Questões de Concurso Sobre história

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Q3774185 História
O período entre a Revolução de 1930 e o Estado Novo (1937−1945) marcou profundas transformações políticas, sociais e econômicas no Brasil. Com a deposição de Washington Luís, a ascensão de Getúlio Vargas e a centralização do poder, o país passou por mudanças significativas: fortalecimento do Executivo, reformas trabalhistas, nacionalização de setores estratégicos e repressão a opositores políticos. Analise as afirmativas a seguir:


I.A Revolução de 1930 pôs fim à política do café com leite e levou Getúlio Vargas ao poder, estabelecendo um governo provisório que centralizou a autoridade federal.


II.Durante o Estado Novo, houve fortalecimento das instituições democráticas, ampla liberdade de imprensa e respeito aos partidos políticos, garantindo participação popular nas decisões do governo.


III.O período foi marcado por centralização do poder no Executivo, criação de leis trabalhistas, censura à imprensa e repressão a opositores, consolidando um regime autoritário.


IV.O governo Vargas promoveu modernização econômica e industrial, com investimentos em infraestrutura, criação de empresas estatais e estímulo à indústria nacional.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3774180 História
O processo de estabilização econômica implementado no Brasil na década de 1990 envolveu um conjunto de medidas articuladas para controlar a hiperinflação, sendo o Plano Real seu principal marco. Entre os elementos estruturantes estiveram a criação de uma unidade de conta estável, o ajuste fiscal, a abertura comercial e a adoção de uma política monetária voltada ao combate sistemático da inflação. Considerando os fundamentos e desdobramentos desse plano, assinale a alternativa que apresenta uma característica essencial para o sucesso inicial do Plano Real.
Alternativas
Q3773748 História

“Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo espaço e em espaços variados”.


Segundo a Base Nacional Comum Curricular, a frase corresponde a:

Alternativas
Q3773635 História
Considerando o contexto Brasileiro, representam políticas públicas, apoiadas por governos socialdemocratas, que visam dirimir desigualdades históricas de nossa sociedade:
Alternativas
Q3773634 História
Tendo em vista o contexto histórico do "Milagre Econômico" (1968-1973), o papel desse período na consolidação do regime militar brasileiro está corretamente expresso em:
Alternativas
Q3773633 História

Durante o final do século XIX e as primeiras décadas do XX, o porto do Rio de Janeiro foi um dos principais espaços de negociação e conflito sobre questões trabalhistas no Brasil. Nesse contexto, os estivadores – responsáveis pelas atividades de carga e descarga – criaram associações e sindicatos para que suas demandas e reivindicações sobre o trabalho e a dignidade do trabalhador pudessem ganhar mais força.

Considerando esse processo histórico, melhor se expressa o papel dessas associações de estivadores na conformação das relações entre trabalhadores, Estado e capital em:

Alternativas
Q3773632 História

O surgimento da social-democracia europeia, no final do século XIX e início do século XX, representou uma tentativa de conciliar a crítica marxista às desigualdades geradas pelo capitalismo com a preservação de instituições democráticas e do sistema de propriedade privada.

Considerando esse contexto histórico, a alternativa que melhor caracteriza a social- democracia é:

Alternativas
Q3773631 História
Os processos de independência e formação dos Estados Nacionais latino-americanos, no século XIX, foram fortemente marcados pelo ideário liberal e republicano europeu. Contudo, em sociedades estruturadas pela herança colonial, pela escravidão e pelo poder agrário, a emancipação política não significou ruptura com as hierarquias sociais preexistentes. Nesse contexto, pode-se afirmar que o sentido histórico das independências latino-americanas expressou:
Alternativas
Q3773630 História
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 1948 durante uma Assembleia Geral da ONU, foi elaborada em um contexto de reconstrução política e humanitária após as duas guerras mundiais, o Holocausto e a experiência dos regimes totalitários europeus. Mais do que um documento jurídico, a Declaração Universal dos Direitos Humanos representou um marco na tentativa de redefinir o estatuto do humano e da cidadania frente às barbáries do século XX.
Considerando esse contexto e o debate historiográfico pertinente sobre o tema, constata-se que:
Alternativas
Q3773629 História

Os ideais iluministas da razão, da liberdade e da igualdade perante a lei inspiraram o modelo de cidadania moderna. No Brasil, tais princípios influenciaram a formação do Estado republicano, mas, em um contexto marcado por desigualdades sociais, raciais e políticas alguns tornaram-se mais iguais e livres que outros.


Considerando a relação entre o ideário iluminista e a configuração da cidadania brasileira entre o final do século XIX e meados do século XX, pode-se dizer que: 

Alternativas
Q3773628 História
Com base no contexto histórico da mudança de Império para a República no Brasil (1889-1930) e nas reflexões historiográficas das últimas décadas sobre a formação da cidadania no Brasil republicano, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3773627 História
O apartheid na África do Sul (1948-1994) estruturou-se como uma política de Estado voltada a manutenção e consolidação da supremacia branca. Mais do que simples segregação, o apartheid configurou-se como um projeto de engenharia social e territorial, que reorganizou espaços urbanos e rurais, relegando a população negra a "townships" (cidades-dormitório) e "bantoustans" (reservas étnicas), limitando seu acesso à propriedade de terras. Dessa forma, institui-se uma hierarquia social com base no fator racial na qual a minoria branca detinha o monopólio do poder político, econômico e simbólico.
Nesse sentido, o apartheid deve ser compreendido como:
Alternativas
Q3773626 História

A partir da segunda metade do século XX, correntes como a História Oral e a História do Cotidiano ampliaram as possibilidades das análises historiográficas e suas fontes ao incorporar sujeitos antes marginalizados e dimensões subjetivas da experiência social. Tais abordagens, no entanto, trouxeram novos desafios metodológicos e epistemológicos quanto à natureza da memória, ao papel do historiador e à relação entre experiência individual e processos coletivos.


Considerando as discussões historiográficas contemporâneas sobre o uso da memória e das práticas cotidianas como fontes históricas, a alternativa correta é: 

Alternativas
Q3773625 História

A análise marxista da História enfatiza que as relações de produção são a base estrutural que condiciona superestruturas ideológicas, culturais, políticas e simbólicas, enquanto abordagens culturais – como a história das mentalidades – insistem que representações, crenças e práticas simbólicas possuem autonomia relativa e exercem efeito causal no processo histórico.


Acerca do materialismo histórico e das correntes culturais da História, está correto afirmar:

Alternativas
Q3773624 História

Um fator em comum que pode ser observado para a legitimação simbólica dos Estados nacionais modernos envolveu práticas de "invenção de tradições", produção de rituais oficiais e cultos cívicos que visavam moldar o sentido de pertencimento nacional para populações culturais heterogêneas.


Nesse processo simbólico e político, é correto afirmar:

Alternativas
Q3773623 História

As recentes abordagens historiográficas sobre os processos que levaram à Independência do Brasil, sobretudo no caso da guerra pela Independência na Bahia (1822 - 1823), além de questionarem a narrativa tradicional e centralizadora da Independência do Brasil, destacam multiplicidade de percepções acerca do processo emancipatório Brasileiro dentro de cada região do país.


Em diálogo com a história social e com estudos sobre cultura política, esse episódio passou a ser interpretado como um:  

Alternativas
Q3773622 História
“Estudos a respeito das experiências das mulheres escravas têm apontado para o papel de resistência delas no interior das plantações. [...] Nas áreas rurais — nas quais a maior parte estava empregada nas plantações —, educavam seus filhos através da linguagem e da música, conservando elementos fundamentais de identidades construídas. A partir de tais elementos, ajudavam a reinventar tradições de protesto, muitas das quais africanas (GOMES,1995).” 
Tendo em vista o trecho acima, é possível afirmar que a historiografia vem buscando reinterpretar a noção de “resistências escrava” no contexto da escravidão colonial brasileira como:
Alternativas
Q3773621 História

"[...] o que não se perdoa a Hitler não é o crime em si, o crime contra o homem, não é a humilhação do homem em si, é o crime contra o homem branco, a humilhação do homem branco e o ter aplicado à Europa processos colonialistas a que até aqui só os árabes da Argélia, os 'coolies' da Índia e os negros de África estavam subordinados (CÉSAIRE, 2020).”


Com base no trecho acima e na historiografia pertinente sobre o tema, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3773620 História
Em meio à Primeira Guerra Mundial, o governo da Grã-Bretanha emite a Declaração Balfour (1917) onde ficava declarado o apoio da Grã-Bretanha ao estabelecimento de um "lar nacional para o povo judeu" na Palestina. Com o fim da Primeira Guerra Mundial e a divisão de terras do Império Otomano entre França e Grã-Bretanha, as tensões entre a população árabe local e imigrantes judeus cresceram enquanto a GrãBretanha controlava aquela região. Até que em maio de 1949 aconteceu a Nakba.
Acerca da Nakba, está correta a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3773619 História
Em diversas sociedades africanas tradicionais, as relações sociais eram ancoradas em estruturas complexas de parentesco e reciprocidade. Tais estruturas que regulavam o trabalho e o acesso à terra teriam sido mantidas mesmo após a expansão militar e comercial dos povos árabes em direção ao continente africano no século VI. Contudo, foi com a invasão europeia que esses sistemas são rompidos e novas formas de exploração e dependência são impostas aos africanos de diversas etnias e grupos culturais. 

Sobre as relações entre sociedade, economia e natureza nas sociedades africanas tradicionais, é possível afirmar que:
Alternativas
Respostas
2281: D
2282: E
2283: C
2284: D
2285: B
2286: A
2287: D
2288: C
2289: C
2290: A
2291: B
2292: C
2293: B
2294: C
2295: B
2296: D
2297: C
2298: A
2299: A
2300: D