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CONY, Carlos Heitor. Quase memória: quase romance. Rio de Janeiro: O Globo; São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003, p. 183.
No excerto da obra em destaque, baseada em fatos ocorridos durante a Ditadura Militar (1964-1985), observa-se que, se nos primeiros momentos após o golpe de Estado houve certa desarticulação quanto às ações violentas dos golpistas sobre os opositores, posteriormente ocorreu
O MUNDO Mágico dos Trapalhões. Direção: Silvio Tendler. Narração: Chico Anysio. Rio de Janeiro: RA Produções, 1981. 1 DVD. [trecho]
Exibido nos anos finais da Ditadura Militar (1964-1985), O Mundo Mágico dos Trapalhões levou 2,5 milhões de espectadores aos cinemas em 1981, fato comum nos filmes do quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. No referido trecho, a narração na voz do humorista Chico Anysio, combinada com as imagens (cuja descrição está entre colchetes), serve como crítica a um dos aspectos mais característicos do Brasil naquele ano:
“A historiografia sobre os processos de independência da América e de formação dos Estados americanos tem sido renovada com significativas contribuições de vários autores, que tendem a enfatizar as dinâmicas locais e as atuações dos povos americanos para uma compreensão mais ampla e complexa do tema.”
ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Populações indígenas e Estados nacionais latino-americanos: novas abordagens historiográficas. In: AZEVEDO, Cecília; RAMINELLI, Ronald (Orgs.) História da América: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011, p. 111.
Entre as contribuições para a historiografia da América, há a obra de François-Xavier Guerra, para quem, apesar das diferenças étnicas e sociais e de suas múltiplas identidades, os vários habitantes da América hispânica – espanhóis, crioulos, mestiços, indígenas e africanos – chegaram à primeira década do século XIX compartilhando entre si
VERÍSSIMO, Érico. O tempo e o vento: o arquipélago. Vol. III. 2. ed. rev. São Paulo: Editora Globo, 2002, p. 344-345. Adaptado.
Em O tempo e o vento, sua obra mais consagrada, o escritor Érico Veríssimo reconstituiu, entre outros, diversos acontecimentos existentes durante a Era Vargas (1930-1945).
A análise do excerto remete às revoltas populares ocorridas imediatamente após
HOBSBAWM, Eric John. Era dos extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 99-100.
De acordo com Hobsbawm, a Grande Depressão, tendo sido o mais trágico episódio da história do capitalismo, teve como sua mais significativa implicação de longo prazo
LINHARES, Maria Yedda Leite. Descolonização e lutas de libertação nacional. In: REIS FILHO, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge; ZENHA, Celeste (Orgs.). O Século XX. v. 3. O tempo das dúvidas: do declínio das utopias às globalizações. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 57.
No que se refere aos pontos em comum da Conferência de Bandung, houve pronunciamento
“[...] O vasto aumento na produção, que capacitou as atividades agrícolas britânicas na década de 1830 a fornecer 98% dos cereais consumidos por uma população duas a três vezes maior que a de meados do século XVIII, foi obtido pela adoção geral de métodos descobertos no início do século XVIII, pela racionalização e pela expansão da área cultivada.”
HOBSBAWM, Eric John. A era das revoluções: 1789-1848. 25ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2012, p. 89.
A “revolução agrícola” ocorrida na Grã-Bretanha, responsável pelo formidável aumento na produção, trouxe, por outro lado, custos sociais muito elevados para grande parte da classe trabalhadora rural, prejudicada pela “expansão da área cultivada” oriunda
VAINFAS, Ronaldo et al. História.doc: 8 anos. São Paulo: Saraiva, 2018. p. 120-121.
Assinale a opção que indica corretamente os movimentos que fizeram parte das Revoltas Regenciais.
VAINFAS, Ronaldo et al. História.doc: 7 ano. São Paulo: Saraiva, 2018, p. 195. Adaptado.
Em relação à produção do açúcar no Brasil Colônia, assinale a opção correta.
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/rebelioes-narepublica-velha.htm.
Assinale a opção que indica corretamente os movimentos que aconteceram na Primeira República no espaço urbano.
Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/idadecontemporanea/primeira-guerra-mundial.htm. (Adaptado)
Assinale a opção que apresenta a(s) causa(s) da Primeira Guerra Mundial.
Sobre esse tema, assinale a opção correta.
Jacques Le Goff, em sua obra História e Memória (Le Goff, 2013), estipula que a matéria fundamental da história é o tempo; portanto, não é de hoje que a cronologia desempenha um papel essencial como fio condutor da história. O instrumento principal da cronologia é o calendário, sendo o quadro temporal do funcionamento da sociedade. O calendário manifesta o esforço das sociedades humanas para transformar o tempo cíclico da natureza e dos mitos em um tempo linear, destacado por grupos de anos, século, eras, etc. Assim, estão intimamente conectados dois progressos essenciais: a definição de pontos de partida cronológicos (fundação de Roma, a Hégira, a queda de Constantinopla e assim por diante) e a busca de uma periodização, a criação de unidades iguais, mensuráveis, de tempo (dia de vinte e quatro horas, século, etc.).
“Hoje, a aplicação à história dos dados da filosofia, da ciência, da experiência individual e coletiva tende a introduzir, junto destes quadros mensuráveis do tempo histórico, a noção de duração, de tempo vivido, de tempos múltiplos e relativos, de tempos subjetivos ou simbólicos”.
Le Goff, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da UNICAMP, 2013.p.13
Assim, mesmo trabalhando com o conceito de tempo histórico, é preciso considerar o modelo de divisão nas eras, nas idades e nos períodos ainda presentes na disciplina História, pois esse modelo atende
(REIMÃO, 2011.)
É possível notar essa preocupação do governo militar (1964-1985) em legalizar suas ações, respaldando-as através de atos institucionais, por exemplo. Dessa forma, podemos afirmar que:
(NASSAU, Maurício de. Apud BARLÉU, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1974. p. 337-338.)
O texto anteriormente citado faz parte de um relatório sobre o Brasil, no qual Maurício de Nassau aconselha seus sucessores sobre como administrar o Brasil holandês. Nesse contexto:
Observe a imagem:

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63491743.)
Com a certeza de que os mortos seriam insultados pelo luto ou pela tristeza, o “Dia dos Mortos” celebra as vidas dos falecidos com comida, bebida, festas e atividades que os mortos apreciavam em vida. O “Dia dos Mortos” reconhece a morte como uma parte natural da experiência humana, uma continuação do nascimento, da infância. No “Dia dos Mortos”, os mortos também são parte da comunidade, despertados de seu sono eterno para compartilhar celebrações com seus entes queridos. O símbolo mais comum do “Dia dos Mortos” são provavelmente as calacas e calaveras (esqueletos e crânios), que aparecem em todos os lugares durante a festividade: em doces cristalizados, como máscaras de desfile, como bonecas. Calacas e calaveras são quase sempre retratados desfrutando a vida, muitas vezes em roupas extravagantes e situações divertidas. Dia dos Mortos.
(Disponível em: https://www.nationalgeographic.org/media/dia-de-los-muertos/.)
As diferentes sociedades e culturas do mundo têm distintas maneiras específicas de lidar com a morte. No México: