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(__)A política dos governadores baseava-se no apoio recíproco entre presidentes e oligarquias estaduais.
(__)O modelo republicano impediu o predomínio regional e garantiu eleições livres de manipulação.
(__)O pacto político da Primeira República assegurou igualdade de participação política entre todos os cidadãos.
(__)A política dos governadores representou um afastamento do poder oligárquico e valorizou minorias políticas.
De acordo com a classificação das afirmações dadas, a sequência correta é:
(__)Os povos indígenas ocupavam o território brasileiro muito antes da chegada dos europeus, com formas complexas de organização social.
(__)A colonização portuguesa implicou processos de exploração econômica e de resistência indígena e africana.
(__)A independência de 1822 garantiu, de imediato, a cidadania plena para todas as camadas sociais.
(__)A história contemporânea do Brasil é marcada pela redemocratização e pela ampliação dos debates sobre cidadania.
A sequência correta é:
I.O trabalho com músicas, imagens e filmes pode revelar visões de época e valores sociais presentes no período estudado.
II.O uso de diferentes linguagens deve ser visto como recurso secundário, já que o texto escrito continua sendo o único meio confiável de acesso ao passado.
III.A diversidade de linguagens favorece o desenvolvimento de múltiplas habilidades de leitura, interpretação e produção de conhecimento histórico.
IV.O uso de fontes multimodais fragiliza a aprendizagem histórica, pois afasta o aluno da análise documental científica.
V.A utilização de fontes digitais, como blogs, redes sociais e jornais online, possibilita a análise de representações atuais e amplia a compreensão da historicidade do presente.
Estão corretas:
I.Os movimentos de independência na América Latina foram influenciados por ideias iluministas e experiências revolucionárias europeias.
II.As identidades nacionais se constituíram de forma homogênea, sem conflitos ou exclusões sociais.
III.Lutas sociais de camponeses, indígenas e trabalhadores tiveram papel essencial na configuração da história continental.
IV.A diversidade cultural e étnica da América contribuiu para identidades plurais e frequentemente conflituosas.
V.As identidades nacionais americanas se consolidaram sem qualquer influência externa, de forma totalmente autônoma.
Estão corretas:
(__)O período medieval foi caracterizado por contatos culturais entre cristãos, muçulmanos e judeus.
(__)As Cruzadas resultaram apenas em confrontos militares, sem trocas culturais significativas.
(__)As rotas comerciais mediterrâneas favoreceram intercâmbios entre diferentes culturas.
(__)A convivência medieval foi marcada por tensões, mas também por interações culturais que deixaram legados duradouros.
(__)A vida medieval foi totalmente isolada, sem influências externas ou intercâmbios culturais entre regiões distintas.
A sequência correta é:
Foi com essa atribulada conjuntura econômica que o país chegou ao fim do regime militar. O início dos anos 1980 foi marcado por agitada dinâmica social em torno de protestos e manifestações que, embora não restritos ao tema, tinham nas dificuldades econômicas um dos seus principais vetores.
(Carlos Fico. História do Brasil contemporâneo. Adaptado)
A conjuntura econômica deixada pelo regime militar ao país teve como parte de suas características
Os comícios de abril [de 1984] deram novo fôlego à campanha. No Rio de Janeiro, um milhão de pessoas saíram às ruas. Alguns dias depois, São Paulo colocou 10% de sua população na praça, com mais de 1,6 milhão de pessoas gritando pelas Diretas Já no Vale do Anhangabaú. [...].
A vigília cívica convocada para a noite da votação não sensibilizou os congressistas.
(Marcos Napolitano, 1964: História do Regime Militar, 2014)
O movimento em referência teve seus resultados frustrados, pois a Emenda Dante de Oliveira
A “guerra paulista” teve um lado voltado para o passado e outro para o futuro. A bandeira da constitucionalização abrigou tanto os que esperavam retroceder às formas oligárquicas de poder como os que pretendiam estabelecer uma democracia liberal no país.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2009)
O contexto histórico abordado pelo fragmento, relativo ao que ficou conhecido como Revolução Constitucionalista de 1932, explica-se pelo fato de que esse movimento
Esse princípio – que já norteava informalmente a política de alforrias vigente, sendo a forma mais comum de obtenção da liberdade – confirmou-se na política emancipacionista da segunda metade do século XIX, tanto com a lei de 1871 (que legalizava o pecúlio adquirido pelo escravo e a compra da alforria, a partir dessa poupança ou por meio de empréstimo) quanto com a dos Sexagenários, de 1885 (que, como forma de ressarcimento, impunha aos libertandos maiores de 60 anos a exigência de servir seus senhores por mais três anos ou até os 65 anos).
(Maria Helena P.T. Machado, “Teremos grandes desastres, se não houver providências enérgicas e imediatas: a rebeldia dos escravos e a abolição da escravidão”. Em: K. Grinberg; R. Salles (orgs.), O Brasil Imperial - vol. III: 1870-1889, 2024. Adaptado)
O excerto aborda o princípio
Mas o fato é que, quanto mais o movimento se radicalizava, maior era a autonomia lograda por negros e indígenas, bem como crescia o papel dos líderes africanos. Os escravizados fizeram a diferença no movimento.
O movimento espalhou-se como rastilho de pólvora e alcançou o que hoje se conhece como os estados do Pará e do Amazonas. Entre 1836 e 1840 os rebeldes se dirigiram para o interior da província e radicalizaram ainda mais, defendendo o fim da escravidão e o direito à autonomia local. Durante dez meses, a elite local permaneceu atemorizada com a perspectiva de um domínio dos rebeldes, os quais, internados nas selvas, lutaram até 1840, quando foram totalmente exterminados. O saldo no número de mortes é dos mais cruéis: estima-se que de 30% a 40% de uma população de 100 mil habitantes.
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
O movimento em referência ficou conhecido como
As obras desse historiador constituem a própria criação de uma história da cultura no Brasil. Com ele, o conceito de cultura procura abarcar uma gama significativamente maior de espaços, dando nova inteligibilidade ao processo histórico: a vida material, o cotidiano, as mentalidades, as práticas e usos populares. A história da cultura concebida por esse intelectual, entre os anos 1940 e 50, não difere muito da história cultural praticada hoje, ressalvando-se evidentemente o maior rigor e cuidado que o conceito de cultura tem recebido mais recentemente no âmbito da Antropologia.
(Laura de Mello e Souza, “Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial”. Em: Marcos Cezar Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 2005. Adaptado)
O excerto se refere a
Esta abordagem do patrimônio histórico, constantemente associada a eventos celebrativos destinados ao consumo turístico da memória, os quais muitas vezes esvaziam desta o seu conteúdo, vem se tornando muito frequente, pois o turismo é um eficaz instrumento de valorização de bens patrimoniais e de captação de recursos para sua conservação.
Françoise Choay comenta que a ideia de “valorização” do patrimônio tratado como bem de consumo, atualmente, vem sendo feita de forma antagônica: por um lado, encontram-se os restauradores que atuam “sob o signo do respeito”; por outro, são ações “sob o signo da rentabilidade”, destinadas a “valorizar o monumento histórico e transformá-lo eventualmente em produto econômico”.
Resultará esta abordagem na destruição do próprio objeto que se pretende preservar?
(Priscila Henning, “A preservação do patrimônio entre a teoria e a prática: [...]”. Disponível em: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/ anais/39/1434471575_ARQUIVO_priscila.pdf. Adaptado)
O excerto apresenta debate relativo