Questões de Concurso
Sobre relação entre indivíduo e sociedade em sociologia
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1. Racionalidade formal. 2. Racionalidade substantiva. 3. Racionalidade meio finalística. 4. Racionalidade quanto aos valores.
( ) Está relacionada com as formas metódicas e calculistas do sistema jurídico e econômico das sociedades modernas.
( ) Caracteriza-se pela tomada de decisão associada aos sentimentos.
( ) Ocorre quando há o cálculo de meios a serem tomados para que um objetivo seja alcançado.
( ) É relativa ao conteúdo dos fins operacionais dos sistemas legal, econômico e administrativo.
A sequência está correta em
Considerando as definições de Max Weber sobre a ação social, analise as afirmativas a seguir.
I. A ação social (incluindo omissão ou tolerância) orienta-se pelo comportamento de outros, seja este passado, presente ou esperado como futuro (vingança por ataques anteriores).
II. A ação social não é idêntica nem a uma ação homogênea de várias pessoas, nem a qualquer ação influenciada pelo comportamento de outros.
III. A tentativa de desvio entre dois ciclistas é um simples acontecimento não podendo ser considerada ação social.
IV. A ação social como toda ação pode ser determinada de modo racional referente a fins, ou de modo racional referente a tradição.
Está correto o que se afirma em
I - os espaços vazios constituem-se nos espaços ocupados pelas pessoas e pelas instituições sociais.
II - os pontos representam as conexões, e também os vínculos que são rompidos.
III- as linhas representam as teias, ou seja, as relações sociais que são estabelecidas com as instâncias sociais.
Antagonismos de economia e de cultura. A cultura europeia e a indígena. A europeia e a africana. A africana e a indígena. A economia agrária e a pastoril. A agrária e a mineira. O católico e o herege. O jesuíta e o fazendeiro. O bandeirante e o senhor de engenho. O paulista e o emboaba. O pernambucano e o mascate. O grande proprietário e o pária. O bacharel e o analfabeto. Mas predominando sobre todos os antagonismos, o mais geral e o mais profundo: o senhor e o escravo. (FREYRE, 1999, p. 53)
FREYRE, G. Casa-grande & senzala. Rio de Janeiro: Record, 1999.
Apesar da grande repercussão de sua interpretação, que eliminou o biologicismo do racismo científico em favor de uma leitura culturalista das relações raciais no Brasil, sua obra foi alvo de muitas críticas.
A tese central de sua interpretação sociológica da formação social brasileira e uma crítica fundamental ao seu pensamento podem ser resumidas, respectivamente, pelas ideias de
DURKHEIM, E. Emile Durkheim. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores).
Sobre esse assunto, é correto afirmar que, para Durkheim,
Valorização da própria segurança, busca por poder econômico e social e desejo de aproveitar mais os prazeres da vida estão entre as prioridades dos brasileiros. Diante do medo de ser infectado e das preocupações decorrentes da crise econômica, brasileiros passaram a valorizar mais a própria segurança e a de parentes próximos, no que diz respeito à saúde e ao bem-estar; desenvolveram atitudes mais individualistas e de dominância, com relação ao dinheiro e à posição social, e ainda despertaram um desejo maior de aproveitar a vida, segundo estudo realizado pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e publicado na revista científica Personality and Individual Differences. A pesquisa contou com a participação de 578 brasileiros – 70% eram mulheres com idade média de 39 anos […].
“Os valores que observamos sobressaindo entre os brasileiros não são tão desejáveis, quando pensamos em um contexto colaborativo de sociedade, uma vez que motivam ações e pensamentos mais restritos a um ciclo pequeno de pessoas, ao invés de pensar no coletivo. Despertam ações individualistas e egoístas, colocando o seu próprio prazer acima do de outras pessoas. Valores altruístas e de atenção ao coletivo parecem ter diminuído”, explica Ronald Fischer, psicólogo e pesquisador do IDOR.
CNN BRASIL, 21 jul. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 7 set. 2022.
O termo “individualismo” é amplamente utilizado na modernidade e na pós-modernidade. Os usos coletivos desse termo, tanto no âmbito do senso comum quanto no debate acadêmico, podem configurar percepções diferenciadas. Elias (1994) propõe um olhar sociológico específico para a suposta dicotomia entre “indivíduo” e “sociedade”.
ELIAS, N. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
A interpretação do “individualismo”, com base na análise do autor, é de que
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Ao contribuir para o desenvolvimento do pensamento crítico, a sociologia abre possibilidades criativas e emancipatórias, próprias do ato de educar, e colabora, junto aos demais componentes da área, para a formação de jovens que se afirmam como seres sociais e históricos que pensam, tomam atitudes democráticas e transformam coletivamente a sua vida e o mundo que os cerca.
A sociologia possibilita ao estudante confrontar a sua realidade com outras realidades existentes e possíveis, avaliando os fenômenos a partir de diferentes perspectivas e contrastando e combinando as diversas tradições do pensamento sociológico.
As teorias organizacionais-comportamentalistas afastaram-se da produção de Weber sobre a burocracia e da de Michells sobre a lei de ferro das oligarquias, a fim de buscar os fundamentos para compreender os comportamentos coletivos agrupados em organizações com objetivos específicos.
A teoria da mobilização de recursos é uma escola de pensamento marxista que rejeita a ênfase do paradigma tradicional nos sentimentos, enquadrando as ações coletivas em explicações comportamentalistas.
Para Marx, o sindicalismo e o partidarismo político são etapas desnecessárias para a vitória do proletariado sobre a burguesia.
O método comparativo foi, por muito tempo, considerado o método por excelência da sociologia, sendo usado, inicialmente, por sociólogos evolucionistas; contudo, não há relação de necessidade entre o seu emprego e a abordagem evolucionária. Tal método é exposto, por exemplo, por Durkheim na obra Regras do Método Sociológico.