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I. A reação indígena à chegada dos comissários demarcadores enviados pelas monarquias ibéricas ao território implicado na permuta foi de dupla ordem: escrita e armada.
II. A aquisição e o uso frequente da escrita pelas sociedades anteriormente não alfabetizadas constituição bastante comum no mundo colonial hispano-americano.
III. Os jesuítas proporcionaram a todos os guaranis aldeados oportunidades de educação e treinamento em leitura e escrita.
IV. Os guaranis utilizaram os conhecimentos de escrita adquiridos junto aos jesuítas para externar coletivamente seu ponto de vista, por escrito, na sua língua, procurando assim anular ou impedir a execução do Tratado de Madri.
Quais estão corretas?
• Elementos cotidianos ressignificados para representar algo além de seu sentido primeiro. Sua função é fazer a mediação com outra realidade e, por isso, são uma das linguagens básicas da experiência religiosa.
• Narram, encenam, repetem e representam histórias e acontecimentos religiosos.
Os conceitos acima referem-se, respectivamente, a:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Em uma aula sobre tradições religiosas na Antiguidade, o professor de Ensino Religioso poderá utilizar o trecho acima, que está relacionado diretamente aos aspectos religiosos dos ______________, para desenvolver estudos sobre o tema com os estudantes.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Disponível em: https://www.politize.com.br/coronelismo-entenda-o-conceito/.
Durante a República Velha (1889-30), as eleições e os governos foram dominados por grupos que detinham um poder econômico num país agrário e de extrema pobreza. Nesse cenário, surgiram os chamados coronéis, que controlavam a população por troca de favores. Nesse momento, surge a Política dos Governadores que foi:
Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/8/patrimoniomaterial-e-ensino-de-historia.
A História Social abriu um leque de possibilidades de fontes para se estudar o passado. O patrimônio cultural é uma inclusão de fonte que nos permite perceber, com os alunos, a sua própria identidade, evidenciada dentro da sua cidade. O uso do patrimônio está relacionado à:
Disponível em: https://www.infoescola.com/historia/.
O trecho acima fala do contexto social da França que levou a um movimento historiográfico, que revolucionou a escrita na História por colocar elementos do cotidiano como fontes históricas, tendo Lucien Febvre e Marc Bloch como idealizadores. Estamos falando de:
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/08/05/mais-uma-vez-onuacusa-franca-de-preconceito-religioso.
Como diz a notícia acima, a França vem tomando atitudes radicais com relação ao uso de símbolos religiosos em lugares públicos. Considerado um estado laico desde a Revolução Francesa, mas, de uma via religiosa católica, a exposição de outras religiões parece ameaçar os franceses. Desde o início do século XX, os franceses veem o evidente avanço no país da religião:
Disponível em: https://www.politize.com.br/abolicao-da-escravatura-brasileira/.
Sobre a abolição da escravidão no Brasil, podemos considerar que foi um processo longo que começou desde a Independência em 1822 e foi até 1888, um ano antes da Proclamação da República. Sobre esse processo, podemos considerar que:
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/independenciabrasil.htm.
No ano de 2022, comemoramos o bicentenário da nossa Independência, no entanto, o processo de Independência do Brasil foi bem diferente do Movimento de Independência da América Latina. Podemos considerar as diferenças em:
I- O processo de Independência ocorreu, com muita violência e conflito, entre brasileiros e portugueses, que desencadeou revoltas nativistas que foram contidas com mão de ferro de D. Pedro I.
II- O processo foi diferente porque houve uma conciliação de interesses por parte da Corte e dos proprietários e continuou com o sistema monárquico com um herdeiro do trono e o modelo escravista.
III- O estopim para o decreto da Independência foi a Revolução Liberal do Porto, que reclamava a volta do rei ao trono português, deixando D. Pedro como regente do Brasil.
IV- A especificidade do Brasil dá-se pela vinda da Família Real que, diante das reformas urbanísticas, eleva o país a Reino Unido, deixando de ser colônia de Portugal.
V- No Brasil, a chamada elite criolla ganhou espaço e motivou o processo de Independência, deixando o imperador D. Pedro tomar a frente antes que os revoltosos conseguissem.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Disponível em: https://querobolsa.com.br/enem/historia-brasil/escravidao-nobrasil.
O Tráfico Atlântico foi responsável por trazer mais de 13 milhões de pessoas para o continente americano. Estima-se que, pelo menos, 5 milhões vieram para o Brasil e desembarcaram no Porto do Rio de Janeiro, lugar considerado o que mais recebeu pessoas escravizadas. Sobre o sistema escravista, podemos dizer que:
I- Os escravizados trabalhavam nas lavouras de café, de canade-açúcar, nas minas de ouro e de diamantes, nos serviços domésticos (Casa Grande) e ainda como escravos de ganho nas áreas urbanizadas.
II- A escravidão foi um processo extremamente violento, com longas e extensas jornadas de trabalho, sem alimentação, nem condições de vida adequadas o que reduzia muito a expectativa de vida dos escravizados.
III- Os escravizados tinham uma longa jornada de trabalho, mas também dias de descanso, e, para que pudessem produzir, sem ter o desgaste físico extenuante, nos descansos, havia as festas na senzala.
IV- Para que os escravizados aceitassem a condição, eram aplicados castigos corporais para o mau comportamento ou para a baixa produtividade, tais como açoites, prisão com grilhões e máscaras de ferro.
V- Apesar do sistema escravista, o Brasil conseguiu manter uma harmonia social, pois, ao longo dos séculos, os escravizados entenderam a sua função no modo produtivo e faziam o trabalho sem resistência.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/prehistoriabrasileira.htm.
Com a metodologia da História Social, as fontes ampliaram-se para um estudo da cultura e da sociedade, permitindo-nos um leque de possibilidades de desvendar o passado mais antigo. A inclusão da Arqueologia como fonte histórica possibilitou uma releitura de uma era da História pouco estudada devido à falta de elementos e de vestígios históricos. Estamos falando da: