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Sobre farmácia
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I. O laboratório deve assegurar que seus resultados de medição sejam rastreáveis ao Sistema Internacional de Unidades (SI).
II. O laboratório deve manter os dados de rastreabilidade metrológica por no mínimo 3 anos.
III. A tendência de um equipamento calibrado não precisa ser considerada para difundir a rastreabilidade metrológica aos resultados de medição.
IV. Laboratórios que realizam alguma etapa da cadeia de rastreabilidade precisam fornecer evidência de sua competência técnica.
V. BIPM, OIML, ILAC e INMETRO emitem a Declaração Conjunta sobre Rastreabilidade Metrológica que traz orientações específicas sobre quando há necessidade de se demonstrar a aceitabilidade internacional da cadeia de rastreabilidade metrológica.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
A proporção de ligação da substância a proteínas plasmáticas (%) foi calculada como 100% x (1- Concentração(lado do tampão)/Concentração(lado do plasma) ) e os resultados encontram-se na tabela abaixo.

Observe as afirmativas a seguir, em relação à determinação in vitro da ligação do 25a a proteínas plasmáticas:
I – O valor médio de ligação a proteínas plasmáticas do 25a no plasma humano e de rato foi de 38,8% – 44,1% e 61,4% – 64,5%, respectivamente, indicando uma ligeira diferença entre as espécies, enquanto a ligação a proteínas plasmáticas do 25a em ambas as matrizes de plasma foi relativamente baixa a moderada em comparação com a substância utilizada como composto de referência (varfarina) (98,5%).
II – Considerando que a ligação a proteínas plasmáticas do 25a em plasma humano foi relativamente baixa, esse resultado indica que a droga é pouco eficiente em atravessar as membranas celulares ou se difundir.
III – A ligação a proteínas plasmáticas em cada nível de concentração não mostrou diferenças significativas (p > 0,05, teste t de Student), indicando que a ligação do 25a com as proteínas plasmáticas independe da concentração.
Das afirmativas acima, apenas:
I. Devem-se utilizar colunas de troca catiônica para a determinação do valor de log P.
II. Deve ser feita uma calibração com substâncias com valor de log P conhecido, utilizando-se valores de retenção na coluna cromatográfica para a determinação do log P.
III. O coeficiente de correlação entre os valores de log P de substâncias conhecidas e a retenção deve ser no mínimo 0,99 para considerar o ensaio valido.
IV. O ideal é a determinação do valor de log P por interpolação aos valores dos padrões.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
Analisando esses dados, a alternativa errada sobre os metabolitos formados é

Superior à esquerda: efeito sobre a biodisponibilidade de um marcador para CYP1A2; superior à direita: efeito sobre a biodisponibilidade de marcador do CYP2E1; inferior: efeito sobre a biodisponibilidade de marcador da isoforma CYP3A1. Grupo controle identificado com triangulo e grupo tratado com o produto natural identificado com losango. Observando esses resultados pode-se concluir que:

Observando esses resultados pode-se concluir que:
*Nessa condição a atividade flavina monoxigenase (fmo) foi inativada.
Avalie as afirmativas abaixo:
I. Pode-se observar claramente que a substância estudada é pouco biotransformada por enzimas fase 2 em todas as espécies.
II. A inativação da fmo afeta radicalmente a taxa de biotransformação em todas as espécies.
III. Esses resultados indicam uma maior estabilidade metabólica no homem em relação às demais espécies.
Das afirmativas acima:

Observe as afirmativas abaixo sobre a tabela.
I. 1 e 2 exibiram excelente estabilidade plasmática e boa estabilidade microssomal, prevendo uma biodisponibilidade amplamente favorável em ambas as espécies.
II. Os análogos 1 e 2 apresentaram baixa solubilidade aquosa, com alta permeabilidade, pois a solubilidade necessária é inversamente proporcional à permeabilidade.
III. Os valores indicados mostram que ambas são metabolizadas rapidamente por amidases.
Das afirmativas acima:

I. As vias metabólicas propostas para a imigliptina em ratos detectados após administração oral de imigliptina são 7 metabólitos de fase I e 4 metabólitos de fase II.
II. Os metabólitos da imigliptina foram N-dealquilação, N-acetilação, oxidação de grupamento alquila, oxidação de amina e formação de glucuronídeo.
III. Na amostra de plasma, M1 e M2 são metabólitos resultantes da acetilação e hidroxilação, respectivamente.
Das afirmativas acima:
I. A precisão nas medidas de massa e informações valiosas sobre fragmentação fornecidas pela espectrometria de massa de alta resolução (HR-MS) contribuem significativamente para a caracterização do metabólito.
II. A identificação de metabólitos em humanos e ratos deve ser investigada na fase inicial do desenvolvimento do medicamento para avaliação da biodisponibilidade.
III. A cromatografia líquida de ultra eficiência/espectrometria de massa de tempo de voo quadrupolo (UHPLC/Q-TOF MS) pode ser utilizada para rastrear e caracterizar os metabólitos em plasma, urina e fezes de humanos e de ratos.
Das afirmativas acima:

Observe as afirmativas a seguir sobre o metabolismo de fármacos.
I. BH é o composto original de todos os seus metabólitos, e, como os metabólitos derivam do BH, as características espectrais de massa dos metabólitos apresentam altas correlações com as do BH.
II. O fragmento mais abundante, o íon em m/z 179,0943, foi produzido pela perda de um radical metila e da 3’-bromo benzeno.
III. O pico do íon molecular protonado de BH no modo positivo ESI foi m/z 350,0571 (C17H19O2N 81Br).
Das afirmativas acima:

* AUC0–t (AUC0–inf), área sob as concentrações do analito versus curva de tempo do tempo 0 ao t h (inf); Tmáx, tempo de concentração máxima; T1/2, meia-vida de eliminação; Cmáx, concentração máxima; CL, clearence; Vd, volume aparente de distribuição; F (%), biodisponibilidade absoluta.

Cmax (pico da concentração plasmática máxima), Tmáx (o tempo para atingir o pico de concentração); AUC(0–t) (área sob a curva desde o tempo zero até o último ponto de amostragem); AUC(0–∞) (área sob a curva do tempo zero ao infinito); MRT (tempo médio de residência); T1/2Z (tempo de meia vida de eliminação); VZ (volume de distribuição aparente); F (biodisponibilidade).
Observe as afirmativas abaixo sobre os gráficos e tabela:
I. Para todos os perfis concentração-tempo no estudo, a proporção de AUC(0–t) para AUC(0–∞) foi superior a 90%.
II. Os perfis farmacocinéticos após a administração intravenosa na dose de 2,5, 5 e 10 mg/kg mostrou meia-vida de eliminação média semelhante (T1/2 de 0,6~0,7 h), tempo médio de residência (MRT de 0,6~0,80 h), volume de distribuição (Vd de 5~7 L/kg) e depuração sistêmica (CL de 5,6~9 L/kg/h), que não apresentaram diferenças entre os diferentes níveis de dose (p > 0,05).
III. A biodisponibilidade absoluta do fitoterápico após dose única (20 mg/kg) foi de cerca de 10± 2%, indicando boa absorção do fitoterápico em ratos.
Das afirmativas acima:

Observe as afirmativas abaixo sobre o gráfico acima: fração não ligada do inibidor (0,1, 1 e 10 μM) no plasma no tempo de equilíbrio de 2, 4, 6, 16 e 24 h.
I. A fração não ligada do inibidor no plasma pode ser determinada por diálise de equilíbrio.
II. O tempo de equilíbrio otimizado da fração não ligada do inibidor no plasma é de 6 h.
III. O inibidor ligou pouco às proteínas plasmáticas.
Das afirmativas acima: