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Sobre história
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A charge a seguir foi publicada no Brasil em 1929.
Casamento forçado
Minas Gerais: Mas eu, casar-me com o meu inimigo de todos os tempos?! Antônio Carlos: Paciência, filhinha, para salvar-me da ruína tive necessidade de vender sua mão.
Considerando o contexto político brasileiro, a imagem satiriza o (a):
O documento a seguir faz parte da doação da capitania do Espírito Santo a Vasco Fernandes Coutinho, em 1534:
Primeiramente o Capitão da dita Capitania, e seus Sucessores darão, e repartirão todas as terras de cada sesmaria a quaisquer pessoas de qualquer qualidade, e condição, contanto que sejam Christãos livremente sem foro, nem Direito algum somente o Dízimo, que serão obrigados a pagar a Ordem do Mestrado de Nosso Senhor JESUS Christo de todo o que nas ditas terras houver, as quais Sesmarias darão da forma, e maneira que se contém em minhas Ordenações, e não poderão tomar terra alguma de Sesmaria para si, nem para sua mulher, nem para o filho herdeiro da dita Capitania; e porém podê-lo-ão dar aos outros filhos se os tiver que não forem herdeiros da dita Capitania, e assim aos seus parentes, como se em sua doação contém; e se algum dos filhos, que não forem herdeiros da dita Capitania, ou qualquer outra pessoa tiver alguma Sesmaria por qualquer maneira que a tenha vier a herdar a dita Capitania será obrigado do dia, que nela suceder a um ano primeiro seguinte de largar, e traspassar a tal Sesmaria em outra pessoa; e não a traspassando no dito tempo perderá para mim a dita Sesmaria com mais outro tanto preço, quanto ella valer.
Sobre as determinações da Coroa portuguesa, expressas no documento, é CORRETO afirmar:
A imagem a seguir foi publicada em uma etiqueta de tecidos, em 1888:

Essa imagem, publicada no Brasil no final do século XIX, expressa o (a):
Analise a obra “A pátria”, de Pedro Bruno.

A obra A Pátria (1919) está relacionada a uma simbologia propagada pelos republicanos no
Brasil, no final do século XIX e início do XX. Essa simbologia indica o (a):
As ideias messiânicas foram apropriadas por Fernão Lopes, que construiu a imagem de D. João como uma espécie de chefe messiânico, cujas atitudes são sancionadas por Deus. As suas ações possuem proximidade com os reis do Antigo Testamento e a própria figura de do Mestre de Avis tem analogias a Cristo, sendo Nuno Álvares, seu comandante militar, associado a S. Pedro, que levaria o povo eleito, a uma terra de leite e mel. Esse messias é incondicionalmente apoiado pelo povo português, o “povo do Messias de Lisboa”. Os que são partidários do Mestre, neste discurso são os bons cristãos e considerados “bons portugueses”: a população de Lisboa e os nobres segundos. Já a nobreza tradicional e o rei de Castela, que por sua vez apoia o papa de Avignon, passam a ser apresentados no discurso do cronista como o “outro”, a representação do Mal. D. João é visto como o verdadeiro “protetor” da nacionalidade portuguesa, com apoio de Deus e do povo português.
O cronista Fernão Lopes (1385-1460) foi contratado oficialmente para escrever sobre a vida dos reis portugueses da Dinastia de Avis, especialmente a respeito de Dom João I, o Mestre de Avis.
Sobre esse tipo de discurso, considerando o contexto histórico português, é CORRETO afirmar:
É correto afirmar que o texto acima está se referindo à:
A partir da segunda metade do século XVIII, alguns soberanos absolutistas ou seus ministros, baseados em princípios iluministas, particularmente os de Voltaire, empreenderam uma política de reformas, visando à modernização nacional, com o objetivo de racionalizar a administração, a taxação de impostos e o incentivo a educação.
Essa política era denominada:
A leitura acadêmica em filosofia nos aponta o quanto os gregos faziam a distinção entre a atividade braçal de quem cultivava a terra, atividade manual do artesão e a atividade do cidadão que discute e procura soluções para os problemas da cidade. De acordo com a filósofa alemã Hanna Arendt (1906-1975), os gregos utilizavam os termos labor, poiesis e práxis para expressar suas três concepções para ideia de trabalho. Neste sentido e segundo essa concepção, assinale a alternativa que aponte o conceito designado para cada termo, respectivamente:
“As barreiras institucionais sobreviventes ao livre movimento dos fatores de produção, à livre iniciativa ou a qualquer coisa que concebivelmente pudesse vir a tolher sua operacionalidade lucrativa caíram diante de uma ofensiva mundial. O que torna esta suspensão geral de barreiras tão extraordinárias é que ela não estava limitada aos Estados onde o liberalismo político era triunfante ou mesmo influente. Se tinha sido mais drástica nas monarquias absolutas restauradas e principados da Europa que na Inglaterra, França ou Países Baixos, era porque ali muito mais havia a ser levado de roldão.” HOBSBAWM, E. A era do capital. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1088.
É correto afirmar que o texto trata:
O texto referido acima é de um autor da Antiguidade Clássica e discorre acerca da civilização da Antiguidade no eixo do Mediterrâneo.
Ele se refere a qual civilização antiga?
Tendo como referência a citação em Perry Anderson, é certo afirmar que a (s) condição(ções) que definiu(ram) a supremacia da cidade na Antiguidade Clássica era(m):
Primeira etapa da evolução humana. Antecedendo a Idade Antiga, é marcada, no seu início, pelo surgimento dos primeiros hominídeos. Esta etapa estende-se até o aparecimento dos primeiros registros escritos, por volta de 4000 a.C.
O período descrito no texto é conhecido como pré-história. Essa denominação se deve ao fato de que:
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