as formas de resistência coletiva à escravidão eram
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Q1035080 História
Leia o texto escrito pela historiadora Mary Del Priore (In: Historiografia Brasileira em Perspectiva):
“Fundada, pois, na constatação da negação e do esquecimento, a história da mulher emergiu e ganhou musculatura (…), atrelada à explosão do feminismo, articulada ao florescimento da antropologia e da história das mentalidades, bem como às novas aquisições da história social e às pesquisas, até então inéditas, sobre a memória popular. Este foi um período fundamental, no qual as feministas fizeram a história da mulher, antes mesmo dos historiadores. (…) Dois pólos fundamentais de reflexão ou duas preocupações estruturavam esta efervescência intelectual: fazer surgir as mulheres no seio de uma história pouco preocupada com as diferenças sexuais e demonstrar a opressão, a exploração e a dominação que sofriam e que as subjugava.”
Nesse texto, a autora faz referência específica a qual período histórico?
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Q1035079 História
“Diferentemente de filósofos e literatos, nós historiadores devemos dispor de evidências para sustentar nossos argumentos, e não podemos simplesmente extraí-las da nossa cabeça. Nós as extraímos, sim, das caixas dos arquivos. Compreendo, evidentemente, que outras disciplinas têm o seu próprio rigor, e que os historiadores também dão asas à imaginação (...) reconheço os aspectos literários e arbitrários da escrita da história. (...) Dizer que nós não podemos ter um conhecimento direto do passado não significa dizer que qualquer versão do passado seja válida ou que uma versão não possa ser melhor do que outra. Podemos entrar imaginativamente em outras vidas, perambular por outros mundos, fazer contato com outras esferas da experiência, e fazer tudo isso com rigor e não fantasias e com ficções.” (In: As múltiplas faces da História).
Na opinião de Robert Darnton, autor dessas reflexões, o trabalho do historiador precisa ser:
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Q1035078 História
Leia o seguinte texto de Maria de Lourdes Monaco Janotti, extraído em O saber Histórico na sala de aula (1998):
“O presente passou a explicar-se a partir de si mesmo. O perigo de ignorar o passado público pode também acarretar a perda da visão dialética da História e da vontade política que leva à crítica e à construção de projetos futuros.”
Segundo a autora,
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Q1035076 História
Segundo Ricardo Oriá, a preservação do patrimônio cultural tem sido valorizada pela historiografia contemporânea. E socializar esse patrimônio na escola, com valores semelhantes, significa:
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Q1035073 História
Durante as últimas décadas do século XIX e inícios do século XX, surgiram cientistas e intelectuais dedicados a pensar e projetar ideias sobre o futuro do Brasil, refletindo acerca de questões raciais, religiosas e culturais. Silvio Romero, Nina Rodrigues e Euclides da Cunha estão entre os principais nomes desse grupo. Assinale a alternativa correta acerca de suas ideias.
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Q1035072 História
Leia o texto: “As origens da Segunda Guerra Mundial produziram uma literatura histórica incomparavelmente menor sobre suas causas do que as da Primeira Guerra, e por um motivo óbvio”. Eric Hobsbawn. A Era dos Extremos.
Segundo a perspectiva de análise do autor, a diferença da produção historiográfica sobre as origens da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais foram:
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Q1035071 História

Sobre a imagem a seguir, é correto afirmar que

Imagem associada para resolução da questão

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Patria-bruno.jpg 

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Q1035070 História

Leia e analise esse documento de 1844.

Imagem associada para resolução da questão

(http://www.slavevoyages.org/resources/images/category/Manuscripts/166)


O documento está relacionado à história

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Q1035069 História
Leia o texto e assinale a alternativa que dá continuidade a ele. “Descolonização e revolução transformaram de modo impressionante o mapa político do globo. O número de Estados internacionalmente reconhecidos como independentes na Ásia quintuplicou. Na África onde havia um em 1939, agora eram cerca de cinquenta. Mesmo nas Américas, onde a descolonização no início do século XIX deixara atrás umas vinte repúblicas latinas, a de então acrescentou mais uma dúzia. Contudo, o importante nelas não era o seu número, mas…” (Eric Hobsbawn, A Era dos Extremos)
Alternativas
Q1035068 História
Eric Hobsbawn (1995) em A era das revoluções, afirma que
“A palavra ‘urbano’ é certamente ambígua. Ela inclui as duas cidades europeias que por volta de 1789 podem ser chamadas de genuinamente grandes segundo os nossos padrões – __________com cerca de um milhão de habitantes, e _________ , com cerca de meio milhão – e umas 20 outras com uma população de 100 mil ou mais”.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
Alternativas
Q1035067 História
Leia o texto seguinte, do autor vencedor do concurso promovido, em 1844, pelo IHGB, sobre “Como se deve escrever a história do Brasil”, citado por Lilia Moritz Schwarcz, em Inaugurando a história e construindo a nação.
“Devia ser ponto capital para o historiador flexivo mostrar como no desenvolvimento sucessivo do Brasil se acham estabelecidas as condições para o aperfeiçoamento das três raças humanas que nesse país são colocadas uma ao lado da outra, de uma maneira desconhecida da história antiga, e que devem servir-se mutuamente de meio e fim”.
O autor do texto foi:
Alternativas
Q1035066 História

Observe a imagem.

Imagem associada para resolução da questão

Thomas Cole. Manhã ensolarada no Rio Hudson, 1827.

(http://www.abcgallery.com/C/cole/cole26.html)


Essa obra conta qual história?

Alternativas
Q1035065 História
“A datação do início do processo de independência pode não ser nítida dependendo da vertente historiográfica adotada. Toda periodização pressupõe, entretanto, uma teoria geral da História. No caso da História do Brasil em formação, ou mais propriamente, no processo de definição de sua própria existência (visto que antes do Primeiro Reinado tal história era um não-ser) a periodização de uma história que se autodenomina nacional só pode ter início em 1817, quando se inicia a ruptura” (Carlos Guilherme Mota. Viagem incompleta. Formação: histórias.)
A ruptura à qual o autor do texto se refere foi a
Alternativas
Respostas
15701: E
15702: B
15703: E
15704: A
15705: E
15706: B
15707: E
15708: D
15709: A
15710: D
15711: D
15712: A
15713: E
15714: C
15715: C
15716: A
15717: E
15718: C
15719: A
15720: E