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Q909038 História
“A questão nacional se coloca desde o início da história, no primeiro momento, como dilema prático e teórico. As guerras e revoluções de independência sintetizam-se precisamente nesse dilema. O que há de épico nas lutas simbolizadas por Toussaint Louverture, Francisco de Miranda, Simón Bolívar, José Artigas, José Morelos, Miguel Hidalgo, Bartolomé Mitre, Bernardo O'Higgins, Antonio Sucre, José Bonifácio, Frei Caneca, Ramón Betances, José Martí e muitos outros, é que tentam retirá-la (a nação) do colonialismo, absolutismo, mercantilismo, acumulação originária, conferindo-lhe um nome. A criação do Estado, segundo os princípios adotados na constituição, em conformidade com as forças sociais, as peculiaridades da economia, as diversidades regionais, raciais e culturais, tudo isso representa o empenho de descobrir o perfil da Nação.”
(CORREA, 1966, tomo VII, p. 373 in.)
Na maioria dos personagens citados anteriormente, ligados por suas façanhas históricas à história da América, o ideal de Nação:
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Q909036 História
“Na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. A falta de reação do governo e dos grupos que lhe davam apoio foi notável. Não se conseguiu articular os militares legalistas. Também fracassou uma greve geral proposta pelo Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) em apoio ao governo. João Goulart, em busca de segurança, viajou no dia 1º de abril do Rio para Brasília, e em seguida para Porto Alegre, onde Leonel Brizola tentava organizar a resistência com apoio de oficiais legalistas, a exemplo do que ocorrera em 1961. Apesar da insistência de Brizola, Jango desistiu de um confronto militar com os golpistas e seguiu para o exílio no Uruguai, de onde só retornaria ao Brasil para ser sepultado, em 1976.”
(Disponível em: http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/FatosImagens/Golpe1964.)
Nesse contexto específico (o do Golpe de 1964), antes mesmo de Jango deixar o país, o presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, já havia declarado vaga à presidência da República, que foi então:
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Q909034 História
Leia o trecho referente à transcrição do discurso de Getúlio Vargas, em 1º de maio de 1951, no Estádio do Vasco da Gama.
Trabalhadores do Brasil
Depois de quase 6 anos de afastamento, durante os quais nunca me saíram do pensamento a imagem e a lembrança do grato e longo convívio que mantive convosco, eis-me outra vez aqui ao vosso lado, para falar com a familiaridade amiga de outros tempos, e para dizer que voltei a fim de defender os interesses mais legítimos do povo, e promover as medidas indispensáveis ao bem-estar dos trabalhadores. Esta festa de 1º de maio tem para mim e para vós, uma expressão simbólica: é o primeiro dia de encontro entre os trabalhadores e o novo governo. E é com profunda emoção que retorno ao vosso convívio nesse ambiente de regojizo e festa nacional. [...] Chegou, por isso mesmo, a hora de o governo apelar para os trabalhadores e dizer-lhes: uni-vos todos nos vossos sindicatos, como forças livres e organizadas. As autoridades não poderão cercear a vossa liberdade nem usar de pressão ou de coação. O sindicato é a vossa arma de luta, a vossa fortaleza defensiva, o vosso instrumento de ação política.
(Disponível em: http://discursostranscritos.blogspot.com.br/2015/03/discurso-getulio-vargas-dia-trabalho.html.)
Sobre a data de 1º de maio, no contexto da “Era Vargas”, analise as afirmativas a seguir.

I. No Brasil, essa comemoração foi feita pela primeira vez no Estado Novo e se tornou feriado nacional, a partir do discurso em destaque no enunciado. II. Essa comemoração tinha, entre outros objetivos, aproximar Vargas e a população, ou seja, “sem intermediários entre o presidente e o povo”. III. As cerimônias festivas promovidas por Vargas tinham um caráter ritual, uma comemoração de massas, às vezes com anúncios de novas leis e direitos. IV. Essas comemorações faziam parte de um grande projeto de culto ao presidente criando mesmo uma espécie de mitologia em torno de Vargas.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Q909033 História
Existem momentos na história de grupos sociais e de nações em que a busca do moderno ganha intensidade particular, exprimindo-se a partir de projetos que podem ter a face de planos econômicos e reformas políticas ou de propostas de renovação artística. [...] No Brasil, o Modernismo instaurou-se como um desses grandes movimentos culturais. Esse movimento tão importante emerge no contexto:
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Q909031 História

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: http://caetanocompleto.blogspot.com.br/2012/07/1969-tropicalia-ou-panis-et-circensis.html.)
Ao lado de Gilberto Gil, Tom Zé e Torquato Neto, Caetano Veloso lançou as bases do movimento tropicalista. Sobre este movimento é correto afirmar que:
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Q909030 História

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra43451/declaracao-universal-dos-direitos-do-homem.)
No decorrer da Ditadura Militar no Brasil houve o desenvolvimento de uma arte, uma forma de expressão revolucionária, exemplificada, entre outros fatores, pela criação do CPC – Centro Popular de Cultura, ligado à UNE (União Nacional dos Estudantes). Essa cultura era conhecida em alguns meios como:
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Q909029 História
Uma grave crise que atingiu o país devido a um conjunto de razões, tais como:
– A dissolução da Assembleia Constituinte. – O déficit da balança comercial, quando os gastos com as importações foram maiores que os gastos com as exportações. – A queda no preço dos produtos primários, como algodão, couro, cacau e fumo, vítimas da concorrência mundial. – A emissão desenfreada de moedas de cobre, ocasionando aumento generalizado dos preços de alimentos e aluguéis. – Os pedidos de empréstimo aos banqueiros ingleses e a decretação da falência do Banco do Brasil. – A insuficiência das rendas obtidas pelo governo por causa da taxa de apenas 15% cobrada dos produtos importados desde 1810.
(Disponível em: http://www.ufjf.br/economia/files/2008/08/apresentacoes_FEB.pdf.)
Todos os itens anteriormente relacionados referem-se especificamente ao contexto:
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Q909028 História
“O século XVIII foi um período de intensos conflitos e negociações no espaço colonial entre as imposições de um Estado em processo de afirmação frente às formas tradicionais de organização e de repartição do poder na sociedade, o que se verifica, já nos primórdios do século, na guerra dos mascates em Pernambuco e nos diversos levantes na região das minas; é um momento em que as autoridades e grupos dominantes da sociedade colonial percebem com mais clareza as especificidades da população colonial desprivilegiada [...], mas é também o século da ilustração europeia e do avanço da noção de ‘soberania dos povos’, que se verificou, ainda que de forma mais acanhada, no espaço colonial.”
(Disponível em: http://encontro2008.rj.anpuh.org/resources/content/anais/1212979261_ARQUIVO_OConceitoPoliticodePovonoseculoXVIII Lusoanpuh.pdf.)
Entre as especificidades características da população colonial mais desprivilegiada a que se refere o enunciado, podemos apontar:
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Q909027 História

A imagem e o trecho a seguir contextualizam a questão. Leia-os atentamente.


Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: http://www.mariapreta.org/2011/08/festa-da-irmandade-da-boa-morte-em.htm.)
“Considerada patrimônio imaterial da Bahia desde 2010, a Festa da Boa Morte é uma das maiores manifestações culturais do Recôncavo Baiano, passada de mãe para filha por 23 mulheres negras. Para fazer parte da Irmandade, as irmãs precisam ter mais de 50 anos e serem descendentes de africanos. O culto à Nossa Senhora foi difundido pelo mundo ocidental, desde o século IX, através da expansão católica. As festividades têm forte tradição portuguesa, mas sofreram influência do catolicismo afro-brasileiro.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/bahia/noticia/patrimonio-imaterial-da-bahia-festa-da-boa-morte-tem-programacao-ate-quinta-feira-nacidade-de-cachoeira.ghtml.)
Entre as irmandades criadas no Brasil, está também a de São Benedito. No passado, no contexto da escravidão no Brasil, é correto afirmar que as irmandades
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Q909026 História
Entre as décadas de 1960 e 1980, praticamente todos os países da América Latina passaram por experiências autoritárias, ditatoriais ou não, apoiadas pelos EUA, que se afirmaram politicamente com o discurso de repressão ao comunismo e manutenção da ordem social, política e econômica. Os governos militares puseram na clandestinidade o movimento operário, partidos socialistas, o movimento estudantil e toda forma de manifestação contrária à ordem vigente. Mesmo assim, movimentos esquerdistas surgiram em todo o continente, dentre os quais podemos destacar:
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Q909025 História
Em 2018, a decretação do AI-5 (Ato Institucional número 5) completa 50 anos. Baixado em 13 de dezembro de 1968, assinado pelo general-presidente Arthur da Costa e Silva, o AI-5 fazia parte de uma estratégia da chamada “linha dura” do regime militar que se encontrava descontente com os rumos da política brasileira. Composto por 12 artigos que instauraram um regime de exceção ainda mais violento do que aquele que estava em vigor. A instauração do AI5 trouxe desdobramentos muito fortes no país, entre eles:
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Q909024 História
“O termo ‘donatário’ era utilizado para designar os particulares que recebiam uma doação régia da coroa. O sistema das donatarias foi utilizado a partir do século XV com a expansão ultramarina portuguesa, como forma de evitar despesas na administração das conquistas para o tesouro régio. As conquistas ultramarinas, notadamente os arquipélagos atlânticos, Angola e Brasil, foram concedidos a particulares portugueses, em forma de donatarias, durante os séculos XV e XVI, com o intuito de assegurar as regiões conquistadas e promover o desenvolvimento das capitanias e a expansão da fé católica."
(Disponível em: https://edittip.net/2014/02/04/donatarios/.)
Dentre os direitos dos donatários podemos destacar:
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Q909023 História
“Sevilha, no século XVI, suscitou a admiração dos seus habitantes e dos estrangeiros, os elogios inflamados de poetas e de humanistas locais, de viajantes e de artistas nascidos no seu solo ou vindos de países longínquos. Assim, muito antes de o historiador francês Fernand Braudel ter afirmado que em Sevilha, no século XVI, é que pulsara o coração do mundo, muito dos que viveram então na cidade tinham já compreendido a importância que ela adquirira no contexto espanhol e universal.” O comércio e a navegação entre a Espanha e suas colônias, no contexto mercantilista das Grandes Navegações e colonização da América,
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Q909021 História
“[...] Eis uma característica, incipiente na época, mas que se intensificará no decorrer da Era Moderna: o desrespeito às diferenças e à cultura dos outros povos. [...] A imposição de dogmas religiosos – e, hoje, acrescentaríamos, científicos – como forma de dominar e subjugar povos estranhos é, com certeza, algo marcante na história.”
(Carvalho, S/D, p. 57.)
O texto analisado à vista do contexto da apropriação da América pelos europeus reflete de certa forma:
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Q881556 História

Documento I


      Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.

A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.


Documento II


      Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.

Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.


Documento III


      Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.

Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.

Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.


A política econômica instituída pelo regime militar manteve o Estado como condutor do desenvolvimento econômico, reduzindo a concentração de renda e as desigualdades sociais.

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Q881555 História

Documento I


      Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.

A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.


Documento II


      Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.

Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.


Documento III


      Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.

Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.

Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.


Quando João Goulart afirmou, em seu discurso, que dispunha de apoio militar, ele se referia a grupos das Forças Armadas favoráveis ao seu projeto de reforma do Brasil por meio das reformas de base, demonstrando que, às vésperas do Golpe de 1964, havia uma clara cisão na instituição.

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Q881554 História

Documento I


      Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.

A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.


Documento II


      Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.

Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.


Documento III


      Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.

Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.

Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.


As adversidades políticas mencionadas por Juscelino Kubitschek em seu discurso estiveram presentes desde sua candidatura e posse e foram motivadas pela oposição, para quem JK e o vice-presidente João Goulart representavam a continuidade da política nacional-desenvolvimentista de Vargas.

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Q881553 História

Documento I


      Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.

A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.


Documento II


      Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.

Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.


Documento III


      Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.

Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.

Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.


O suicídio de Getúlio Vargas adiou a ditadura militar de 1964, pois a comoção nacional resultante de seu ato impediu que chegassem ao poder as forças políticas que eram contrárias ao trabalhismo e conspiravam pela queda do presidente.

Alternativas
Q881552 História

Documento I


      Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.

A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.


Documento II


      Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.

Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.


Documento III


      Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.

Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.

Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.


Na carta-testamento de Getúlio Vargas, os termos ódio, infâmia e calúnia aludem à crise de agosto de 1954, que, apesar das boas relações do presidente com o Congresso Nacional, foi fomentada pelas acusações de envolvimento da família e da guarda de Vargas em crimes de corrupção e assassinato.

Alternativas
Q881551 História

No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.


A denominada Revolução de 1930 teve como resultados o rompimento com o modelo econômico e as práticas de trabalho liberais da Primeira República, a ampliação da participação do Estado na economia e a instituição de políticas sociais.

Alternativas
Respostas
9061: C
9062: A
9063: D
9064: B
9065: D
9066: C
9067: A
9068: D
9069: B
9070: C
9071: B
9072: C
9073: A
9074: A
9075: E
9076: C
9077: C
9078: C
9079: E
9080: C