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Por ser realizado totalmente na costa brasileira, o transporte de cabotagem não acarreta riscos de contaminação por seres vivos e materiais transportados de outras localidades.
A integração do transporte por cabotagem a outros modais de transportes otimiza recursos e traz benefícios ambientais
Minério de ferro e grãos agrícolas respondem majoritariamente pelo transporte de granel sólido no Brasil.
O granel líquido representa pequena parte da carga total transportada por cabotagem no Brasil.
Os efeitos sobre a biodiversidade causados pelo transporte aquaviário são significativos para pequenos organismos, mas desprezíveis para mamíferos aquáticos.
No combate às incrustações, tem-se utilizado tinta anti-incrustante sem efeito tóxico para o meio ambiente, desde o início do século passado.
As populações de mexilhão-dourado conseguem crescer e se multiplicar porque não servem de alimento para peixes locais.
Por ser espécie invasora, o mexilhão-dourado tem causado problemas socioeconômicos.
A discussão sobre a água de lastro deve ocorrer apenas no âmbito da capitania dos portos, visto que tal assunto diz respeito à estabilidade das embarcações.
O transporte aquaviário não está associado à promoção de incremento na taxa de invasões biológicas, visto que estas constituem em fenômeno natural, o qual, inclusive, já foi cientificamente conceituado.
Em algumas situações, o incremento do transporte aquaviário resulta em externalidades positivas sobre a biodiversidade terrestre.
O setor responsável pela geração de hidreletricidade perdeu a hegemonia histórica de poder decisório na gestão de recursos hídricos, sobretudo com o estabelecimento do Comitê de Bacia Hidrográfica.
Em períodos de estiagem, o uso da água para a geração de energia hidrelétrica pode conflitar com o uso para irrigação, por áreas localizadas a jusante da barragem.
A geração de energia por hidreletricidade é uma modalidade de uso consuntivo de água.
No que se refere às políticas de redução das emissões de gases de efeito estufa, a aplicação do princípio da adicionalidade a usinas hidrelétricas em substituição a termelétricas avalia a contribuição específica do empreendimento para o balanço geral das emissões de gases de efeito estufa, comparando-se a situação futura com o empreendimento e sem o empreendimento.
Usinas hidrelétricas em cujos lagos haja árvores submersas não liberam gases causadores de efeito estufa.
Barragens podem isolar as populações localizadas tanto acima quanto abaixo delas.
O enchimento e a formação de lagos mantém as barreiras à dispersão de populações de espécies aquáticas localizadas a montante da barragem que impedem a colonização de novos braços ou tributários do rio.
A construção de barragens favorece o aumento de vetores de doenças.
Nos reservatórios, pode-se observar, no período noturno, a elevação da temperatura do ar na superfície imediatamente acima do corpo de água.