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Q3430448 História
Tomando o ponto de vista da classificação cronológica, entendeu-se o “moderno” como algo que iniciava com a queda de Constantinopla (maio de 1453) até a Revolução Francesa (1789).

Sabemos das imensas limitações desses marcos.

(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

Dentre as limitações apontadas pelo autor, encontra-se o fato de que
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Q3430447 História
Na História Antiga, a tradicional dicotomia entre Oriente e Ocidente constitui uma grande narrativa que estrutura toda uma visão da História.

(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

De acordo com o autor, a dicotomia mencionada foi cada vez mais enfatizada
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Q3430445 História
O problema, em termos de ensino-aprendizagem, é que o abandono da diacronia pode transformar o conhecimento histórico numa sabedoria de almanaque mal digerida, em que acontecimentos, instituições e movimentos ocorrem do nada para o nada. Será que é isso o que mais nos interessa com relação à disciplina História? Misturar Galileu e Einstein ou Espártaco e Zumbi – unidos por algum “tema transversal” – como se fossem contemporâneos prontos a dialogar pode desistoricizar suas práticas e formas de pensamento se não estivermos muito atentos.

(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky. O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

No fragmento, os autores enfatizam a importância de o ensino de História estar fundamentado
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Q3429932 História
Leia o texto a seguir.

A França é, das antigas potências coloniais europeias, a que mais intervém nos assuntos africanos. Desde o processo de descolonização até hoje, os franceses já promoveram mais de cinquenta intervenções militares em países africanos (SIRADAG, 2014, p.119), ajudando a depor ou sustentando governantes de acordo com os seus interesses. Trata-se, portanto, de um país que pratica uma ativa política intervencionista no continente africano, sobretudo nos Estados que outrora estiveram sob o julgo do colonialismo francês, e onde mantém ainda diversas bases militares.
PENNA FILHO, Pio; BADOU, Koffi Robert. A França na África: as intervenções militares e suas motivações – o caso da Costa do Marfim. Carta Internacional, Vol. 9, n. 2, jul.-dez. 2014, p. 156.

O processo de descolonização das áreas ocupadas pelos franceses na África não foi um processo rápido, principalmente diante da reação de Paris para com dois casos em particular, a saber,
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Q3429930 História

Observe as imagens e leia o excerto a seguir. 



48.png (353×247)


48_a.png (353×135)



Nos últimos anos, estátuas e monumentos foram derrubados em diversas cidades da Europa e dos Estados Unidos por ativistas que participavam de manifestações. Em comum, todos esses alvos de protestos estavam associados


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Q3429929 História
Leia o texto a seguir.

Não desconsiderando a importância de debates e as prováveis valorosas intenções de pessoas envolvidas na ECO-92, sua realização constituiu um evento no qual o governo brasileiro buscou vender uma imagem renovada e atrelada a ideais de preservação e sustentabilidade que não correspondiam à realidade brasileira. A imprensa reverberou o discurso em favor do meio ambiente e de novas formas de consumo e uso dos recursos naturais, ancorados em pressupostos de racionalidades eurocêntricas.
REGIANI, Álvaro Ribeiro; MEDEIROS, Kenia Gusmão. “Juruna quer vender uma pele de onça”: discursos sobre a sustentabilidade e a representação do indígena como naturalmente ecologista na Rio-92. Acervo, Rio de Janeiro, v. 34, n. 2, maio/ago. 2021, p. 22.

No contexto mencionado, um dos elementos eficientes na propaganda da sustentabilidade no Brasil foi a valorização da imagem dos indígenas como “naturalmente ecologistas”, cujas vidas estariam destinadas à preservação dos recursos naturais, alinhando-se ao projeto de
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Q3429928 História

Observe o mapa a seguir. 



46.png (359×193)



O percurso representado no mapa corresponde à

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Q3429926 História

Leia o texto a seguir. 



A perspectiva do Mediterrâneo como palco para narrar uma história na longa duração remete, obviamente, à clássica obra de Fernand Braudel (1986), O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II, publicada originalmente em 1966. Nela, o mar e as terras ao redor formam um pano de fundo quase imóvel – a longuíssima duração – para a história mais movimentada das estruturas (em particular, daquelas ligadas à produção e às trocas) e para a história rápida dos acontecimentos. 


GUARINELLO, N. L. A bacia do Mediterrâneo e a cidade antiga: unidade e diversidade. R. Museu Arq. Etn. 38, 2022, p. 4.



Fernand Braudel, citado pelo autor no excerto, considera que os traços mais marcantes que conferem unidade ao Mediterrâneo são

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Q3429925 História

Leia o texto a seguir. 



Além de ser o domínio propício para o exame epistemológico das condições de possibilidade de construção de conhecimento válido, a teoria da história auxilia na análise dos princípios que organizam as distintas constituições narrativas de sentido, no estabelecimento de uma correlação substantiva entre o mundo da vida e o conhecimento histórico.


MENDES, Breno; ARRAIS, Cristiano Alencar; BERBERT JÚNIOR, Carlos Oiti. O lugar da teoria da história na formação de historiadores e historiadoras no ensino superior. Varia Historia, Belo Horizonte, v. 39, n. 79, e23108, jan./abr. 2023, p. 21.



O campo de reflexão ao qual os autores se referem e que propõe esse vínculo entre o pensamento histórico e a vida prática é a 

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Q3429924 História

Observe a imagem a seguir.



42.png (327×228)


Moema (1866), obra de Victor Meirelles, apresenta a figura feminina da indígena morta à beira mar, evidenciado a nacionalidade e certo caráter heroico. A obra é um dos exemplares brasileiros que seguem os padrões do  



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Q3418266 História
Em seu mais recente relatório Perspectiva Econômica Mundial (World Economic Outlook – WEO), o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou os países que devem dominar a economia global em 2024. Os dados revelam um cenário interessante, destacando os Estados Unidos, a China e a Alemanha como as três principais potências econômicas deste ano. O Brasil também aparece no ranking, consolidando-se entre as 10 maiores economias mundiais, com um Produto Interno Bruto (PIB) projetado em US$ 2,19 trilhões para 2024.
O fator foi apontado como um dos principais responsáveis por essa colocação:
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Q3418265 História
A Segunda Guerra Mundial está relacionada com a expansão do totalitarismo na Europa e teve como causa direta o expansionismo germânico naquele período. Além disso, a derrota na Primeira Guerra tornou-se fonte de humilhação e causa de uma grave crise econômica que atingiu a Alemanha na década de 1920.
Esse cenário permitiu a ascensão do radicalismo da extrema-direita, cujo expoente máximo foi o nazismo. Os nazistas criticavam os termos do Tratado de Versalhes, defendiam a militarização da Alemanha e tinham opiniões abertamente antissemitas. O crescimento dos nazistas durante a República de Weimar (1919-1933) foi exponencial, muito por conta de Adolf Hitler.
Qual papel o Brasil fez na Segunda Guerra Mundial:
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Q3418264 História
O Tratado de Tordesilhas foi um dos desdobramentos das Grandes Navegações, as expedições de exploração do oceano Atlântico realizadas a partir do século XV. O país pioneiro desse processo, que realizou uma série de expedições ao longo desse século.
O que foi o Tratado de Tordesilhas:
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Q3418263 História
Em sua história contemporânea o Brasil vivenciou mais de 20 anos do regime ditatorial militar, quando a participação popular na vida pública era limitada e desestimulada. Parte das forças políticas e sociais que estimularam o processo de redemocratização do país, nos anos de 1980, estava impregnada de uma compreensão democrática expandida, que não se reduzia apenas ao restabelecimento do aparelho representativo eleitoral. Pensava em mudar a estrutura do Estado autoritário, não por meio de uma quebra institucional ou através de uma revolução, mas sim por modificação gradual das estruturas de poder. Pretendiase abrir a participação dos cidadãos nas decisões políticas que afetavam suas vidas.
Qual foi o marco inicial do processo de redemocratização no Brasil após o regime militar:
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Q3418262 História
É também amplamente apontado por diversos autores a existência de uma clara divisão da história do Mercosul em duas fases distintas. Inicialmente temos os primeiros anos da existência do bloco, os considerados “anos dourados” da integração. Durante esse período, as trocas comerciais entre os países do bloco multiplicaram de maneira impressionante. No entanto, essa mudança se alterou quando as consequências da crise asiática de 1997 começaram a atingir a América Latina. A decisão unilateral do Brasil de realizar uma política macroeconômica tão significativa como a super desvalorização do seu câmbio representou para muitos a saturação do modelo do Mercosul. A subsequente crise argentina de 2001, na qual o governo argentino passou a adotar medidas protecionistas contra países do próprio Mercosul visando evitar déficit em conta corrente, dificultou ainda mais a já comprometida integração regional. A segunda fase se estende desde as crises econômicas da virada do milênio aos dias de hoje. Essa fase, como aponta a literatura, pode ser caracterizada pelo retrocesso nos objetivos comerciais primordiais do bloco em razão de uma integração mais no caráter político e social.
Os países fundadores do Mercosul foram:
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Q3418261 História
À época do regime militar a justificativa tácita para essa linha edito rial, adotada por jornais, rádios e televisões brasileiras, poderia ser explicada pelo controle governamental dos meios de comunicação de massa e pela necessidade de sobrevivência em tempos de arbítrio. Única exceção a essa orientação aconteceu em 1976, quando o ex-presidente faleceu no exílio. O noticiário sobre a morte de João Goulart, censurado pelo governo federal, foi bastante acanhado e traduziu não mais que a obrigação jornalística de infor mar. Passado o momento do calor da notícia, um forte e recorrente silêncio continuou a predominar em relação a toda e qualquer referência ao político trabalhista, que foi deputado federal, ministro de estado, vicepresidente e presidente da República.
Que motivo foi alegado para o golpe militar de 1964 no Brasil:
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Q3418260 História
A colonização europeia da América foi um processo complexo que teve início no final do século XV, com a chegada de Cristóvão Colombo às Américas em 1492. Esse processo foi impulsionado por uma série de fatores. As consequências da colonização europeia da América foram profundas e duradouras. Os povos indígenas foram subjugados, explorados e dizimados, resultando na destruição de suas culturas e sociedades. A exploração de recursos naturais levou à degradação do meio ambiente e à exploração desenfreada dos povos nativos. A colonização também teve impactos significativos na economia, política e cultura das Américas, moldando o curso da história do continente.
Qual foi o principal objetivo das potências europeias ao colonizar a América no século XVI:
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Q3418259 História
A Crise de 1929 foi um abalo econômico que teve início nos Estados Unidos logo após a quebra da Bolsa de Valores de Nova York. O capitalismo internacional foi alvo dessa crise e marcou a decadência do liberalismo econômico. “O republicano Franklin Delano Roosevelt foi eleito presidente em 1933, apresentando o chamado New Deal como solução para a crise, ou seja, maior participação do Estado na economia. A crise teve impacto na economia e na sociedade mundial. No Brasil, a produção cafeeira entrou em colapso, e a oligarquia que estava no poder foi enfraquecida, abrindo espaço para a Revolução de 1930.
O que contribuiu para a crise mundial do liberalismo no século XX, foi:
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Q3418258 História
A transição do feudalismo para o capitalismo marcou profundamente os rumos da história e alterou as relações sociais e econômicas existentes. Nesse período histórico sai a figura do senhor feudal que comandavam os feudos para dar lugar ao burguês capitalista que acumulou riquezas através da expropriação e posteriormente influenciou o desenvolvimento capitalista. Também a figura do servo com sua família que prestava serviço nos feudos para os senhores feudais desaparecem para ceder lugar à divisão do trabalho e ao emprego remunerado. Essas mudanças não ocorreram de forma pacífica, automática e nem de uma fase para outra: houve crises, conflitos, período de pré-capitalismo até se chegar ao capitalismo consolidado.
Qual foi um dos principais fatores que contribuíram para a transição do feudalismo para o capitalismo: 
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Q3418257 História
As Grandes Navegações foram navegações oceânicas realizadas ao longo do século XV e que se iniciaram com a exploração do Oceano Atlântico. Foram possíveis graças à acumulação de conhecimento náutico e à chegada de novas tecnologias que facilitaram a navegação.
O país que teve as condições necessárias para iniciar esse processo foi Portugal, e almejou: 
Alternativas
Respostas
1861: C
1862: D
1863: D
1864: B
1865: B
1866: A
1867: C
1868: C
1869: B
1870: C
1871: B
1872: C
1873: A
1874: B
1875: A
1876: B
1877: A
1878: D
1879: B
1880: B