Questões de Concurso
Sobre história
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1. Desde que bem defendida, qualquer versão histórica é válida quando desconstrói o politicamente incorreto pautado em uma racionalidade que vitima o indígena. 2. Novas pesquisas demonstram que o politicamente correto em relação ao indígena não se pauta necessariamente na ciência da história, mas na militância política a favor do multiculturalismo e da mestiçagem. 3. Os territórios indígenas no Brasil são vastos demais em relação à sua realidade demográfica, impedindo, dessa forma, a produtividade do agronegócio. 4. A Terra Indígena é um tipo específico de posse, de natureza originária e coletiva, que não se confunde com o conceito de propriedade privada do não indígena.
A opção que NÃO corresponde a uma leitura da revolução de 1930 é:
A alternativa que melhor analisa o processo de independência brasileira à luz da historiografia mais recente é:
A colonização portuguesa nas Américas possuiu algumas especificidades. A opção que melhor exemplifica essas especificidades é:
Sobre a revolução industrial é correto afirmar que:
"É preciso que os soberanos possam dar a lei aos súditos e anular ou revogar as leis inúteis para fazer outras; o que não pode ser feito por aquele que está submetido às leis ou por aquele que está sob o comando de outrem [...] todos os príncipes da Terra estão submetidos à lei divina e não têm poder de contrariá-la, se não querem ser culpados de crime de lesa majestade, fazendo guerra contra Deus" (BODIN, Jean. Os seis livros da república. Livro I. São Paulo, Editora Icone, pp.191-3).
Jean Bodin é um teórico típico do sistema político conhecido na história como:
Acerca da Idade Média é correto afirmar que:
O desenvolvimento da cidadania moderna encontra suas raízes mais profundas na Antiguidade Clássica dos gregos antigos. É um conceito condizente com a cidadania antiga e incorporados ao direito contemporâneo o conceito de:
Acerca dos direitos humanos e sua implementação problemática no mundo pós-1945, podemos considerar como seus aqueles que formularam as bases teóricas desse sistema de pensamento:
Sobre a relação entre o “tempo do individuo” e o “tempo social “pode-se dizer que:
Sobre a relação entre a história e a necessária periodização do tempo é correto afirmar que:
“Sete anos e um dia após o suicídio de Getúlio Vargas, outro presidente, igualmente eleito com expressiva votação popular, deixava o poder de forma traumática. Mas, além de carecer do sentimento de grandeza, inegável no gesto de Getúlio, a renúncia de Jânio Quadros permanece até hoje envolta na polêmica que ora enxerga o golpe, ora a insanidade do protagonista. E a crise que provocou, pela tentativa militar de se impedir a investidura constitucional do vice João Goulart, quase leva o país à guerra civil”
BENEVIDES, M. O governo Jânio Quadros. Rio de Janeiro: 1982, p. 7).
Dentro do quadro traumático que foi o curto governo Jânio Quadros, podemos entender que:
Em 1937, Vargas dizia que:
“(...) não se oferecia outra alternativa além da que foi tomada, instaurando-se um regime forte, de paz, de justiça e de trabalho. Quando os meios de governo não correspondem mais às condições de existência de um povo, não há outra solução senão mudá-los, estabelecendo outros moldes de ação.”
(FENELON, D. 50 textos de História do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1974, p. 159.)
Tendo em vista o Estado Novo, podemos considerar INCORRETO que:
“Os anos que antecederam o Estado Novo foram de efervescência e disputa política. Essa situação tinha a ver com a diversidade das forças que se haviam aglutinado em torno da Aliança Liberal, a coligação partidária oposicionista que em 1929 lançou a candidatura de Getúlio Vargas à Presidência da República. Enquanto alguns dos que aderiram à Aliança Liberal faziam oposição sistemática ao regime, outros ali ingressaram apenas por discordarem do encaminhamento dado pelo então presidente Washington Luís à sucessão presidencial”.
(PANDOLFI, D. Os anos 1930: as incertezas do regime. In FERREIRA, J, NEVE, L. O Brasil Republicano vol.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 15).
A revolução de 1930 foi um divisor de águas na política brasileira no século XX. Sobre ele é INCORRETO afirmar que: