Questões de Concurso
Sobre noções de informática
Foram encontradas 75.666 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o recurso do navegador que atende a essa finalidade.
Com base nas regras de nomenclatura do Windows 11, assinale a alternativa que apresenta um nome de pasta INVÁLIDO.
Em relação a isso, qual função deve ser utilizada para calcular corretamente o total de valores registrados nesse intervalo?
(1ª parte). O Word permite substituir um arquivo existente ao salvá-lo com o mesmo nome no mesmo local.
(2ª parte). Ao salvar um documento pela primeira vez, o usuário precisa escolher o local e o nome do arquivo.
(3ª parte). O atalho Ctrl + S permite criar uma cópia do documento com outro nome ou em outro local.
Pode-se afirmar que:
I. O uso de estilos facilita a criação de sumários.
II. Estilos são exclusivos para títulos e não podem ser aplicados a parágrafos comuns de um documento.
III. Cada documento pode conter apenas um único estilo definido pelo usuário.
Está CORRETO o que se afirma em:
(1a parte) Os navegadores de Internet são hardwares usados para acessar, interpretar e exibir páginas da Web, como ocorre com o Internet Explorer e o Mozilla Firefox.
(2a parte) A navegação em modo privativo (ou anônimo) impede o armazenamento local do histórico de navegação e de cookies após o encerramento da sessão.
Pode-se afirmar que:
I. O sistema operacional é um tipo de hardware essencial ao funcionamento do computador.
II. Dispositivos de armazenamento, como HD e SSD, são classificados como hardware.
III. A memoria RAM é um tipo de software utilizado para armazenar arquivos.
Está CORRETO o que se afirma em:
Durante a formatação de um documento no Microsoft Word, um usuário realizou ajustes relacionados à configuração de margens, recurso fundamental para a organização do conteúdo na página e adequação do documento para diferentes finalidades. Com base nesse recurso, analise as partes que seguem:
(1a parte). A alteração das margens de um documento modifica o espaço dísponíve/para o conteúdo na página.
(2a parte). O Word permite configurar margens espelhadas, utilizadas com frequência em documentos destinados à impressão frente e verso.
(3a parte). As margens podem ser alteradas apenas no momento da impressão.
Pode-se afirmar que:
(1ª parte). Cookies podem ser utilizados tanto para funcionalidades legítimas do site quanto para fins de rastreamento comportamental.
(2ª parte). A desativação de cookies não afeta o funcionamento de sessões autenticadas em sites que exigem login.
(3ª parte). O navegador pode ser configurado para bloquear ou limitar o uso de cookies por sites.
Pode-se afirmar que:
Torcedor vira operador de mídias, e o consumo de esportes muda para sempre
Aline SordiliColunista do UOL 01/04/2026 05h30
1 Durante décadas, a indústria esportiva funcionou em um modelo relativamente estável: a partida em campo, a
transmissão empacotada para a TV e o público como audiência passiva. Mas esse arranjo deixou de ser
suficiente. Nesta terceira e última coluna-reportagem sobre esportes, mídia e IA, o espectador — ou fã —
surge como peça central e operador da experiência da competição.
2 A audiência escolhe tela, ângulo, ritmo, contexto, comunidade, estatística e até a camada de informação que
deseja consumir. O esporte, nessa nova configuração, deixa de ser apenas um evento e vira interface. E a
mídia esportiva, cada vez menos um canal linear de distribuição, torna-se um sistema navegável de dados,
vídeo, conversa e participação.
3 Esse movimento se sustenta em três eixos. O primeiro é o das interfaces de controle da experiência:
multiview, segunda tela, streaming personalizado, streaming interativo e realidade aumentada.
O segundo é o da arquitetura da jornada do fã, que passa a ocorrer em múltiplas plataformas, com conteúdo
vertical, creators e comunidades, antes, durante e depois do apito final.
4 O terceiro é o da economia do fandom, em que o valor deixa de estar apenas no alcance bruto e passa a se
estender à intensidade do vínculo, à recorrência da atenção e à disposição para agir — seja para comprar,
comentar, compartilhar ou se identificar com uma marca.
5 A mudança fica evidente quando se olha para a atuação da Fifa na Copa do Mundo do Qatar de 2022. Durante
o torneio, a entidade lançou o Fifa+, que virou o "companheiro digital" do evento, com clipes de melhores
momentos poucos minutos após o apito final, estatísticas oficiais em tempo real e cobertura editorial direta
dos estádios e das fan fests. A plataforma permitia personalização, com escolha de time preferido, notificações
e replays em língua de sinais.
O ponto mais relevante, no entanto, foi a Fifa+ Stadium Experience, uma experiência de segunda tela com
realidade aumentada dentro do estádio. Pelo aplicativo, o torcedor podia apontar o celular para o gramado e
visualizar, em tempo real, overlays com estatísticas dos jogadores, mapas de calor, velocidade, alinhamentos
táticos, replays de múltiplos ângulos e decisões do VAR.
O torcedor na arquibancada passou a acessar, ali mesmo, uma camada de leitura do jogo antes restrita à
transmissão e aos analistas. Para quem estava em casa, um aplicativo de realidade aumentada transformava a
sala de estar em um centro de dados 3D, onde o fã interagia com tabelas de estatísticas e informações ao
redor do ambiente.
6 A Fifa forneceu ainda às emissoras parceiras serviços de multiângulo, estatísticas sincronizadas, clipes near-live
e gráficos interativos para seus próprios aplicativos. O resultado é uma mudança que deixa de empurrar uma
narrativa única para todos e passa a oferecer uma infraestrutura capaz de sustentar experiências sob
demanda, imersivas e moduladas pelo próprio usuário.
(...)
7 O esporte vende narrativa, identidade e pertencimento. E a indústria que entender isso definirá o próximo ciclo
da economia esportiva. Para isso, será preciso medir intensidade emocional em vez de impressões brutas,
desenhar interfaces em vez de grades lineares e tratar o torcedor como operador, e não apenas como
espectador.
Extraído de: https://economia.uol.com.br/colunas/aline-sordili/2026/04/01/torcedor-vira-operador-de-midias-e-o-consumo-de-esportesmuda-para-sempre.htm