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À esquerda, primeira página do jornal “O Cachoeirano”, de maio de 1888, comemorando a Lei Áurea, com o título “Brazil Livre!” e os seguintes dizeres:
“O CACHOEIRANO / Órgão Imparcial / Columnas Francas a todas as intelligencias — Redactor e propriedade de João de Loyola e Silva / Publica-se aos domingos / Ano XI – Cachoeiro de Itapemirim, 20 de Maio de 1888 – nº 20 HOSANNA Lei nº 3.353 de 13 de Maio de 1888 Art. 1º – É declarada extincta desde a data desta lei a escravidão no Brazil. Art. 2º – Revogam-se as disposições em contrário. BRAZIL LIVRE! Não ha brasileiro algum que não rejubile-se com semilhante acontecimento. A liberdade de todos os filhos do Brazil é condição preliminar de nossa existência como pátria. Chegamos ao fim entre flores e sorrisos. Gloria immortal aos propugnadores da abolição da escravidão.”
À direita, cartaz de 1988, em cores, divulgado pelo Movimento Negro do Rio de Janeiro. O cartaz traz os dizeres: “1888 Lei Áurea – 1988 Nada Mudou – Vamos Mudar”, com a chamada para a Marcha contra a Farsa da Abolição.
As imagens apresentam diferentes percepções sobre a abolição da escravidão no Brasil. Com base nas imagens e no contexto histórico, é correto afirmar que, em 1888,
Desde cedo o novo governo tratou de centralizar em suas mãos tanto as decisões econômico-financeiras quanto as de natureza política. Desse modo, passou a arbitrar os diversos interesses em jogo. O poder de tipo oligárquico, baseado na força dos Estados, perdeu terreno. As oligarquias não desapareceram, nem o padrão de relações clientelistas deixou de existir. Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico.
FAUSTO, B. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002. p. 182.
Com base nessas informações, o que caracterizou o processo político iniciado em 1930, foi o
“O termo ‘revolução científica’ deve-se à profunda transformação ocorrida em relação ao pensamento da tradição antiga e medieval, uma autêntica reviravolta, principalmente nos campos da física e da astronomia. Mas é sobretudo enquanto fator determinante do surgimento do pensamento moderno, numa ruptura com o pensamento escolástico medieval e o pensamento antigo greco-romano, que a Revolução Científica passa a ter uma importância decisiva para além do campo estrito da ciência”
Fonte: (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia e história das ciências: a revolução científica. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. p. 9).
Dentre as diversas causas que podem ser apresentadas para a Revolução Científica, é possível enumerar:
I - A história dos países atrasados nos séculos XIX e XX é a história da tentativa de alcançar o mundo mais avançado por meio de sua imitação.
II - Os japoneses do século XIX tomavam a Europa como modelo; os europeus ocidentais, depois da Segunda Guerra Mundial, imitavam a economia norte-americana.
I – Na Itália, as comunas tentaram ciosamente manter sua autonomia tanto contra a nobreza rural (que acabaria se fundindo com o patriciado urbano, isto é, a alta burguesia local) quanto contra o papa ou o imperador.
II – Na França, de maneira geral, as cidades repudiaram o processo de centralização política monárquica.
III – Na Inglaterra e na Alemanha seu jogo político oscilava conforme as circunstâncias, ora apoiando, ora enfrentando a realeza.
Está CORRETO o que se afirma em:
As ___________ pretendiam combater tal situação ao abrir uma válvula de escape que aliviasse as tensões sociais. Tentavam promover o reenquadramento da sociedade no modelo clerical. Buscavam, coroando a Reforma Gregoriana, colocar toda a sociedade cristã sob ___________ do papado. Revelaram-se, porém, apenas outra ___________. Elas aceleraram a dinâmica social e trouxeram à tona (ou facilitaram) novos problemas.
I. Os primeiros séculos medievais conheceram uma cristalização da hierarquia social, fenômeno que na verdade já se desenvolvia anteriormente, mas que se completou apenas no século IV.
II. A crise geral que sacudiu a civilização romana no século III levara a uma limitação dos espaços de atuação individual e ao correspondente alargamento das funções do Estado.
III. Nessa tentativa global de salvar a civilização, acreditou-se que um dos caminhos seria um rearranjo das camadas sociais, incentivando novas mudanças que trouxessem alguma estabilidade.
I. O mundo é histórico porque queremos ir além do que temos e somos. Durante a Revolução Industrial ir além significava superar a escassez de bens e capital, dominando a natureza.
II. Atualmente, ir além consiste em manter o crescimento econômico ilimitado como modo de vida para todas as classes sociais e países.
III. Na atualidade, pensando em termos do Protocolo de Kyoto, ir além é evitar que o desenvolvimento econômico ilimitado, tornado modo de vida de classes sociais e países inteiros, desequilibre o ambiente e inviabilize a vida humana na Terra.
I. Primeiro período
II. Segundo período
III. Terceiro período
a) Vai da chegada de Cabral à instalação do governo geral, em 1549.
b) É um longo lapso de tempo entre a instalação do governo geral e as últimas décadas do século XVIII
c) Termina com a Independência, em 1822.
Indique a alternativa que estabelece a relação correta:
I – O oficial francês Pedro Labatut foi nomeado pelo príncipe regente, antes da Independência, para organizar os contingentes de terra leais a ele, desempenhando papel importante nessa tarefa.
II – Lorde Cochrane, aristocrata inglês contratado pelo imperador para enfrentar a esquadra portuguesa, havia sido excluído da Marinha britânica após um escândalo na Bolsa de Valores em 1814 e participou da independência do Chile e do Peru.
III – Pedro Labatut permaneceu no comando das tropas brasileiras até o final da consolidação da Independência, não sendo substituído.
A separação dos poderes como garantia de __________ , a duplicação do Legislativo como instrumento de absorção das tendências __________ e a força dada à Suprema Corte como elemento de __________ foram inovações institucionais responsáveis, em boa parte, pela durabilidade do sistema americano.
I) A medida atendeu antes a uma necessidade política de preservar a ordem pública ameaçada pela fuga em massa dos escravos e a uma necessidade econômica de atrair mão de obra livre para as regiões cafeeiras.
II) A abolição resolveu plenamente o problema social da escravidão e incorporou os ex-escravos à vida nacional.
III) Entre a Abolição e a Proclamação da República, o governo imperial adotou políticas efetivas de reforma agrária e educação para os libertos.
IV) O governo imperial gastou quase toda sua energia resistindo aos ataques dos ex-proprietários de escravos que não se conformavam com a abolição sem indenização.
I – A Revolução Francesa, em suas várias fases, tornou-se um exemplo clássico de tentativa de manipular os sentimentos coletivos no esforço de criar um novo sistema político, uma nova sociedade, um homem novo.
II – Para os líderes revolucionários, a educação pública significava apenas alfabetizar e transmitir conteúdos científicos, sem relação com valores e ideais políticos.
III – Para a Revolução, educação pública significava acima de tudo isto: formar as almas. Em 1792, a seção de propaganda do Ministério do Interior tinha exatamente este nome: Bureau de l'Esprit.
Assinale a alternativa correta: