Questões de Concurso Sobre história

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Q3230204 História

A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item. 


Em uma época em que as universidades eram apenas instituições de ensino, as sociedades científicas surgiram, durante o Renascimento, como locais de pensamento avançado. 

Alternativas
Q3230203 História

A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item. 


Uma visão de mundo humanista, conjugada com valores como a harmonia e a simplicidade, fundamentais tanto na música como na física, contribuiu para a construção da ciência moderna. 

Alternativas
Q3230202 História

A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item. 


Revolução científica é o período caracterizado pela superação dos conceitos de Platão e Rousseau pelo lançamento das bases conceituais, metodológicas e institucionais da ciência moderna, levando-se em conta, por exemplo, os ensinamentos da alquimia. 

Alternativas
Q3230201 História

A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item. 


Aristóteles propôs um modelo para o universo que seria o de um cosmo finito, quase inerte e imutável, Galileu revolucionou os métodos científicos, ao recorrer à observação, e descobriu os princípios da inércia e Newton completou o trabalho de Galileu, abrindo o caminho para a ciência moderna. 

Alternativas
Q3229779 História
Leia o trecho abaixo.

“[...] o sintoma mais marcante dessa política é a divisão. Destina-se a dividir a população em ‘nós’ e ‘eles’ [...] apelando para distinções étnicas, religiosas ou raciais, e usando essa divisão para moldar a ideologia e, em última análise, a política. Todo o mecanismo trabalha para criar ou solidificar essa distinção. Os políticos justificam suas ideias ao aniquilar um senso comum de história, criando um passado mítico para respaldar sua visão do presente” (Stanley, 2020, p. 115-16).


O trecho usa a dicotomia posta na diferença entre “nós” e “eles”, entre “cidadão legítimos” e “criminosos sem lei”, próprios do
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Q3229777 História
A lei sobre a liberdade dos gentios foi publicada em Évora no ano de 1570. Ela determinava que só poderiam ser escravizados os indígenas tomados em “guerra justa”, em que
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Q3229776 História
Os primeiros anos do processo de colonização no Brasil foram marcados pela posse da terra e pela instalação de engenhos para produção de açúcar, requerendo mão-de-obra para a realização do trabalho no plantio, colheita e produção. As capitanias ao norte de Pernambuco – Paraíba e Rio Grande do Norte — tinham como características:
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Q3229774 História
“[...] até os dias atuais, a maior parte das sociedades africanas subsaarianas dá grande importância à oralidade, ao conhecimento transmitido de geração para geração por meio das palavras proferidas com cuidado pelos tradicionalistas - os guardiões da tradição oral, que conhecem e transmitem as ideias sobre a origem do mundo, as ciências da natureza, a astronomia e os fatos históricos” (Mattos, 2007, p. 19). Considerando o tema da oralidade para os povos africanos desde a antiguidade, analise as afirmativas abaixo:

I O aprendizado de um tradicionalista ocorre no seio familiar, no qual o pai, a mãe e os parentes mais velhos também são responsáveis pelos ensinamentos, não sendo esta uma tarefa da escola.

II As palavras, para os africanos, têm um valor sagrado, pois sua origem é divina.

III A fala é considerada um dom, não podendo ser utilizada de forma imprudente, leviana.

IV As escolas ensinavam as leis do Alcorão por meio da memorização, prevalecendo, excepcionalmente, o princípio da escrita sobre a oralidade.


Das afirmativas, estão corretas
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Q3229773 História
Conforme o escritor árabe Ibn Batuta, em meados do século XIV, o rei do Mali, pela manhã, comemorou a data islâmica do fim do Ramadã e, à tarde, presenciou um ritual da religião tradicional realizado por trovadores com máscaras de aves (Mattos, 2007, p. 18). Nesse cenário, entende-se que
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Q3229772 História
Leia o texto abaixo.


Brasileiros! Está proclamada a República! Povo, Exército e Armada, na mais patriótica e sublime confraternização, sacodem o jugo vergonhoso do Império e firmam os seus foros de cidadãos. Purificou-se, enfim, o Continente Novo!
[...]

Viva a República! Viva a Pátria brasileira! Viva o povo norte-rio-grandense! Viva o governo provisório!

O entusiasmo é uma emoção possível de ser observada na Proclamação da República ao povo do Rio Grande do Norte. Tinha início a mudança de governo, sem a participação popular, tanto em nível nacional quanto local. Na cidade do Natal, no dia 17 de novembro de 1889, foi aclamado presidente 
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Q3229771 História
Considere o trecho a seguir:

“[...] bárbaro costume de açoitar escravos entre nós, que confiados os escravocratas na impunidade dos crimes cometidos em outras épocas, continuavam açoitar os próprios libertos e ingênuos, havendo até quem use ainda troncos, carros, ganchos, peias de ferro e outros meios de tortura” (A Verdade, 1888).


O documento noticiado pelo jornal A Verdade denunciou a violência cometida contra pessoas libertas e ingênuos, sendo estes últimos, conforme a lei n. 2.040 de 1871,
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Q3229764 História
“É que o saber não é feito para compreender, ele é feito para cortar”. Com estas palavras, o filósofo francês Michel Foucault (1979, p. 28) escreveu sobre o sentido do saber histórico enquanto uma ciência. A metáfora de que o conhecimento é “feito para cortar”, para incomodar, reflete sobre a função social do ensino de história capaz de 
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Q3229763 História
“O tempo histórico é criado a partir da invenção de instrumentos de pensamento, tais como o calendário, a ideia de sequência das gerações e a ideia de contemporâneos, predecessores e sucessores. É, portanto, o tempo do calendário. Ele possui um acontecimento fundador. Permite que o percorramos na dupla direção (do passado para o presente e do presente para o passado) e faz uso de um repertório de unidades de medida para nomear os intervalos recorrentes dos fenômenos cósmicos (dia, mês, ano etc.). O tempo histórico serve de 'conector' entre o tempo psicológico (vivido, ordinário) e o tempo físico (cósmico, astronômico, universal, objetivo, do relógio). A função maior desse grande tempo é ordenar o tempo das sociedades (e dos homens que vivem em sociedade) pelo tempo cósmico" (Ricoeur, 1997 apud Freitas, 2010, p. 81). Nesse sentido, a noção de tempo histórico NÃO abarca
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Q3229762 História
Sítios arqueológicos com registros pintados e detentores de concentração expressiva podem ser encontrados nas regiões que correspondem hoje aos municípios de Carnaúba dos Dantas, Parelhas e Acari. De acordo com Santos Júnior (2022, p. 279), as representações rupestres fazem parte da “Tradição Nordeste” marcada pela dosagem adequada de matéria prima no preparo da tinta, tendo a cor vermelha de forma predominante. Nesse contexto, observe a figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão



A representação rupestre acima está localizada no Sítio Arqueológico Xique-Xique I, em Carnaúba dos Dantas – RN. A partir da imagem, observa-se que essa representação rupestre
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Q3229757 História
A partir de 1964, com o golpe de Estado efetivado, foi iniciado um processo de indiciamento de potenciais subversivos. No Rio Grande do Norte, houve a instalação de uma Comissão de inquérito, com financiamento e por iniciativa do governo do estado, que resultou com a publicação de um dossiê intitulado Relatório Geral, também conhecido como Relatório Veras, em alusão ao sobrenome de um de seus autores. Na introdução do Relatório, há a seguinte descrição:


“O Relatório é dividido em duas partes. Na primeira parte, de responsabilidade do capitão José Domingos da Silva, têm-se os resultados das investigações na área rural e na Rede Ferroviária Federal, fixando a responsabilidade de 38 indiciados. Na segunda parte do documento, de responsabilidade do delegado Carlos Moura de Moraes Veras, têm-se os resultados das investigações nos setores sindicais, estudantil, intelectual e Prefeitura do Natal, fixando a responsabilidade de 45 indiciados.”


Com base nesses dados e nos conhecimentos da história local, é possível identificar que a repressão estabelecida a partir do Relatório Veras atingiu:
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Q3229755 História
Mesmo com o fim da escravidão e com a Proclamação da República, em fins do século XIX, o preconceito racial no Brasil continuou e passou a contar com novas formas de expressão. Nos primeiros anos da República, foi possível observar legislações e policiamento para controle de atividades em terreiros, rodas de capoeira e outros espaços notadamente negros. No mercado de trabalho, segundo a pesquisadora Bebel Nepomuceno (2018), “Não era raro encontrar anúncios como estes dos jornais do Rio de Janeiro: ‘Precisa-se de uma boa cozinheira alemã para casa de família de tratamento, paga-se bem, dirija-se à rua Cosme Velho n. 113’ ou ‘Precisa-se de criada para todo serviço em casa de família sem crianças, prefere-se estrangeira, rua do Resende n. 180’”. Diante do exposto acima e considerando os anúncios apresentados, compreendese o cenário pós-abolição como sendo
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Q3229754 História
Ao longo do século XIX, vários países europeus, imersos em uma lógica desenvolvimentista, iniciaram um novo processo de exploração de povos e territórios, conhecido na historiografia como Imperialismo. Uma das práticas recorrentes entre os países imperialistas era a demarcação territorial que desconsiderava limites e fronteiras naturais, étnicas e culturais, tanto na África, quanto na Ásia. Segundo Demant (2014), “ a onda emancipatória chegou no século passado também à Ásia e à África, rapidamente colonizadas pelas potências europeias no auge da época imperialista [...]”. Como resultado do processo de luta e resistência ao imperialismo, houve a formação de
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Q3229753 História
Durante a última ditadura militar no Brasil (1964 a 1985), foram editados Atos Institucionais desde abril de 1964, tendo sido o mais conhecido o Ato Institucional Nº 5. O AI-5, publicado em dezembro de 1968, foi responsável pela suspensão do habeas corpus, em crimes considerados contra a segurança nacional, além de cassações de mandatos, suspensão de direitos políticos de parlamentares, demissões sumárias no funcionalismo público, dentre outras medidas. Nesse contexto, os Atos Institucionais são considerados instrumentos:
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Q3229752 História
No Brasil, o período de 1964 a 1985 foi marcado pela restrição de direitos políticos, redução dos espaços democráticos, expansão de aparelhos repressivos, instalação e desenvolvimento de governos autoritários liderados por militares, com apoio de parte da sociedade civil. No entanto, desde o início dos anos 1970, havia um discurso de reabertura política e saída dos militares do Executivo. Apesar disso, apenas em 1985, com a eleição indireta para Presidente da República, foi possível o fim dos governos militares. Diante disso, os principais fatores para uma abertura política tão demorada foram
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Q3229751 História
Após o processo de luta pela Independência do Brasil, houve o reconhecimento e a condecoração de uma mulher, soldado voluntária do batalhão Voluntários do Príncipe D. Pedro, Maria Quitéria de Jesus Medeiros. Embora tenha iniciado sua participação no batalhão disfarçada de homem e utilizando o nome de seu cunhado, José Medeiros, ela continuou em exercício mesmo após descoberto seu verdadeiro sexo. A soldado não apenas continuou no Exército, como também foi convidada à Corte para ser homenageada. A partir da segunda metade do século XIX, passou também a ser reconhecida como heroína do Exército e da pátria. Isso se deveu ao interesse do império brasileiro em 
Alternativas
Respostas
4161: C
4162: C
4163: E
4164: C
4165: A
4166: A
4167: A
4168: A
4169: A
4170: A
4171: A
4172: A
4173: A
4174: A
4175: A
4176: A
4177: A
4178: A
4179: A
4180: A