Questões de Concurso Sobre história para professor - história

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Q3807946 História
Os movimentos fascistas que emergiram e predominaram na Europa no período entre as duas Guerras Mundiais (1918 – 1939), com alguns casos, como os fascismos português e espanhol, que se estenderam até meados da década de 1970, expressaram não apenas uma reação política e econômica às crises do período. Essas experiências de regimes totalitários de tipo fascista foram também uma resposta psicológica e social de massas traumatizadas. Ao se considerar os estudos sobre a psicologia das multidões, realizados por Gustave Le Bom, um estudioso francês de Psicologia Social, e as reflexões de Sigmund Freud, um austríaco considerado o fundador da Psicanálise, que estudou sobre a natureza autoritária do inconsciente coletivo, é correto afirmar que o fascismo se originou:
Alternativas
Q3807945 História
Motivados por pressões sociais, fanatismos religiosos e interesses políticos, diversos movimentos messiânicos ocorreram durante a Primeira República no Brasil (1889–1930). Alguns desses movimentos assumiram um caráter autônomo e combativo, enquanto outros assumiram sua face dependente e conciliadora. 
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Sobre esses movimentos, assinale a alternativa que os caracteriza corretamente:
Alternativas
Q3807944 História
Os Estados Unidos da América vivenciaram uma grande prosperidade econômica no decorrer da década de 1920, conhecida como o “Milagre Econômico Americano”. Esse desenvolvimento projetou os EUA como potência hegemônica mundial, e seu modelo de sociedade, o "American way of life", passou a ser invejado e copiado por inúmeros países. No entanto, esse modelo de desenvolvimento também gerou inúmeras contradições internas e reflexos internacionais. Sobre esse contexto histórico, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3807943 História
Localizada na região leste do atual estado de Mato Grosso, a cidade de Barra do Garças tem sua história marcada, entre outros aspectos, pela exploração do ouro e pelo processo de interiorização do território brasileiro. 
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(https://www.barradogarcas.mt.gov.br/O-Municipio/Fotos-Cidade/Fotos-da-cidade- 16/#lg=1&slide=0)

Pode-se aferir acerca desse processo de formação da cidade que:
Alternativas
Q3807942 História
No decorrer do século XIX, o Império brasileiro vivenciou a crise escravista e a transição gradual para o trabalho livre. Intensificaram-se as pressões internas e externas pelo fim do tráfico de africanos e da escravidão no país. Temendo o pior dos cenários, as elites agrárias escravocratas pressionaram o Império para que se adotassem alternativas, como o incentivo à imigração que, segundo afirma José de Souza Martins em O Cativeiro da Terra, representou uma nova forma de dominação social. Considerando o desenrolar desse processo histórico, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3807941 História
Um conjunto de condições estruturais e históricas específicas possibilitaram à Inglaterra assumir o pioneirismo na Revolução Industrial no decorrer da segunda metade do século XVIII. Ficava claro que tal processo histórico não derivou apenas de um fator. Destaca-se como fatores geradores desse pioneirismo o(a):
Alternativas
Q3807940 História
Entre 1789 e 1801, tramas e conspirações ocorridas na América portuguesa, conhecidas como Conjurações, expressaram ideais de liberdade e ruptura frente ao domínio de Portugal. Em sua maioria, no entanto, apresentaram limitações revolucionárias que impediram transformações sociais profundas. Essas limitações estiveram relacionadas, sobretudo:
Alternativas
Q3807939 História
Observe o mapa à seguir e responda o proposto.
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(https://www.sabermais.am.gov.br/planos-de-aula/a-travessia-do-atlantico-o-traficonegreiro-52206)


O processo histórico conhecido como Diáspora Africana, foi resultado do tráfico transatlântico de milhões de africanos escravizados para as Américas, que também contribuiu para o processo de formação da sociedade colonial na América Portuguesa. Esse fenômeno marcou profundamente tanto as culturas africanas como as luso-americanas. 


Estudos recentes buscam comprovar que os números de chegada desses africanos superam, em muito, as estimativas anteriores relatadas pelos historiadores. Com destaque para o Cais do Valongo, situado na zona portuário da cidade do Rio de Janeiro, considerado o principal porto de chegada de africanos escravizados nas Américas, tombado como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2017 e, mais recentemente, como Patrimônio Histórico e Cultural Afro-Brasileiro por lei sancionada em 2025. Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação sobre esses acontecimentos históricos o fato:
Alternativas
Q3807938 História
Iniciada ainda no século XIV, a Expansão Marítima e Comercial europeia é considerada por muitos historiadores como o primeiro processo de globalização e acumulação pré-capitalista. Isso se deve ao fato de:
Alternativas
Q3807937 História
Os reinos africanos enfrentaram uma crescente pressão das potências europeias no início da Era Moderna, que buscavam dominar o comércio e explorar recursos do imenso continente. Nesse contexto, vivendo constantes ameaças, diversos reinos negros africanos reagiram de formas mais variadas às invasões e às tentativas de dominação estrangeira. Das alternativas seguintes, aquela que melhor expressa uma forma de enfrentamento desses reinos africanos diante das invasões europeias foi a:
Alternativas
Q3807936 História
O início da Época Moderna no mundo ocidental (séculos XV e XVI) foi marcado por um conjunto de transformações conhecidas como “renascimentos”, que ocorreram em diferentes esferas da vida europeia. Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação sobre esse contexto histórico o fato do:
Alternativas
Q3807935 História
No romance O Nome da Rosa, de Umberto Eco, o autor ambienta a narrativa em um mosteiro beneditino do século XIV, explorando não apenas uma trama de mistério, mas também aspectos centrais da cultura e do pensamento medieval. Entre os temas representados na obra, destaca-se o embate entre diferentes concepções de fé e razão, típicos do final da Idade Média.
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(https://catalisecritica.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/07/img-20140710 wa0023.jpg)

Baseando-se nesse contexto histórico, pode-se concluir que o conflito central retratado no livro reflete o:
Alternativas
Q3807934 História

Para se entender a formação da história do Egito Antigo, torna-se fundamental compreender a importância do rio Nilo para o desenvolvimento de sua civilização milenar. Assim como ocorreu em outras regiões espalhadas pelo mundo, onde os recursos hídricos foram fundamentais para a formação de inúmeras civilizações, na imensa região desértica egípcia não foi diferente. As cheias anuais do Nilo se, por um lado, promoviam enchentes ameaçadoras, por outro lado, fertilizavam as margens, permitindo a prática de uma agricultura irrigada bastante produtiva e organizada, essencial para o desenvolvimento de sua economia e de sua estabilidade política durante milênios. Com base no texto e nos conhecimentos sobre a história do Egito Antigo, pode-se afirmar que a agricultura irrigada egípcia:


Alternativas
Q3806732 História
O Romantismo transformará Satã no símbolo do espírito livre, da vida alegre, não contra uma lei moral, mas segundo uma lei natural, contrária à aversão por este mundo pregada pela Igreja. Satanás significa liberdade, progresso, ciência, vida. Tornarse-á moda a identificação com o Demônio, assim como procurar refletir no semblante o olhar, o riso, a zombaria im pressos nas feições tradicionais do Diabo. (...) O Diabo passa a representar a rebelião contra a fé e a moral tradicional, representando a revolta do homem, mas com a aceitação do sofrimento porque este é uma fonte purificadora do espírito, uma nobreza moral, da qual só pode surgir o bem da humanidade. E o demoníaco torna-se o símbolo do Renascimento: demoníaco como paixão, como terror do desconhecido, como descoberta do lado irracional existente no homem: a explosão da imaginação contra obstáculos excessivos da consciência e das leis.

NOGUEIRA, Carlos Roberto Figueiredo. O diabo no imaginário cristão. Bauru: Edusc, 2000.

No excerto, Nogueira analisa a transformação simbólica de Satã no imaginário romântico, momento em que o “demônio” deixa de representar o mal absoluto e passa a encarnar a rebeldia e a liberdade criadora.
Do ponto de vista da análise historiográfica das representações culturais, esse deslocamento de sentido revela
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Q3806731 História
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O “Iceberg” da Historiografia. BARROS, José D'Assunção. História e historiografia: todas as interações possíveis. In: BARROS, José D'Assunção (org.). À historiografia como fonte histórica. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2022.

A imagem apresenta uma representação esquemática da Ciência Histórica, evidenciando seus diferentes componentes — como teorias, conceitos, metodologias e modos de escrita — que articulam a produção do conhecimento histórico. Com base nessa representação, qual das alternativas expressa com maior precisão o modo como se organiza o procedimento da pesquisa em História?
Alternativas
Q3806730 História
O clima de golpe civil-militar estava em processo e expresso nas páginas dos jornais paraenses. O golpe de Estado veio, com o apoio da imprensa, dos políticos ligados ao PDS no Pará, com o apoio da igreja, da maçonaria, da intelectualidade, dos produtores rurais (fazendeiros), dos comerciantes. Contra a quebra da democracia representativa, implantada no Brasil em 1946, só ficaram os estudantes universitários, os sindicalistas ligados ao PCB, os militantes da A.P e do PCB e alguns políticos ligados ao PTB. Posteriormente, quando os governos militares começam a elaborar a lista de cassados, é que o PSD, coloca-se contra os “desvirtuamentos da revolução”, quando deputados, governador, vice-governador, prefeito de Belém, vice-prefeito, prefeitos do interior, todos políticos do PSD, é que o partido emite algum protesto sobre os governos militares.

FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.

Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.
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Q3806728 História
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) reuniu historiadores, romancistas, poetas, administradores públicos e políticos em torno da investigação a respeito do caráter brasileiro [...] Assim, enquanto na Corte localizava-se a sede, nas províncias deveria haver os respectivos institutos regionais. Estes, por sua vez, enviariam documentos e relatos regionais para a capital.

DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010.

À luz dessa análise, o IHGB pode ser interpretado como uma instituição que
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Q3806727 História
Assistia-se à transformação do espaço público, do modo de vida e da mentalidade carioca, segundo padrões totalmente originais; e não havia quem pudesse se opor a ela. Quatro princípios fundamentais regeram o transcurso dessa metamorfose (...): a condenação dos hábitos e costumes ligados à sociedade tradicional; a negação de todo e qualquer elemento de cultura popular que pudesse macular a imagem civilizada da sociedade dominante; uma política rigorosa de expulsão dos grupos populares da área central da cidade, que será praticamente isolada para o desfrute exclusivo das camadas aburguesadas; e um cosmopolitismo agressivo, profundamente identificado com a vida parisiense.

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

O texto de Nicolau Sevcenko analisa a reconfiguração do espaço urbano e simbólico do Rio de Janeiro durante a Primeira República, destacando o processo de modernização que alterou profundamente as dinâmicas sociais e culturais da capital. A partir dessa análise, é possível compreender que essa transformação
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Q3806726 História
TEXTO I

Não há muitas informações a respeito das movimentações de africanos na fase que se estende entre o fim da rebelião de 25 de janeiro de 1835 e os anos de 1837 e 1838, quando os rebeldes livres, federalistas e republicanos, estiveram mais ativos na vida política provincial. Até mesmo os batuques, que tanto assustaram quanto ainda assustariam a “pacífica população” da Província, passaram por uma fase de relativa quietação no período. João José Reis afirma que “em 1835, qualquer batuque feito pelos escravos era confundido com mais um atentado contra a ordem”. Na descrição que faz dos batuques para o período pós-35, não indica a ocorrência de expressivas manifestações do gênero até, pelo menos, meados de 1838, momento em que, aparentemente, teriam reaparecido.

ARAÚJO, Dilton Oliveira do. “A hidra revolucionária não erguerá o seu hediondo colo: a elite e os caminhos da pacificação no pós-Sabinada”. In: O tutu da Bahia: transição conservadora e formação da nação, 1838- 1850. Salvador: EDUFBA, 2009.

TEXTO II

A primeira onda criminalizante direcionada contra o funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil está diretamente relacionada aos arrastões que ocorreram nas praias da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro entre 1992 e 1993, mas não se limita a eles. Isso porque antes mesmo dos arrastões (especialmente no período que se estende entre 1991 e o mês de setembro de 1992) foi possível perceber a construção da imagem negativa sobre os funkeiros. Esta primeira onda criminalizante, portanto, foi o momento em que imagem do funkeiro como inimigo foi construída e consolidada. A construção desta imagem foi tão sólida que foi possível perceber suas consequências a longo prazo, tendo em vista que este estereótipo foi repetido diversas vezes ao longo de todo o período analisado.

BRAGNAÇA, Juliana Silva. Porque o funk está preso na gaiola (?): a criminalização do funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil (1990-1999). (Dissertação de Mestrado) - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO. Seropédica: 2017.

Os textos apresentados tratam de diferentes momentos históricos em que manifestações culturais negras foram associadas à desordem e criminalizadas pelo poder público e pelos meios de comunicação. Considerando o conteúdo dos textos e seus contextos, é correto afirmar que ambos expressam
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Q3806725 História
Desde o início do século XVII, os portugueses instalaram engenhos nos rios que deságuam nas baías da ilha de São Luís; um dos primeiros relatos após a ocupação de São Luís e fundação da cidade de Belém, escrito pelo capitão Simão Estácio da Silveira, refere-se aos rios Itapecuru, Mearim, Munim, Pindaré e Maracu como lugares onde se poderia fundar um “reino opulentíssimo”. Esta primeira impressão se manteve ao longo do século XVII e a região passou a ser ocupada principalmente por engenhos cobiçados inclusive pelos holandeses que ocuparam São Luís de 1641 a 1643. Entretanto, a partir da década de 1650, nas correspondências trocadas entre o Estado e a corte, começam a aparecer inúmeras notícias sobre a ação deletéria dos índios. Já em 1649, os índios Uruati teriam matado quatro religiosos jesuítas estabelecidos no Itapecuru. Em 1662, o procurador do povo do Maranhão, Jorge de Sampaio e Carvalho, representava na corte que o rio Munim “tem terras e várzeas consideráveis em bonidade para nelas se plantar canas de fazer açúcar”. Entretanto, explicava, nada era possível se a região não fosse defendida “dos alarves de que de ordinário é infestado”.

CHAMBOLEYRON, Rafael; MELO, Vanice Siqueira de. “Governadores e índios, guerras e terras entre o Maranhão e o Piauí (primeira metade do século XVIII)”. Revista de História. SÃO PAULO, n. 168, p. 167-200, janeiro / junho 2013.

A partir do texto, compreende-se que o processo de ocupação do Maranhão no século XVII esteve profundamente ligado à exploração econômica e aos conflitos com as populações indígenas. Assim, é possível constatar que a ocupação portuguesa do Maranhão
Alternativas
Respostas
901: D
902: B
903: B
904: A
905: D
906: C
907: D
908: C
909: A
910: C
911: B
912: A
913: B
914: C
915: C
916: B
917: A
918: D
919: E
920: E