Questões de Concurso
Sobre história para professor - história
Foram encontradas 10.781 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Sobre esta visão mecânica de mundo e sua relação com a Revolução Industrial, o autor avalia que a fábrica passou a ser um local de aplicabilidade das chamadas “ciências da natureza”. Esta aplicação seria percebida na ideia de que a fábrica seria o local para se utilizar as forças da natureza a serviço do(da)
Este simbolismo barroco, festivo e moderno no mundo colonial português no Brasil objetivava simbolicamente relacionar e unir dois mundos, a saber o de
“Maria Antonieta, a filha mais nova da imperatriz Maria Teresa não se caracterizava pelo calor humano (...) De acordo com o lema “Deixa que os outros façam a guerra, tu feliz Áustria, casa-te”, a pequena Maria Antonia Josephe Johana, a quem todos chamavam de Antoinette, viveu luxuosamente com sua família austríaca e mais ainda depois do casamento com o monarca absolutista francês Luís XVI. Bela, caprichosa e atrevida, sua situação mudou em 14 de julho de 1789, quando o povo de Paris assaltou a fortaleza da Bastilha, símbolo do absolutismo monárquico, mas também ponto estratégico de repressão de Luís XVI, pois os seus canhões estavam apontados para os bairros operários. O povo passava fome, e Maria Antonieta tentava convencer o marido a fugir. Neste tempo surgiu uma anedota segundo a qual a rainha teria perguntado ao seu cocheiro durante um passeio por que havia tanta gente na rua em filas, o cocheiro teria respondido que eles esperavam pelo pão, que desaparecera do mercado. Ao que Antonieta interviu dizendo que se não havia pão que o povo comesse brioches...” (Texto adaptado de Helge Hesse. A história do mundo em 50 frases. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012).
No trecho acima, a anedota – sendo verdadeira ou não – demonstra uma situação real e limítrofe de carência e pobreza que acabou por explodir em uma Revolução que destruiu o sistema absolutista francês em 1789. A imagem da jovem rainha austríaca na corte francesa demonstra bem este limite, que pode ser percebido porque esta rainha simbolizava o(a)
“A classe senhorial estava longe de ser homogênea: os nobres não eram todos socialmente iguais, nem podiam explorar o trabalho dos outros da mesma forma. Intricadamente misturadas umas com as outras e confundidas nas mentes de seus contemporâneos, havia, no entanto, três formas distintas de exploração senhorial: o senhorio doméstico, o senhorio da terra e o senhorio dos direitos da exploração da terra. Quanto mais fortes os senhores, mais destes direitos tinham. Todos eles, todavia, baseavam-se na fixação de seus trabalhadores nas suas terras, na exploração de seu trabalho e na implementação de pagamentos de tributos”. (Texto adaptado de Georges Duby. Guerreiros e camponeses nos primórdios do crescimento Europeu. Lisboa: Editorial Estampa, 1980, pp. 190-193).
O mundo senhorial feudal acima descrito – em que pese suas diferenças – é caracterizado por uma relação elementar de poder baseada no trabalho
Entre os significados comumente atribuídos ao conceito de revolução como novidade, começo e violência, e a noção de irresistibilidade conforme apresentado por Hannah Arendt, podemos entender como correta:
I- O ato institucional era o modo como os governos militares executavam suas ordens sem a necessidade de consultar o congresso nacional, este ato instaurou a censura e possibilitou a perseguição aos opositores. II- Outra proibição do AI-5 é relativa às reuniões públicas, já que no ano de 1968 a oposição ao regime militar tornou-se mais visível devido aos movimentos como a passeata dos cem mil e as produções culturais que questionavam a ditadura. III- O AI-5 é conhecido como um dos motivos para o acirramento dos embates entre o regime militar e a oposição, que por não poder propor atos públicos enveredou-se pela clandestinidade ao optar pela luta armada. IV- A revogação dos atos institucionais aconteceu somente em 1978, quando Ernesto Geisel promulga a emenda constitucional que punha fim no Al-5 e demais atos. Esta emenda entrou em vigor no ano de 1979, que ficou conhecido como o ano da anistia.
Estão corretas as afirmativas:
Ao observar a imagem destacada, vemos uma das primeiras representações da proclamação da independência do Brasil. Diferentemente da obra mais famosa sobre o evento, a de Pedro Américo (1888), esta pintura de Moreaux foi feita pouco mais de duas décadas após a independência do país, e retrata D. Pedro I como uma figura popular. Com base na análise da imagem e nos estudos sobre Independência do Brasil, assinale a alternativa correta.
Sobre a Grécia antiga é correto afirmar:
Marshal Berman refere-se neste extrato ao conceito:
A afirmação histórica do bispo Adalberão justifica:
Sobre a política dos cercamentos:
A Decadência Oligárquica – Ditadura e Democracia
De que maneira a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial acabou por inviabilizar a manutenção da Ditadura Vargas.
As revoluções burguesas.
A palavra revolução encontra empregos correntes para designar alterações contínuas ou súbitas que ocorrem na natureza ou na cultura. No essencial, porém, há pouca confusão quanto ao seu significado central: mesmo na linguagem de senso comum, sabe-se que a palavra se aplica para designar mudanças drásticas e violentas da estrutura da sociedade. Daí o contraste frequente de “mudança gradual” e “mudança revolucionária”, que sublinha o teor da revolução como uma mudança que “mexe nas estruturas”, que subverte a ordem social imperante na sociedade. [...] A revolução constitui uma realidade histórica; a contrarrevolução é sempre o seu contrário... aquilo que impede ou adultera a revolução. Fernandes, Florestan. O que é revolução. São Paulo: Brasiliense, 1984. P.7-9.
Assinale a opção abaixo que indica de forma correta, os movimentos revolucionários que foram o ponto de partida para as Revoluções Burguesas