Questões de Concurso
Sobre história para professor - história
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Observe a charge a seguir e responda ao que se pede:

Acreditando na esfericidade da Terra, Colombo defendia:
A respeito do assunto, julgue as sentenças a seguir:
I. Em termos gerais, o movimento revolucionário no início do período resultou principalmente da situação econômica imposta ao país pelo regime de Porfírio Diaz. II. Acentuou-se a pobreza, em especial das camadas médias e altas da população. III. No final de 1910, ocorreram grandes movimentações de camponeses em várias partes do país, sob o lema “Terra e Liberdade”. IV. No final do século XX, Emiliano Zapata continua a inspirar as lutas sociais e políticas dos partidos populares.
São corretas:
Certo dia o Padre Cícero Mandou pra ele um recado, Que dizia: Virgolino, Meu digníssimo afilhado, Venha aqui porque estou De você necessitado
Olhe que a Coluna Prestes Quer invadir Juazeiro, Saquear nossa cidade, Carregar nosso dinheiro, Queimar nosso mercado, Matar o povo romeiro.
[CABRAL, João Firmino. Lampião. Herói ou Bandido? Literatura de Cordel, Editora Tupynanquim]
Os personagens e eventos descritos no cordel acima se encaixam respectivamente na história brasileira de(a)
O texto do escritor português Eça de Queiroz ressalta concepção difundida durante a chamada pax britânica, que seria:
“A história é busca, portanto escolha. Seu objeto não é o passado: ‘A própria noção segundo a qual o passado enquanto tal possa ser objeto de ciência é absurdo’. Seu objeto é ‘o homem’, ou melhor, ‘os homens’, e mais precisamente ‘homens no tempo’.” [Marc Bloch. Apologia da História ou o ofício de historiador]
De acordo com o texto:
Primo Levi. A trégua. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 9 (com adaptações).
Com relação ao assunto tratado no texto acima, julgue o item a seguir.
Para os campos de concentração ou de extermínio eram enviados, além de judeus, outros grupos sociais, incluindo-se testemunhas de Jeová, homossexuais ou comunistas.
Primo Levi. A trégua. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 9 (com adaptações).
Com relação ao assunto tratado no texto acima, julgue o item a seguir.
Os nazistas planejaram eliminar a maioria da população eslava do Leste Europeu.
“O governo nascido do golpe de 1964 foi definido certa vez como o “Estado Novo da UDN”. Essa definição tem sua razão de ser. Durante duas décadas, políticos udenistas – representantes de parcelas importantes das elites empresariais e agrárias – dificilmente chegam a conseguir apoio de mais de 30% do eleitorado brasileiro. Entretanto, através da ditadura militar, puderam implementar várias de suas propostas em matéria de política econômica.”
[PRIORI, Mary Del, VENÂNCIO, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010, p. 279]
São propostas de política econômica que foram implementadas por esse núcleo político neste contexto:
“Em meados do século XIX, o Brasil passava por grandes transformações sociais. A luta dos escravos pela libertação crescia, com constantes e numerosas fugas para os territórios livres, onde formavam quilombos. [...] Nessa mesma época, na Europa, a tensão social agrava-se em decorrência da crise verificada sobretudo no campo, onde crescia o número de camponeses pobres ou miseráveis compelidos a emigrar para a América. [...] Foi dentro desse contexto que dom Pedro II promulgou a Lei nº 601 de 18 de setembro de 1850 [...] que definiu a forma como seria constituída a propriedade privada da terra no Brasil. Essa lei determinava que somente poderia ser considerado proprietário da terra quem legalizasse sua propriedade nos cartórios, pagando certa quantidade de dinheiro para a Coroa”.
[STÉDILE, João Pedro. A Questão Agrária no Brasil. Col. Espaço & Debate. São Paulo: Atual, 1997, p. 10-11]
O professor apresenta o texto acima aos alunos do 8º ano para explicar o processo de legalização da concentração fundiária no Brasil e a consequente exclusão, em nosso país, de grande parte da população rural no tocante ao acesso à propriedade da terra. O documento a que se refere o texto é:
“Poucas lutas no século passado foram tão apaixonadamente acompanhadas como a luta dos negros sul-africanos contra o discricionário regime do aphartheid. Entre 1948 e 1994, a estrutura política, econômica e social é baseada num sistema legalizado de discriminação racial, assegurando o domínio da minoria branca em todos os campos de atividade e nos cargos de direção do país”.
[SERRANO, Carlos; WALDMAN. Mauricio. Memória d’África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007, p. 263]
Entre as sanções internacionais que marcam, nos anos 80, a intensificação da reação do mundo à política discriminatória sul-africana, pode-se destacar:
“Soube da existência de João Cândido, em 1926, na barbearia do meu pai, em Fortaleza, através de um exemplar da Revista da Semana, que trazia uma fotografia de página inteira, mostrando um negro muito forte, numa cadeira de rodas, empurrado por duas enfermeiras brancas.
Murmurei na ingenuidade de um jovem:
– Deve ser muito importante esse negrão!
E era.”
[MOREL. Edmar. João Cândido: o negro que violentou a História do Brasil. In: Jornal Gazeta de Notícias. Suplemento Especial do Centenário da Abolição 1888 – 1988, Rio de Janeiro, 12 e 13 de maio de 1988, p. 5]
O personagem citado liderou uma das mais importantes revoltas populares ocorridas no início do período republicano brasileiro, que tinha como objetivo pôr fim: