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Sobre história
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Os cristãos formavam comunidades organizadas, que se reuniam em torno das igrejas e respeitavam uma estrutura hierárquica formal, composta de supervisores (em grego, episkopos ou bispos), diáconos e presbíteros. Além disso, o Cristianismo já havia se adaptado melhor às tradições romanas e vice-versa. [...] Em 313, o novo governante, Constantino I, percebeu que, ao invés de combater a cristandade, poderia trazê-la para seu lado e usá-la como base de sustentação de seu império. “Constantino foi um visionário. Fez uma opção política pelo cristianismo, numa época em que apenas 10% da população pertencia a essa fé” [...].
(DREHER, 2013.)
A partir da chegada dos povos germânicos em grande parte da Europa Central, sofrem grande influência da cultura greco- -latina. Nesse processo:
Evocando o rio Congo (Zaire) como “uma linha de partida”, o geógrafo Gilles Sautter sublinhou notavelmente o papel do majestoso rio da África Central: “o Congo não é apenas, por seus canais e suas grandes ilhas, um mundo original justaposto às áreas [vizinhas]. Ele representa também, para essas últimas, um fator de coordenação e de integração regional. Sua influência é ao mesmo tempo direta, como fonte reguladora de água, e indireta, como grande via navegável, oferecida às iniciativas humanas.”
(Sauter, R, 2010. 1208, p.)
A atual República Democrática do Congo foi uma colônia belga entre 1885 e 1960. Nesse período:
A Revolução Farroupilha é o tema mais trabalhado pela historiografia rio-grandense. O movimento é o fato histórico que ganhou maior relevância tanto na produção historiográfica quanto no imaginário popular. Ao longo do tempo, entretanto, a memória da Revolução tem sido constantemente modificada, proporcionando, inclusive, controvérsias e impasses na produção historiográfica.
(SCHEIDT, E., 2002.)
O ano de 1835 marcou o início da Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul caracterizada, entre outros fatores, por:
A mineração, como já mencionado, foi uma das atividades econômicas mais importantes no Brasil colonial, em particular na Capitania de Minas Gerais. Segundo Paiva (2002), foi nesse contexto que as populações africanas introduziram técnicas diversas nos processos de mineração, trazendo ao Brasil tecnologias como canoas (tradicionalmente feitas de madeira, rasas e medindo de dois a três palmos de diâmetro) e bateias, recipientes de couro de boi, cuja função é reter o ouro.
(Paiva, 2002.)
A despeito dessa importância histórica e da significativa presença de tecnologias e conhecimentos africanos e afrodescendentes na atualidade, os estudos do tema ainda são relativamente escassos. Em relação ao escopo tecnológico africano:
O quilombo traz, como experiência, a presença de tecnologias e da cosmovisão africana na sua formação, durante o escravismo, e nas suas práticas de resistência. O jongo, manifestação que surge nas fazendas cafeeiras durante o século XIX, também estabelece essa relação. A representação do quilombo, como território que reorganizou as práticas africanas no Brasil associadas à resiliência, e do jongo, como filosofia de vida e prática organizada a partir de códigos trazidos do continente africano, seguem a linha de compreensão da formação da diáspora africana a partir da epistemologia da ancestralidade.
(Oliveira, 2009.)
Mostrar a presença das tecnologias africanas e afrodescendentes no Brasil implica, entre outros fatores:
Há dois olhares básicos para apreender o conceito de “humano”: o individual e o coletivo. De um lado temos a compreensão do humano que tenta responder às questões considerando suas características naturais, as qualidades intrínsecas de cada ser, do corpo e mente de cada indivíduo – típico na: biologia, neurociências, psicologia cognitiva etc. – e de outro encontramos as ciências sociais que privilegiam a análise sobre os indivíduos considerando seus modos de existência, suas práticas efetivas em sociedade. Nesse caso, as qualidades que tipificam o humano são extraídas de sua forma de vida coletiva.
(MAIA, 2009.)
O indivíduo humano encontra-se enlaçado com outros indivíduos e é a forma desse enlace que o caracteriza. A humanidade do homem somente ocorre em seu viver societário. Especificamente nas sociedades humanas na Pré-história:
No período do Império do Brasil, havia apenas dois partidos, o Liberal e o Conservador, e ambos tinham interesses semelhantes: manter a ordem estabelecida, a monarquia e o escravismo. Leia o texto que segue sobre esse assunto.

As palavras que completam corretamente as lacunas são, respectivamente,
Com a renúncia do presidente Collor, o vice-presidente Itamar Franco assumiu o governo do Brasil num mandato de transição, até a eleição presidencial de 1994. Era um momento em que a inflação estava em 30% ao mês, empobrecendo os salários dos trabalhadores. Para combater a inflação, a equipe econômica colocou em vigor o Plano Real. Sobre esse programa econômico, marque a alternativa CORRETA.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/queda-muro-berlim. Acesso em: junho de 2024.)
O Muro de Berlim foi um dos grandes símbolos da:
I. Criação e expansão da internet.
II. Descoberta da energia elétrica.
III. Criação dos primeiros aparelhos celulares e posterior aprimoramento com uso tecnologias de ponta, que deu origem aos smartphones e tablets.
IV. Avanços tecnológicos na engenharia espacial, com criação e lançamento de foguetes, ida do homem à Lua, criação de estações espaciais, de satélites artificiais e de sondas para estudo de planetas e satélites.
Está correto o que se afirma apenas em
Texto 05
Etnia é uma palavra de raiz grega, ethnos, utilizada para designar grupos que compartilham a cultura, os costumes e/ou a origem. O conceito de etnocentrismo deriva dessa palavra e foi criado para designar uma visão de mundo em que uma cultura ou um grupo étnico se considera superior aos demais e toma seus valores como medida para compreender as demais culturas.
(SOUZA e VAZ, 2020. p. 54).
Considerando que o etnocentrismo foi bastante praticado no Brasil, durante a colonização e ainda é extremamente forte, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) Os colonizadores europeus se utilizaram do pressuposto de que eram superiores, portanto podiam impor seu modo de vida aos povos originários, classificados por eles como primitivos.
( ) A desqualificação dos povos indígenas brasileiros, promovida pelo etnocentrismo europeu, estava a serviço da geração de riquezas e exploração dos bens naturais das terras brasileiras.
( ) Durante as conquistas europeias e a exploração colonial, o etnocentrismo esteve associado ao eurocentrismo, ou seja, à prevalência dos propósitos e das visões de mundo dos europeus em detrimento das perspectivas elaboradas por outras culturas.
( ) As ex-colônias dos países europeus tiveram seus recursos naturais expropriados durante séculos, além das marcas deixadas pelos ataques às suas culturas. Mesmo assim, as ex-colônias, ainda hoje, enfrentam o jogo do livre mercado, como exportadoras de bens primários, em condições bastantes adversas, às custas de uma profunda precarização do trabalho e da vida.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
Texto 01
A produção cultural é o grande legado da humanidade, desde os tempos mais remotos da Pré-História, quando se desenhava e pintava-se nas paredes das cavernas, ou mesmo quando se dançava em volta de uma árvore, ou quando usava-se a sombra, a partir do fogo, para dramatizar, por meio da mímese, ou ainda quando se descobria a produção sonora, para além da natureza, no atrito ou no sopro em ossos que sobrava dos animais, quando lhes serviam de alimento. A produção cultural é o diferencial entre o ser humano e todos os outros animais, pois os humanos, além de terem a capacidade cognitiva, articulam outras capacidades no processo de criação, como a capacidade de simbolizar.