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Os historiadores da dita “Escola Metódica ou Positivista” afirmavam-se capazes de tecer considerações sobre determinado objeto ou fato histórico de maneira meramente objetiva, ou seja, dentro dessa perspectiva, o objeto falava por si mesmo. Para eles é necessária uma atitude isenta, sem manter relações de interdependência, obtendo um conhecimento histórico objetivo, um reflexo fiel dos fatos do passado, puro de toda distorção subjetiva. O historiador para eles narra fatos realmente acontecidos e tal como eles se passaram.
(REIS, 2004, p.18.)
Dentro dessa perspectiva, considerava-se a história como:
É sim senhor
Ele é paulista?
É sim senhor
Falsificado?
É sim senhor
Cabra farrista?
É sim senhor
Matriculado?
É sim senhor
Ele é estradeiro?
É sim senhor
Habilitado?
É sim senhor
Mas o cruzeiro?
É sim senhor
Ovo gorado?
É sim senhor
Vem, vem, vem
Pra ganhar vintém
Vem, seu Julinho, vem
Aproveitar também
(Francisco Alves. Disponível em: https://www.letras.mus.br/francisco-alves/1743994/ Acesso em: maio 2024.)
A marchinha gravada por Francisco Alves, na Odeon, em janeiro de 1929, remete ao contexto
[...] O campo da memória se apresenta como uma área interdisciplinar que perpassa o campo de outras ciências sociais como Antropologia, Sociologia e a própria história. Entretanto, com relação à produção do conhecimento histórico, é preciso ter em mente que este não está isento de interesses pessoais e ainda sofre influências das crenças e juízos de valor que são criados/construídos a partir do lugar social do seu autor/produtor.
(Oliveira 2002:21.)
Dessa forma, é necessário que o historiador tenha a percepção de que na relação entre história e memória:

Considerando o documento apresentado e o conhecimento sobre o momento em que o livro de Alfredo Barroso foi produzido, a professora afirmou que a imagem e a legenda evidenciam que, no período,
Segundo a professora Maria Helena Capelato,

CAPELATO, Maria Helena Rolim. Estado Novo: novas histórias. In: FREITAS, Marcos Cezar de. (org.). Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 1998. p. 201.
A leitura desse fragmento textual permite a associação com a situação vivenciada pelo Brasil no período.
Isso porque, no país a propaganda com inspiração nazista

Disponível em: https://artsandculture.google.com/asset/proclama%C3%A7 %C3%A3o-daindeped%C3%AAncia/oQFygRmdUEGYfw?hl=PT-BR (acesso em 1 de dezembro de 2023)
A partir da leitura da obra, o professor concluiu que a tela mostra
No livro Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda comparou as colonizações portuguesa e espanhola na América. Segundo o autor,

HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. 26 Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 44.
A partir do fragmento textual e do seu conhecimento sobre o tema, deve-se concluir que, na colonização
da América,

FICO, Carlos. História do Brasil contemporâneo: da morte de Vargas aos dias atuais. São Paulo: Contexto, 2015. p. 67.
A partir do fragmento textual, o professor explicou aos alunos que o Ato institucional nº 5 foi

Considerando esses dois documentos e as informações sobre o tema, a professora explicou que, durante o capitalismo industrial, a relação entre o capital e o trabalho caracterizou-se

PERNOUD, Régine. O mito da Idade Média. Portugal: Publicações Europa-América, 1977. p. 77-78.
Considerando esse fragmento textual, a professora explicou aos discentes que, no feudalismo,

MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. Roteiro de André Diniz. Ilustrações de Daniel Brandão. São Paulo: Escala, 2008. p. 5, 34, 35. (Filosofia em quadrinhos).
Considerando as imagens, o professor explicou aos alunos que Maquiavel teorizou sobre o Absolutismo Moderno, uma vez que apresentou

E. P. Thompson. As peculiaridades dos ingleses. In.: NEGRO, Antonio Luigi; SILVA, Sergio (orgs.). E. P. Thompson: as peculiaridades dos ingleses e outros artigos. 3. ed. Campinas: Unicamp, 1998. v. 1. p. 102. (Coleção Textos Didáticos)
A partir do fragmento textual, o professor demonstrou que, desde a formação do capitalismo, a classe trabalhadora

POPYGUA, Timóteo da Silva Verá Tupã. YVYRUPA: a Terra Uma Só. São Paulo: Hedra, 2016. p. 13-18
Ao ler esse mito, um dos alunos pediu ao professor que inventasse outro mito sobre a origem da sociedade em que eles viviam. O professor explicou que
(Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/saiba-por-que-o-7-de-setembro-foiescolhido-para-comemorar-a-independencia/)
Apesar de ter sido uma transformação política originada por diversos agentes, a proclamação da independência é atualmente lembrada e associada a uma figura política de extrema importância, considerada a principal responsável por sua execução. Quem foi essa figura?
I. Da independência ao fim do regime militar, as transformações modernizadoras foram realizadas “pelo alto”.
II. A própria industrialização não se deu num confronto da burguesia com o mundo agrário.
III. Ao contrário, foi o capital da cafeicultura que bancou o desenvolvimento industrial.
IV. Desde o início, portanto, não tivemos uma oposição aberta entre uma “burguesia progressista” e os “retrógrados latifundiários”.
Marque a alternativa correta:
Julgue o item subsequente.
Com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, para a
presidência, no período de 2003 a 2010, o Brasil teve pela
primeira vez um partido de esquerda eleito para o
governo do país. Durante esse período, o Brasil
experimentou a implementação de políticas sociais
significativas que tiveram impacto na redução da pobreza
e da miséria.
Julgue o item subsequente.
Durante o período da ditadura militar no Brasil, que teve
início em 1964 e se estendeu até 1985, houve
participação direta da população nas eleições
presidenciais, quando os presidentes militares foram
eleitos atráves do voto em um processo democrático.
Julgue o item subsequente.
O Período Imperial do Brasil compreende o intervalo de
1822 a 1889 sendo dividido em três fases distintas: o
Primeiro Reinado (1822-1831), o Período Regencial
(1831-1840) e o Segundo Reinado (1840-1889).