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Q1854320 História
Leia o excerto a seguir.
“Algumas delas alcançaram êxito, como as de Pernambuco e de São Vicente. Outras fracassaram desastrosamente, por vezes da forma mais trágica, como a de Pereira Coutinho, em Ilhéus, que acabou devorado pelos índios. Lopes de Souza desinteressou-se totalmente e nem tomou posse da concessão que recebeu. Quase todas deixaram novos povoadores europeus, organizados em bases completamente novas, nas quais o índio já não era um parente, mas mão-de-obra recrutável como escrava.”
RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2012. p. 87.
O autor faz referência à
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Q1854317 História

Observe o mapa abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Atlas of world history – Mapping the human journey. London: Dorling Kindersley, 1999. In:

AZEVEDO, G; SERICOPI, R. História: ensino médio: volume único.

São Paulo, SP: Ática, 2007. p. 268 [adaptado]


O processo político a que o mapa faz referência insere-se na

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Q1854316 História
.Leia o excerto a seguir.
“O Comércio Colonial Interno, tanto o sistema que fornecia gêneros básicos a mercados de cidades quanto o sistema de longas distâncias que transportava prata, têxteis, e especialidades regionais, requeria meios de articulação. Já mencionamos aquelas instituições, como leilões do governo e privados, pósitos e alhóndigas, corporações de comerciantes e de artesãos, e comerciantes e negociadores menores que juntavam pequenas quantidades de artigos valiosos nos mercados de aldeias para expedi-los para estabelecimentos maiores nas cidades.”
MACLEOS, M. J. Aspectos da economia interna da América Espanhola Colonial: Mão de obra, tributação, distribuição e troca. In: BETHELL, L (org.) HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA. História da América Latina/América Latina Colonial. 2. ed. São Paulo, SP: Brasília, DF: USP, Fundação Alexandre de Gusmão, 2012. p. 262.
De acordo com o autor, do excerto acima, os mecanismos de troca predominantes na América hispânica eram os (as)
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Q1854315 História
Leia o excerto a seguir.
As teorias raciais do século XIX aglutinaram os mitos raciais da ciência positivista. Dessa forma, foi possível a criação de uma tipologia racial metódica, supostamente objetiva, aliada aos critérios evolucionistas e progressos positivistas que permitiram fazer considerações sobre a “qualidade” de determinado grupo humano, com status de embasamento científico no século XX.
PADRÓS, E. S.; RIBEIRO, L. T.; GERTZ, R. E. (Orgs). Segunda Guerra Mundial: Da crise dos anos 30 ao Armagedón. Porto Alegre, RS: Folha da História, 2000.
Considerando a política racial nazista da Segunda Guerra Mundial, afirma-se, EXCETO que
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Q1854314 História

Leia o excerto a seguir.


“O nascimento de numerosos Estados africanos, entre 1960 e 1964, complicou a tarefa do pan africanismo, como movimento de integração. Contudo, incontestavelmente facilitou e Silvério o seu desenvolvimento na qualidade de movimento de libertação. Se, por um lado, os novos dirigentes africanos estavam em desacordo em relação à natureza de integração política que devia ser realizada na África, era quase unânime o reconhecimento da urgente necessidade em libertar inteiramente o continente do colonialismo.


SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: século XVI ao século XX.

Brasília, DF: UNESCO, 2013. Vol. II p. 573


Sobre o contexto mencionado pelo autor, afirma-se que

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Q1854313 História
Leia o excerto a seguir. 

"Há oito séculos, a orla marítima da região situada entre o Rio Volta e os Camarões não tinha aspectos muito diferentes do que tem hoje. A derrubada da floresta primária teve início há milhares de anos e acelerou-se com a difusão das técnicas de emprego do ferro.”
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. Vol. I. p. 482
O fato mencionado pelo autor favoreceu a
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Q1854312 História
.Leia o excerto a seguir.
“A Conferência de Genebra – sede das Nações Unidas – não foi além de planos e debates. Hoover, presidente americano, propôs que os efeitos de terra se reduzissem em 1/3 e que se abolissem tanques, artilharia pesada e aviões de bombardeio. Entretanto, a Alemanha, não alcançando o mesmo direito de se armar que a França, abandonou a conferência e levou-a ao descrédito e ao fracasso. Em 1934 – ano em que o nazismo estava a caminho do apogeu – cessaram as conversações de Genebra. Em 1935, a Alemanha fez voltar o serviço militar obrigatório. Enquanto os fatos citados se desdobravam e os anos passavam, outros esforços se fizeram, a nível de tratados, no sentido de garantir a paz obtida em 1919, em meio a rancores, dúvidas e ressentimentos.”
LOPEZ, L. R. História do século XX. 3. ed. Porto Alegre, RS: Mercado Aberto, 1987. p. 27
O historiador Luiz Roberto Lopez referiu-se a qual acordo que procurou garantir a paz adquirida em 1919?
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Q1854311 História

.Analise o mapa da América Colonial portuguesa abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: NOVAIS, F., Org. História da Vida Privada no Brasil. Vol. I. São Paulo:

Companhia das Letras, 1997, p.19


Ao analisar-se o mapa, afirma-se que se refere

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Q1854310 História
Leia o excerto a seguir.
“A guerra que Napoleão movia na Europa contra a Inglaterra, em princípio do século XIX, acabou por ter consequências para a Coroa portuguesa. Após controlar quase toda a Europa Ocidental, Napoleão impôs um bloqueio ao comércio entre a Inglaterra e o continente. Portugal representava uma brecha no bloqueio e era preciso fechá-la. Em novembro de 1807, tropas francesas cruzaram a fronteira de Portugal com a Espanha e avançaram em direção a Lisboa.”
FAUSTO, B. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p. 66.
No excerto acima o autor faz referência ao contexto da
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Q1854309 História
Leia o excerto a seguir.
“Aos portugueses e, em menor grau, aos castelhanos, coube, sem dúvida, a primazia no emprego do regime que iria servir de modelo à exploração latifundiária e monocultora adotada depois por outros povos. E a boa qualidade das terras do Nordeste brasileiro para a lavoura altamente lucrativa da cana-de-açúcar fez com que essas terras se tornassem o cenário onde, por muito tempo, se elaboraria em seus traços mais nítidos o tipo de organização agrária mais tarde característico das colônias europeias situadas na zona tórrida. A abundância de terras férteis e ainda mal desbravadas fez com que a grande propriedade rural se tornasse, aqui, a verdadeira unidade de produção. Cumpria apenas resolver o problema do trabalho.”
HOLANDA, S. B. de. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1995. p. 48.
Para tentar resolver essa dificuldade citada por Sérgio Buarque de Holanda, no excerto acima, os portugueses optaram por (pelo) 
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Q1854308 História
Leia o excerto a seguir.
“[...] Em vastas extensões do globo todas as pessoas de determinada idade, independentemente de suas origens históricas pessoais, passaram pelas mesmas experiências centrais. [...] Como iremos compreender o Breve Século XX, ou seja, os anos que vão da eclosão da Primeira Guerra Mundial ao colapso da URSS, que, como agora podemos ver retrospectivamente, formam um período histórico coerente já encerrado? Não sabemos o que virá a seguir, nem como será o segundo milênio, embora possamos ter certeza de que ele terá sido moldado pelo Breve Século XX”.
HOBSBAWN, E. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 14-15.
Eric Hobsbawn coloca-se dentro da História e escreve uma obra original e pessoal, na qual analisa os fatos históricos a partir de um olhar próprio, de quem pensou e viveu comprometidamente com o período sobre o qual escreve.
Considerando as ideias defendidas pelo autor na obra Breve Século XX, afirma-se que
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Q1854307 História
A Primeira República Francesa foi marcada por graves crises, entre elas, a ameaça das tropas monarquistas da Inglaterra, Áustria, Prússia, Holanda, Espanha e Sardenha. Esses países atacaram a França para impedir que os ideais da Revolução Francesa se disseminassem nas demais monarquias europeias.
Para enfrentar essas crises, as lideranças francesas criaram o/a
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Q1854306 História
Leia o texto a seguir.
“A monarquia portuguesa consolidou-se através de uma história que teve um dos seus pontos mais significativos na revolução de 1383-1385. A partir de uma disputa em torno da sucessão ao trono português, a burguesia comercial de Lisboa se revoltou. Seguiu-se uma grande sublevação popular, a ‘revolta do povo miúdo’, no dizer do cronista Fernão Lopes. A revolução era semelhante a outros acontecimentos que agitaram o ocidente europeu na mesma época, mas teve um desfecho diferente das revoltas camponesas, esmagadas em outros países pelos grandes senhores. O problema da sucessão dinástica confundiu-se com uma guerra de independência quando o rei de Castela, apoiado pela grande nobreza lusa, entrou em Portugal para assumir a regência do trono.”
FAUSTO, B. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009.p. 10.
De acordo com o texto acima, o autor menciona a
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Q1854305 História
Leia o excerto a seguir.
“O meu objeto de análise era a mentalité ou, como prefiro dizer, a cultura política, as expectativas, as tradições e até as superstições dos trabalhadores que com mais frequência se envolviam nas ações no mercado; e as relações – às vezes negociações – entre a multidão e os governantes, denominadas pelo termo insatisfatório de ‘motim’.”
THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p.204.
Edward Thompson rompeu, em seus estudos históricos, com uma tradição ortodoxa marxista rígida que separava a sociedade em superestrutura e infraestrutura, e atentava para a noção de agency, ou seja, o agir humano como fundamental para entender as sociedades na história, deixando de lado a rigidez de modelos mais estruturalistas ou deterministas.
A respeito das ideias defendidas por Edward Thompson na citada obra afirma-se que
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Q1854304 História
O pensamento iluminista, embora não tenha sido homogêneo, disseminou-se por toda a Europa e atingiu seu apogeu no século XVIII. Nesse período, o absolutismo francês já estava em decadência e era contestado por diversos intelectuais ligados às diferentes áreas do conhecimento humano, como a filosofia, a economia, a arte, a educação, a ciência em geral.
Sobre os intelectuais iluministas, afirma-se que
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Q1854303 História
A exportação de mão de obra escrava da África para o mundo data-se no século IX e foi realizada incialmente por países banhados pelo Mar Mediterrâneo (Europa meridional), Oriente Médio e Ásia. Contudo, foi a chegada dos europeus ao Novo Mundo, a partir do século XV, que incrementou e expandiu o tráfico negreiro, assim criando um comércio transatlântico, que representou um fenômeno único em termos de número, extensão geográfica e econômica.
A respeito da escravidão transatlântica de escravos, afirma-se que
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Q1854302 História
A colonização dos Estados Unidos iniciou a partir do século XVII, quando colonos provenientes da Inglaterra se estabeleceram na América do Norte. A colonização efetiva começou em Jamestown, na Virgínia, em 1607. Nos anos seguintes outras colônias foram criadas na região, dando origem às 13 colônias. O processo de colonização inglês nunca foi homogêneo, pois atingiu diferentes formas com o decorrer dos anos.
Sobre o processo colonizador inglês no Novo Mundo, afirma-se que
Alternativas
Q1854301 História
Leia o excerto a seguir.
“Tanto as cidades novas como as antigas - agora reanimadas pelo comércio - assumiram caráter econômico, transformando-se em zona de produção artesanal e em centros comerciais. Além dos negociantes, elas começaram a ser procuradas por senhores feudais endividados e por servos e vilões que fugiam da opressão dos feudos.”
AZEVEDO, G; SERICOPI, R. História: ensino médio: volume único. São Paulo, SP: Ática, 2007. p. 122
O contexto histórico abordado pelos autores, remete-nos a (ao)
Alternativas
Q1854300 História
Leia o seguinte excerto
“No retorno de suas viagens, toda a comunidade, paramentada, dirige-se ao seu encontro; à entrada da Igreja, ele beija os monges, um após o outro – rito do abraço paterno – e, nesse dia, um prato suplementar é servido no refeitório – rito do alimento festivo; além disso, ele próprio, à mesa, é distinguido dos outros; trazem-lhe iguarias mais finas e o melhor vinho. O fogo, o beijo, o vinho, o cortejo, todo o aparato de uma ‘alegre chegada’ como se dirá mais tarde dos reis.”
DUBY, G. História da Vida Privada. Da Europa Feudal à Renascença. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p.60.
De acordo com Charles Duby, o sistema feudal possuía ritos e sinais de deferência cotidiana que revelam uma estruturação social muito complexa.
O excerto acima refere-se ao rito de
Alternativas
Q1854299 História
Nicolau Sevcenko afirma que a maioria das cidades italianas já gozava de autonomia no limiar do século XIII, quando inicia a cultura renascentista. Organizadas em cidadesestados ou repúblicas independentes, resultado da prosperidade econômica de cidades mercantis, guildas e corporações bem sucedidas em seus negócios, moldaram as instituições das novas repúblicas a seu gosto. Isso colaborou para uma atitude mais racional, projetiva, agressiva, conquistadora, sedenta de independência, espaço, saber e distinção.
Sobre O Renascimento italiano e suas fases, afirma-se que
Alternativas
Respostas
12321: B
12322: C
12323: A
12324: B
12325: C
12326: B
12327: D
12328: D
12329: C
12330: B
12331: C
12332: C
12333: B
12334: A
12335: D
12336: D
12337: C
12338: C
12339: B
12340: A