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Q1387177 História
O café e seus derivados seriam os principais produtos brasileiros de exportação durante quase 100 anos, e seu ciclo ajudou no desenvolvimento do Brasil em diversos ângulos, com ênfase na urbanização dos grandes centros econômicos. Nota-se a importância do produto pela quantidade de tempo que predominou na economia brasileira. Tudo começa no início do século XX, sendo a economia cafeeira concentrada
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Q1387174 História
Do ponto de vista econômico, a colônia visava explorar de imediato as regiões mais favorecidas para atividades agrárias rentáveis. O objetivo dos portugueses era apenas um retorno rápido de lucro que suprisse as demandas do mercado europeu. Então, o desenvolvimento local e os habitantes da colônia ficavam em segundo plano.
Basicamente o modelo de colônia de exploração baseou-se nas seguintes características:
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Q1387170 História

Observe esta imagem para responder ao que se pede.


Imagem associada para resolução da questão

(FONTE: https://www.google.com.br/searchVênus de Milo. Acesso em outubro de 2017.)
Assinale a alternativa que apresenta a sociedade e as características artísticas do contexto no qual se insere a escultura representada na imagem acima.
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Q1387169 História
Avalie as informações seguintes a respeito da Idade Média.
I. A Igreja e o Sacro Império – a Igreja Medieval teve importante papel na sociedade. Foi nessa época que começou a organizar-se, com o objetivo de zelar pela homogeneidade dos princípios da religião cristã e promover a conversão dos pagãos. II. O Império Bizantino – estabelecido em Constantinopla, o Império Bizantino sobreviveu a invasões bárbaras e perdurou por todo o período medieval. III. Os Árabes e o Islamismo – no Oriente Médio, na península arábica, nasceu em 630 o Islã, como resultado das Guerras Santas empreendidas por Maomé. Aos poucos, o Islamismo se expandiu por um extenso território, conquistando terras da Ásia, África e Europa. IV. A Queda de Constantinopla – um fato histórico que marcou o fim da Idade Média na Europa. A conquista da capital bizantina pelo Império Otomano, sob o comando do sultão Maomé II, marcou o fim do Império Romano no Ocidente.
A Alta Idade Média foi um período de instabilidade e insegurança generalizada, que se estendeu do século V ao século IX. É possível afirmar que faz parte da Alta Idade Média o conteúdo descrito, APENAS, em
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Q1387168 História
Durante o Período Clássico, as pólis gregas disputaram a supremacia em toda a Grécia. Essa fase foi marcada pelas hegemonias e imperialismos no Mundo Grego, que
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Q1347585 História
Considerando a visão de Leandro Karnal (2008), assinale a alternativa que representa o objetivo primeiro do conhecimento histórico.
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Q1347583 História
Analise as assertivas abaixo tendo como referência o pensamento de Analúcia Pereira (2013) no que diz respeito ao processo de colonização e descolonização da África:
I. Quatro potências Europeias participaram da expansão colonial africana: Portugal, Grã-Bretanha, França e Eslovênia. II. O chamado domínio clássico Europeu nas colônias Africanas durou aproximadamente 75 anos. III. O Império Francês é considerado um dos maiores impérios coloniais africanos. IV. A experiência africana advinda do tempo e de sua relação com os impérios coloniais contribuíram para o amadurecimento africano, consolidando assim a incorporação de sua economia no cenário mundial.
Quais estão corretas?
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Q1347582 História
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo acerca do continente africano, considerando a visão da historiadora Analúcia Pereira (2013).
( ) O declínio Europeu na África teve relação com as consequências da Primeira Guerra Mundial e da Revolução Soviética. ( ) No período de desmantelamento dos impérios coloniais africanos, os impactos econômicos e sociais se efetivaram em pequenas escalas, pois os fluxos financeiros estrangeiros já eram controlados pelas elites políticas e administrativas locais. ( ) Apesar do processo de descolonização africana ser atingido pelos acontecimentos internacionais, a Segunda Guerra Mundial não atingiu o Norte da África. ( ) A atual Etiópia, que no período da Segunda Guerra Mundial era a Abissínia, foi invadida pela Itália fascista em 1935.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q1347578 História
Considerando a visão de Dorigo (2011) sobre a civilização egípcia, assinale a alternativa correta.
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Q1329298 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Assim como os judeus eram vistos como raça inferior no mundo alemão do século XX, no Brasil as questões raciais passavam, principalmente no século XIX, pelo histórico da escravidão. O negro vindo da África era inferiorizado sob justificativa racial, utilizado como mão de obra e tratado como coisa. Caio Prado Júnior, em História Econômica do Brasil, ao tratar da substituição pelo trabalho livre analisa o contexto de substituição da mão de obra. A ideia do autor sobre a substituição do trabalho escravo no Brasil está corretamente apresentada na afirmativa:
Alternativas
Q1329294 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Em 1938, o Brasil iniciava o Estado Novo com a adoção de um sistema de Ditadura Civil com contornos nacionalistas. A preocupação nacional para o país que definia as ações no plano nacional e internacional e que foi articulada pelas políticas públicas se assentava em princípios defensivos para conter as ameaças. Assim como os alemães que apontavam o judeu como ameaça, a política varguista associava ao estrangeiro o risco de quisto social que poderia levar ao enfraquecimento do país. As ações de Vargas para conter a ameaça estrangeira estão apresentadas corretamente, EXCETO em:
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Q1329293 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
O texto O Cogumelo Venenoso, difundido nas escolas alemãs, expõem o Universo de ódio dos movimentos totalitários fascistas no período entre guerras. A construção de um imaginário de ódio ao judeu estabelece
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Q1319109 História
“...a história do denominado Brasil Holandês exerce grande fascínio sobre a sociedade brasileira e não é de hoje que o tema é caro aos pesquisadores, em especial aos historiadores de Pernambuco. Esses foram beneficiados pelas coletas documentais, feitas por José Hygino Duarte Pereira e Joaquim Caetano Silva, em fins do século XIX, e que hoje se encontram nos acervos do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e na Biblioteca Nacional, respectivamente.” (VIEIRA, Hugo Coelho [et al. ] (orgs.). Brasil holandês: história, memória e patrimônio compartilhado. São Paulo: Alameda, 2012. p. 14). Sobre o Brasil Holandês, assinale a alternativa CORRETA.
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Q1319108 História
“Olhando para a história social do Recife na primeira metade do século passado, três aspectos chamam a atenção: o primeiro é o ciclo das insurreições liberais, que se inicia com a Insurreição de 1817, passa pela Confederação do Equador em 1824 e termina com a Praieira, em 1848; o segundo é a virtual ausência de rebeliões escravas, mesmo tendo havido até mais confusão no Recife do que na maioria das capitais provinciais nesse período; o terceiro é que a literatura sobre esses assuntos encontra-se dispersa em monografias, faltando portanto, tentativas mais concisas de análise dos possíveis nexos entre a resistência escrava e o contexto político mais amplo daquele período.” (CARVALHO , Marcus. Rumores e rebeliões: estratégias de resistência escrava no Recife, 1817-1848. Revista Tempo, vol.3, nº6, Niterói: UFF, 1998. In: ttp://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg6 - 5.pdf. (22/11/06). Em relação aos eventos ocorridos em 1817, 1824 e 1848, é CORRETO afirmar que
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Q1319107 História
Crescendo em ritmo acelerado, em finais do século XVII e ao longo do século XIX, os Estados Unidos da América atraíram milhões de imigrantes ao seu território. Isso contribuiu para o crescimento da sua população, aumentando a busca por terras para plantar e viver. Foi nessa conjuntura histórica que os estadunidenses deram início à “Conquista do Oeste” bem como se viram inseridos em uma sangrenta guerra civil. Sobre esses dois episódios, é CORRETO afirmar que
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Q1319106 História
Compreender a consolidação do Estado brasileiro durante o Segundo Reinado significa perceber uma complexa trama, que integra os quatro poderes, responsável por um lento processo de modernização na estrutura administrativa, coadjuvada pela confecção de uma política econômica, que permitiu contornar um quadro instável, caótico e de debilidade econômica herdado em grande parte da preservação de certas estruturas coloniais, bem como da instabilidade do período regencial.” (http://www.abphe.org.br/arquivos/2003_julio_bentivoglio_politica-e-diretrizes-economicas-no-inicio-dosegundo-reinado-1840-1860_limites-e-desafios-da-modernizacao.pdf). Sobre o Segundo Reinado, é CORRETO afirmar que
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Q1319105 História
Em relação à abolição e resistência escrava no Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
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Q1319102 História
Nos séculos XVI e XVII, com o aumento da procura de semoventes na América Portuguesa e Espanhola, os mercadores portugueses, dentre outros, aliados a alguns reis e chefes africanos, dinamizaram o tráfico atlântico de escravos, o que ocasionou o deslocamento forçado de milhões de pessoas da África para outras partes do mundo. Em relação ao tráfico de escravos africanos para o Brasil e suas consequências, é CORRETO afirmar que
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Q1319101 História
“A revolução é feita de sombra, mas, acima de tudo, de luz. Ela foi de uma enorme violência, por vezes descontrolada e selvagem, por vezes necessária para se enfrentar um mundo antigo que se defendia ferozmente...” (VOLVELLE, Michel. A Revolução Explicada à Minha Neta, São Paulo: Editora UNESP, 2007. P. 99-101).
Em relação à Revolução Francesa, assinale a alternativa CORRETA.
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Q1319100 História
“A abordagem propriamente histórica da ditadura militar é recente. Poderíamos dizer que se trata de uma espécie de movimento de incorporação, pelos historiadores, de temáticas outrora teorizadas quase exclusivamente por cientistas políticos e sociólogos e narradas pelos próprios partícipes” (FICO, Carlos. Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 24, nº 47, p.29-60 – 2004. p.31 )
Em relação ao período que compreende de 1964 a 1985, é CORRETO afirmar que
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Respostas
9201: D
9202: D
9203: A
9204: C
9205: B
9206: D
9207: D
9208: C
9209: E
9210: D
9211: A
9212: D
9213: D
9214: E
9215: E
9216: D
9217: E
9218: E
9219: D
9220: B