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Sobre história
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(Fonte: https://www.historia.uff.br/)
Esse conflito que durou quase 80 anos e resultou no extermínio das populações nativas é chamado de:
(https://www.seduc.ce.gov.br/escola-em-tempo-integral/)
As afirmativas a seguir descrevem ações pedagógicas que caracterizam esse projeto, à exceção de uma. Assinale-a.
ONU. Trabalho Escravo. Brasília, abril de 2016. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/ files/2020-07/position-paper-trabalho-escravo.pdf. Acesso em: 04 jun. 2024 (adaptado).
Considerando a orientação da ONU para a promoção do trabalho decente, uma professora de História de uma turma de Ensino Médio da EJA solicitou uma atividade avaliativa que relacionasse o trabalho análogo à escravidão no Brasil atual com aquele presente em outras temporalidades históricas, notadamente nos períodos colonial e monárquico.
Nessa situação, a atividade proposta pela professora possibilita aos estudantes desenvolver as capacidades de
MAIA, C. J.; SILVA, T. B. Alterosa para a família do Brasil: breve história de uma revista. Revista Caminhos da História, v. 15, n. 2, p. 97 - 111, 2010 (adaptado).
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx. Acesso em: 17 set. 2024.
Uma professora de História, ao ministrar uma aula sobre o Brasil dos anos 1950, projetou imagens da Revista Alterosa que evidenciam a construção de um imaginário de “casamento dos sonhos”, sem divórcio, e a associação da saúde com a beleza, constituindo um ideal de mulher moderna e perfeita.
Ao trabalhar essas imagens, a professora solicitou que os alunos confrontassem as representações de gênero nos anos 1950 e na contemporaneidade, o que lhes permitirá compreender melhor as relações de gênero e a construção do masculino e do feminino.
Nesse caso, no que diz respeito às representações presentes na sociedade dos anos 1950, a professora e os estudantes devem considerar
O sábio que introduziu algarismos arábicos no Ocidente e nos salvou de multiplicar CXXIII por XI. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/. Acesso em: 01 jun. 2024 (adaptado).
Considerando-se o caso descrito, é correto afirmar que o processo de construção do conhecimento na Europa Medieval foi caracterizado por uma relação entre Ocidente e Oriente, denominada
História para ninar gente grande. Samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira, 2019. In: DE ALMEIDA JESUS, A. C. Carnaval e “A História que a História Não Conta”: Uma Análise dos Sambas de Enredo. LICERE - Revista do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer, v. 23, n. 1, p. 157, 2020.
A Estação Primeira de Mangueira, em 2019, foi campeã do grupo especial com o enredo apresentado acima, que teve como objetivo questionar uma perspectiva de História e contar uma versão diferente dos acontecimentos, a qual
Jan Van der Straet (1525–1605), Amerigo Vespucci Discovers America, late sixteenth century. Disponível em: https://www.britishmuseum.org/collection/object/P_1957-0413-35. Acesso em: 18 jul. 2024.
Essa fonte iconográfica é um recurso valioso em sala de aula. Produzida no final do século XVI, ela representa o encontro entre europeus e povos nativos, bem como a nomeação do novo território com a versão feminina do nome do navegador.
Nesse sentido, a análise dessa imagem em sala de aula possibilita o entendimento, pelos estudantes, de como a arte europeia do referido período representou
O Ser-Um chamou-se de Maa Ngala. Então ele criou a ‘Fan”, um ovo maravilhoso com nove divisões no qual introduziu os nove estados fundamentais da existência. Quando o ovo primordial chocou, dele nasceram vinte seres fabulosos que constituíram a totalidade do universo, a soma total das forças existentes do conhecimento possível. Mas, aí!, nenhuma dessas vinte primeiras criaturas revelou-se apta a tornar-se o interlocutor (kuma-nyon) que Maa Ngala havia desejado para si. Assim, ele tomou de uma parcela de cada uma dessas vinte criaturas existentes e misturou-as; então, insuflando na mistura uma centelha de seu próprio hálito ígneo, criou um novo Ser, o Homem, a quem, deu uma parte de seu próprio nome: Maa.
HAMPATÉ-BÂ, A. A tradição viva. In: KI-ZERBO, J. (ed.) História Geral da África I: metodologia e pré-história da África. Brasília: UNESCO, 2011. p. 170-171 (adaptado).
Considerando-se que um professor de História da 2ª série do Ensino Médio tenha selecionado o mito de criação apresentado acima para abordar o papel da oralidade entre diversos povos africanos, é correto afirmar que, a partir desse texto, o docente poderá explicar que a tradição oral relaciona-se com
Para ampliar o entendimento de estudantes do Ensino Médio sobre as modificações da realidade social no Ocidente e no Brasil, decorrentes dos impactos do crescimento econômico chinês, o professor de História deve destacar
O Presidente do Benin, Patrice Talon, inaugurou em 2022 a exposição “Arte do Benin ontem e hoje”, com 26 obras devolvidas pela França em 2021, quase 130 anos depois de terem sido roubadas pelas forças coloniais. A devolução de artefatos pela França surge à medida que crescem os apelos na África para que os países ocidentais devolvam os despojos coloniais dos seus museus e coleções privadas.
Disponível em: https://www.dw.com/pt-002/Benin-exibe-obras-de-arte-devolvidaspela-frança/a-60849202 . Acesso em: 28 maio 2024 (adaptado).
TEXTO 2
Com a Revolução Francesa se construirá o conceito de patrimônio histórico nacional e após se darão os primeiros acordos de devolução de bens culturais. A França revolucionária terá a perspectiva progressista de socializar ao povo o acesso aos bens culturais antes restritos, mas o expansionismo napoleônico se apropriará dos bens culturais alheios. Davam uma aparência de legalidade através de tratados de paz, ilegítimos, pois conseguidos com o uso da força e em condições de desigualdade, caso similar da relação entre ex-metrópoles e ex-colônias.
FERREIRA, C. S. Restituição dos bens culturais retirados no contexto do colonialismo: instrumento de desenvolvimento e de diálogo intercultural. Cadernos de Sociomuseologia, v. 47, n. 3, p. 109 - 129, 2014 (adaptado).
A partir das ideias apresentadas nos Textos 1 e 2, um professor de História propôs aos alunos do Ensino Médio uma pesquisa em acervos virtuais museológicos europeus sobre bens culturais provenientes de ex-colônias africanas, nas condições descritas nos textos, a fim de que os estudantes identifiquem objetos e se posicionem criticamente diante do colonialismo.
Assim, a proposta pedagógica utilizada pelo professor permitirá aos alunos a compreensão de que as reivindicações de países africanos, como Benin, são justificadas pelo argumento da
“O que estão tentando fazer hoje no Brasil não é revisionismo, nem a construção de novas versões. É fraude. Fraudar fatos é uma boa maneira de se investir contra a democracia. A História tem uma função estratégica para a nossa vida pública. Ela define um referencial concreto e rigoroso para averiguação dos fatos que se relatam, indica qual a relevância das evidências que tornam esse fato verificável e deixa claro que fato histórico não é invenção. Se a confiança na veracidade histórica for eliminada, as pessoas acreditam no que querem ou no mais conveniente; tudo se resume a uma questão de opinião e à melhor versão em curso – é o passado às avessas.”
STARLING, H. O Brasil republicano entre autoritarismos e democracia. Entrevista concedida a Antonio Gasparetto Júnior e Wagner Teixeira. Locus - Revista de história, Juiz de Fora, v.25, n. 2, p. 349, 2019 (adaptado).
Para enfrentar o problema apontado pela autora, professores podem ensinar os estudantes a utilizar métodos e técnicas próprios da pesquisa histórica adaptados ao meio digital, como
SONTAG, S. apud SARLO, B. Tempo Passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo: Companhia das letras de Belo Horizonte/UFMG, 2007, p. 22.
Muita gente já ouviu seus pais e avós comentarem sobre como era viver em uma ditadura. Na intenção de problematizar essas memórias, uma professora de História decidiu organizar com seus alunos a realização de entrevistas com pessoas da comunidade que tenham vivido o período entre as décadas de 1960 e 1970. A dificuldade da tarefa consiste em selecionar os entrevistados, visto que os sujeitos escolhidos para participar da atividade passaram por experiências muito diferentes e têm opiniões divergentes sobre como era a vida nessa época.
Nessa situação, para enfrentar esse desafio, a professora deve orientar seus alunos a verificar