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1. Há notícias da presença de português no litoral catarinense desde as primeiras décadas do século XVI, porém, somente na segunda metade do século XVII os vicentistas tomaram iniciativas de povoamento na região.
2. Francisco Dias Velho, acompanhado por familiares, agregados e escravos, chegou na década de 1670, quando requisitou terras na Ilha e fundou o povoado de Nossa Senhora do Desterro.
3. Domingos de Brito Peixoto, nas décadas de 1670 e 1680, persistiu na tentativa de estabelecer um núcleo populacional definitivo na região de Laguna.
4. Passo decisivo para o povoamento do território catarinense foi dado com a criação da Capitania de Santa Catarina, com a desvinculação da região da jurisdição da Província do Paraná.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. As sociedades egípcia e mesopotâmica da antiguidade se desenvolveram em regiões nas quais os rios existentes facilitavam o desenvolvimento agrário.
2. No Egito, o caráter divino dos Faraós deu origem a uma sociedade pouco hierarquizada, facilitando a mobilidade social.
3. Na sociedade mesopotâmica da antiguidade o soberano centralizava o poder militar, político e religioso.
4. Na antiga mesopotâmia a sociedade era dividida em castas e não havia mobilidade social.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
I. A Revolta da Cachaça foi motivada pelo aumento de impostos excessivos cobrados aos fabricantes de aguardente.
II. Raimundo Padilha governava o Rio de Janeiro em 1660, quando se deu a revolta.
III. A Revolta da Cachaça também é chamada de Revolta do Barbalho ou Bernarda.
I. A Idade Média é também chamada de Idade das Trevas, devido à ausência de produção de conhecimentos que contribuíssem para a cultura nesse período.
II. A Cultura Medieval é caracterizada pela influência da Igreja Católica sobre as culturas greco-romanas e germânicas durante a Idade Média.
III. Grande parte da população medieval era alfabetizada, com farto acesso aos livros, tendo a educação dentro da Cultura Medieval desenvolvida com base nos ensinamentos estritamente científicos.
I. O período Homérico corresponde ao apogeu e à decadência da civilização cretense, que se desenvolveu em Creta, a maior ilha do Mar Egeu.
II. O termo Antiguidade Clássica refere-se a um longo período da História da Europa que se estende aproximadamente do século VIII a.C., com o surgimento da poesia grega de Homero, à queda do Império romano do ocidente no século V d.C., mais precisamente no ano 476.
III. A partir das invasões dórias teve início um período Homérico, porque o conhecimento que se tem da sociedade grega da época se deve, em grande parte, a dois poemas – a Ilíada e a Odisseia -, atribuídos a Homero.
I. Dados quantitativos precisos acerca do comércio de escravos são importantes para que se possa determinar o impacto dessa atividade predatória sobre as sociedades africanas e suas consequências para o subdesenvolvimento do continente na contemporaneidade.
II. As especulações acerca do número de pessoas que foram escravizadas levam sempre a estimativas muito exageradas com intuito de vitimizar a história africana.
III. O Brasil é o país que menos recebeu africanos escravizados, se comparado com outras nações de passado escravocrata.
I. O encontro entre europeus e os habitantes da África Ocidental, a partir do século XV, não foi exatamente novidade, uma vez que as rotas transaarianas já conectavam o Mediterrâneo a esta região.
II. As relações entre povos africanos e europeus no período pré-colonial não eram pautadas pela dominação europeia, como iria acontecer mais tarde no período colonial.
III. Com a abertura comercial que se seguiu a ao encontro com os europeus, os africanos teriam sido forçados a vender o único bem de valor que eles tinham - seus próprios irmãos.
I. A Inconfidência Mineira foi uma conspiração política organizada por profissionais liberais, militares e membros da elite econômico-social da Capitania de Minas Gerais no fim da década de 1780 – época em que o Brasil ainda era colônia francesa.
II. Os inconfidentes tinham como principal intenção retirar do poder local o governador Visconde de Barbacena, o que configurava uma afronta à autoridade do Império Português da Capitania de Minas gerais.
III. O ideário político de conteúdo liberal da Inconfidência Mineira apresentava a manutenção do regime de trabalho escravo como uma de suas contradições.
I. A pintura pode ser vista como fonte não apenas da pesquisa – acadêmica –, mas também do ensino de História, pois ela compõe um discurso sobre o seu tempo.
II. A imagem não reproduz a realidade – ela a representa a partir de uma linguagem própria ligada a um determinado contexto histórico.
III. O acervo artístico museológico deve ser compreendido como coisa estática e definida, pois a sua razão de ser resume-se à sua antiguidade e à sua preciosidade.
I. O ensino de História contribui para o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo apenas pelo conteúdo formativo do saber histórico, independente da metodologia adotada.
II. Práticas educativas apoiadas em metodologias implicativas que apelem à participação ativa do aluno como sujeito que aprende contribuem para o desenvolvimento do raciocínio crítico e da autonomia pessoal do aluno, que são componentes essenciais da educação cívica.
III. A metodologia e os recursos usados no ensino de História devem possibilitar, ou melhor, levar o aluno a perceber que a História é social, dá-se coletivamente, é produção humana, e que o professor é o mediador no processo de elaboração conceitual do educando.
I. A seleção de conteúdo pode ser compreendida como um processo totalmente dependente do professor, presente na observação do docente sobre as práticas cotidianas.
II. A seleção de conteúdo pode ser compreendida como um processo totalmente independente do professor, pois advém integralmente dos documentos curriculares oficiais.
III. A seleção de conteúdo pode ser compreendida como um processo que se desenvolve na tensão entre diferentes níveis, processo em que se localiza uma dimensão que, em boa medida, independe do professor, advinda dos documentos curriculares oficiais, e uma outra que está presente nas práticas cotidianas.
(BRAICK, Patrícia Ramos; Mota, Myriam Becho. História: Das cavernas ao terceiro milênio. 2. ed. São Paulo: Editora Moderna, 2010. p. 102.)
Com base nessa informação, conclui-se que, em Atenas, no período de Péricles:
A grande Revolução Francesa, como outras revoluções burguesas do século XVIII, refletiu as ideias dos filósofos iluministas. Dentre as características a seguir relacionadas, assinale a alternativa que apresenta a base do Iluminismo.
É CORRETO afirmar que o texto se refere a: