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Sobre história
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Analise a charge.

A charge faz alusão ao contexto de 1789,
remontando a emblemática revolta da Inconfidência
Mineira. Inserindo o uso do recurso humorístico ao
contexto, podemos concluir que a expressão
presente na charge, “Colônia de Portugal uma
ova!!”, relaciona-se
“(...) Se houvesse um projeto a que o governo Médici se dedicou com a máxima satisfação foi a Rodovia Transamazônica. [o projeto] tinha dois poderosos atrativos para a liderança militar: segurança nacional e desenvolvimento econômico (...)” DROSDOFF, Daniel. Linha dura no Brasil: O governo Médici. 1969-1974. São Paulo: Global, p. 60.
O objetivo da construção da rodovia transamazônica na perspectiva dos militares foi promover
Considere os textos.
TEXTO I

TEXTO II
No período da Expansão Marítima Europeia, muitas áreas da costa africana foram conquistadas e o comércio europeu foi estendido para essas regiões. No continente existiam muitas tribos primitivas, havia guerras entre tribos diferentes e aquelas que saíam derrotadas se tornavam escravas das vencedoras (...) Devido ao neocolonialismo a África foi dividida em fronteiras artificiais de acordo com os interesses europeus (...) Essa divisão ocorreu em 1884-1885 na Conferência de Berlin que institui normas para a ocupação, onde as potências coloniais negociaram a divisão da África, propondo a não invadir áreas ocupadas por outras potências. No início da I Guerra Mundial, 90% das terras já estavam sob domínio da Europa. A partilha foi feita de maneira arbitrária (...)
África de ontem, África de hoje, resquícios de permanências?
Na atualidade, em países do continente africano,
população convive com graves e constantes
conflitos étnicos, que tem relação direta com o seu
passado histórico. Constitui herança histórica que
explica tal situação
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos – O breve século XX – 1914-1991, 1995)
O excerto traz referências ao contexto
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848, 1995)
Segundo Eric Hobsbawm, as lutas sociais em parte dos séculos XVIII e XIX
(Marc Ferro, História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX, 1996)
O excerto trata
(Marc Ferro, História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)
A “verdadeira explicação”, para Marc Ferro, consiste em
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1988. Adaptado)
Faz parte dessa “tríplice classificação”,
[Evaldo Vieira, Brasil: do golpe de 1964 à redemocratização. Em: Carlos Guilherme Mota. A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
O Ato Institucional nº 5 – o AI-5 –
[Stuart B. Schwartz, “Gente da terra braziliense da nasção”. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. Formação: histórias, 2000]
O uso dos termos “negros da terra” e “índios” para a designação dos indígenas, segundo Stuart Schwartz, tem relação com
Além dos condicionamentos de ordem geográfica, fatores de natureza socioeconômica e geopolítica encontram-se na origem da “colonização pontual”, ou seja, a ocupação apenas dos pontos estratégicos da orla costeira.
[Jorge Couto, A gênese do Brasil. Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. Formação: histórias, 2000]
Em relação aos “fatores de natureza socioeconômica e geopolítica”, é correto considerar
[Joseph Love, A república brasileira: federalismo e regionalismo (1889-1937). Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
Trata-se de exemplo de descentralização, presente na Carta de 1891,
[Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998]
“Estado de compromisso” pode ser conceituado como
[Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998]
Para Laura de Mello e Souza, tal ocorrência pode ter relação com
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista, 1998)
Perry Anderson faz referência a esses processos para
Leia a pergunta feita à historiadora Natalie Zemon Davis.
Seu livro O retorno de Martin Guerre, de 1983, gerou muitos debates, e ao lado de Montaillou, de Le Roy Ladurie, e O queijo e os vermes, de C. Ginzburg, tem sido elogiado como pertencente à tradição pós-modernista em historiografia.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
As obras citadas fazem parte da chamada
[Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras de além-mar. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
De acordo com o excerto, a cartografia histórica é
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
A partir do artigo, é correto afirmar que
I. Os mexicas também eram chamados de astecas, uma alusão a Aztlan, o mítico ponto de partida de sua migração. II. Para os mexicanos, os toltecas, antigos habitantes da cidade de Tula e o rei-deus “serpente emplumada” pertenciam a um remoto e fabuloso passado, em que teriam sido pioneiros na prática de todas as artes e na aquisição de todos os conhecimentos de que o México desfrutava até então. III. Após a queda de Tula, as tribos nômades do norte foram agrupadas sob a denominação genérica chichimeca, um termo equivalente aos bárbaros dos gregos antigos.